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quinta-feira, 12 de junho de 2014

CATEDRAIS MEDIEVAIS






CATEDRAIS MEDIEVAIS





Como foram os monges que habitaram o Monte Saint-Michel?


Posted: 11 Jun 2014 02:46 PM PDT





  • Vista aérea da abadia e do vilarejo do Mont Saint-Michel, Normandia, França





O Monte Saint Michel impressiona antes de tudo pelo efeito natural que produz sua figura.




Mas há outro fator que não é natural e que é indizível.




Este fator se soma ao lado natural e dá o melhor do Monte de São Miguel Arcanjo. É a graça divina.




E essa graça toca o fundo das almas que se deixam influenciar por ela.




Esse fator sobrenatural está ligado aos monges que ali viveram, à intenção do fundador que construiu aquilo, enfim, a uma série de movimentos de alma muito bons que convergiram para que o Monte Saint-Michel fosse como é.







  • Claustro da abadia do Mont Saint-Michel


Eles ali viveram, e a gente intui como foi a vida deles.




E a gente se faz uma certa idéia ‒ intuitiva também ‒, da santidade daqueles homens.




De maneira que se nos fosse dado ver passar apenas a figura de um daqueles homens pelo claustro, a gente se ajoelharia imediatamente.




E a gente olharia de devorar, procurando nele a representação viva de uma realidade quase feérica que há naquele mosteiro e que fala para o fundo da alma.





Plinio Correa de Oliveira, 24/1/87. Sem revisão do autor














quinta-feira, 29 de maio de 2014

CATEDRAIS MEDIEVAIS Rochedos de Nossa Senhora e São Miguel: escalada rumo ao sublime. Le Puy en Velay






CATEDRAIS MEDIEVAIS





Rochedos de Nossa Senhora e São Miguel: escalada rumo ao sublime. Le Puy en Velay


Posted: 28 May 2014 01:30 AM PDT






Le Puy-en-Velay:

capela de São Miguel da Agulha





Na França, tão rica em lugares extraordinários, Le Puy-en-Velay é um dos mais impressionantes, sem ser dos mais conhecidos.




A pequena cidade de 20 mil habitantes, situada numa bacia povoada de rochedos de origem vulcânica.




Ela fica no extremo sudeste da região do Auvergne, é marcada pela fé, pela História e pela beleza natural.




Ela tira seu nome de uma montanha, penha (este é o significado de "puy") –– o Puy d'Anis, hoje conhecido como Rochedo Corneille — em cujo pico os católicos erigiram gigantesca estátua de Nossa Senhora da França, dominando toda a cidade.




Na Idade Média, Le Puy-en-Velay chamou-se Le Puy Notre-Dame ou Puy Sainte-Marie.




Juntamente com Chartres, Le Puy-en-Velay abriga um dos mais antigos santuários votados ao culto marial na Gália celto-romana.




Aparições da Virgem Santíssima e curas miraculosas fizeram do lugar um centro de peregrinação.








Nossa Senhora do Puy, ou Nossa Senhora da Penha,

também conhecida como a Virgem Negra.

Na catedral de Le-Puy-du Velay.


Já no século III seus habitantes abraçavam a fé cristã, e o Anuário Pontifício registra a presença ali de uma diocese desde essa remota época.




Na Idade Média, tornou-se um dos principais pontos de partida do "caminho de Santiago", para os peregrinos que iam a Santiago de Compostela.




O mais célebre bispo de Puy foi certamente Adhemar de Monteil, nomeado em 1087.




Ardoroso adepto da reforma da Igreja, empreendida por São Gregório VII, ele desempenhou papel essencial na preparação da primeira Cruzada.




Essa primeira Cruzada foi convocada pelo Papa Urbano II em Clermont, capital do Auvergne (na mesma região onde fica o santuário de Nossa Senhora do Puy), em 1095.




Conhecedor da Terra Santa, que visitara como peregrino, Adhemar de Monteil foi escolhido pelo Papa como seu legado na direção da Cruzada, enquanto o comando militar foi confiado ao Conde de Toulouse, Raymond de Saint-Gilles.








Le Puy-en-Velay: Nossa Senhora da França

no alto de um pináculo vulcânico


Quando as divergências se manifestaram entre os barões que chefiavam os principais exércitos, o legado pontifício foi a única autoridade capaz de impor-se a todos, por sua virtude e sua habilidade diplomática.




Morreu em 1098, durante o cerco de Antioquia.




* * *




Almas com sensibilidade notam ainda hoje em Puy –– nesta França infelizmente cada vez mais laica e distante da Religião de seus maiores –– os sinais de predileção providencial e de proteção particular de Maria Santíssima.




Às vezes parece notar-se a bênção divina na própria paisagem.




A primeira impressão religiosa é realçada pela própria configuração topográfica, que o senso católico dos habitantes transformou em homenagem a seus padroeiros celestes.








A catedral de Le Puy-en-Velay,

fica no topo de outro pináculo vulcânico


À distância, o olhar distingue três pináculos que falam por si.




Primeiro, a imensa estátua de Nossa Senhora de França, que mede 16 metros de altura e pesa 110 toneladas.




Fundida em 1860 com o bronze de 213 canhões conquistados como troféus na tomada de Sebastopol, durante a guerra da Criméia, ela figura como símbolo apropriado da realeza de Maria sobre a cidade.




O segundo pináculo corresponde ao campanário da bela catedral, que abriga a Virgem Negra do Puy, trazida do Oriente por Luís VII ou São Luís IX.




Edificada em austero e recolhido estilo românico, ela revela influência bizantina e oriental.




O afluxo de fiéis e de peregrinos exigiu sua ampliação no século XII, e no século XIX foi objeto de importantes restaurações.




Seu rico tesouro abriga preciosas jóias e obras de arte.








Le Puy en Velay: capela de São Miguel Arcanjo






Le Puy en Velay:

capela de São Miguel Arcanjo


Finalmente o menos alto, mas não menos sublime, Rochedo de São Miguel ou St-Michel d'Aiguille, coroado por uma encantadora e secular capela votiva em homenagem ao Arcanjo, patrono da França.




* * *




A milenar chaminé de pedra bruta, originária das fúrias de um antigo vulcão, brota da planície e sobe de um só lance a uma altura de 82 metros, para servir de pedestal à secular capela românica ali construída, não se sabe como, em honra de São Miguel.




A ela pode-se subir através de 268 degraus. Jóia de arquitetura, revela o gênio de arquitetos que souberam aproveitar todos os espaços de uma simples ponta de rochedo para ali erigir e combinar com maestria a arte e a técnica.








Le Puy-en-Velay: capela de São Miguel da Agulha


Os especialistas ressaltam seu portal oriental, sua graciosa decoração de arabescos, seus mosaicos de pedras negras, cinzentas e brancas, seu complicado sistema de abóbadas.




Tudo tão original e tão belo, que se diria inspirado. Em todo caso, fruto do espírito autenticamente cristão.




O edifício atual remonta ao século XI, mas o perfume sobrenatural que em seu interior se respira parece transportar-nos ao ambiente de uma gruta dos primeiros ermitãos do Cristianismo.




O silêncio e o isolamento que ali imperam convidam o visitante ao convívio com o Arcanjo ou com o próprio Deus.




* * *








Panorâmica do conjunto




Tais maravilhas falam de homens profundamente imbuídos de espírito católico, de almas que praticavam a virtude, e por isso transmitiam o espírito de Cristo em todas as suas obras, dando um sentido sobrenatural à vida humana.




O panorama que descrevemos muito sumariamente fala de hierarquia, de um lado; de uma procura do sublime e do Céu, de outro.




No mais alto está o reinado dos Corações de Jesus e de Maria, simbolizado pela estátua de Nossa Senhora com o Menino Jesus.




Em segundo lugar a Igreja, que representa a autoridade de Cristo na Terra.




Em terceiro lugar, um Arcanjo celeste, que representa também os santos, nossos intercessores junto a Deus, nossos aliados nas batalhas da vida terrena, difícil e incerta.




Todos os píncaros apontam para o céu, mas o Rochedo de São Miguel o faz com particular audácia.




Aí se conjugam a força da pedra e a leveza da arte.




A linda capela no alto bem simboliza a Jerusalém celeste, de beleza atraente e sublime, que devemos atingir galgando escarpados caminhos.




É o convite para a luta, para as santas ousadias, para o heroísmo, a fim de alcançar o tão elevado prêmio da felicidade eterna, prometido a todos que combaterem o bom combate.








W. Gabriel da Silva











quinta-feira, 15 de maio de 2014

CATEDRAIS MEDIEVAIS A força e o sorriso nas colunas góticas




CATEDRAIS MEDIEVAIS





A força e o sorriso nas colunas góticas


Posted: 14 May 2014 01:30 AM PDT





Catedral de Exeter, Inglaterra







O gótico é ao mesmo tempo forte e delicado. Por exemplo, suas formidáveis colunas !




Os medievais arranjaram um jeito de trabalhá-las de maneira a atenuar o que poderia haver de impressão de força quase brutal nelas.




O modo de atenuar foi esculpir a coluna dando a impressão que ela é um feixe de coluninhas que se amarram umas as outras para suportar.




E assim a pesadíssima coluna gótica deixa de ser pesada.




Ela sustenta o teto com muita firmeza, mas dá a impressão de leveza por causa das pseudo-coluninhas em que se decompõe.







Catedral de Lincoln, Inglaterra




A coluna gótica, mesmo do lado interior de uma catedral, dá a impressão que é uma coluna de combate.




Mesmo trabalhada de maneira a dar ilusão de um feixe de coluninhas, a coluna gótica tem qualquer coisa que é tranqüila, que não tem agitação, que não tem a tensão da luta.




Ela representa muito mais o guerreiro no seu repouso e na sua oração, do que o guerreiro batalhando.




E, como sempre acontece na guerra medieval quando ela é justa, visa a paz, visa uma solução, visa uma concórdia equilibrada.




E a ogiva exprime isso muito bem. São duas posições opostas que se resolvem num equilíbrio, ou seja, numa reconciliação entre as duas.





E por isso não é raro que no ponto de encontro das ogivas tenha florões, adornos, como quem festeja a paz.






Mas, ao mesmo tempo, a colunata gótica exprime uma alta noção do dever.




A colunata gótica nos dá idéia exatamente assim: um caminho apertado, estreito, sério, reto, sobretudo um caminho elevado.




Quer dizer, se nós nos sentirmos opressos pela proximidade de colunas de um lado e doutro, nossos olhos e nossa alma encontram os grandes espaços olhando para o alto.




O que em outros termos quer dizer: "Quando a vida está apertada, olhemos para o céu". É a alma do católico.







Sainte-Chapelle, Paris




As almas que construíram o gótico, tão entusiasmadas, tão amorosas, tão enlevadas com a força, tinham em si muito outros tesouros.




Depois de terem explicitado na pedra seu desejo de força, começaram a sorrir e explicitar a sua própria doçura, como quem conta em pedra como é a sua alma.




Então, os artistas puseram anjinhos ou mesmo animaizinhos, por exemplo esquilozinhos de pedra que sobem na coluna como num tronco de árvore, como os esquilozinhos reais sobem para o alto e depois dão um pulo para um outro galho.




O esquilo é muito gracioso, é muito bonitinho, é vivo, engraçadinho.




O sorriso de um anjo que tem como fundo a gravidade da coluna gótica completa o espírito humano.








(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, 11-2-1970. Texto sem revisão do autor).








quinta-feira, 24 de abril de 2014

CATEDRAIS MEDIEVAIS




CATEDRAIS MEDIEVAIS





Catedral de OURENSE: o Pórtico do Paraíso


Posted: 23 Apr 2014 01:30 AM PDT





Pórtico del Paraiso da catedral de Ourense


Segundo uma antiga lenda, a catedral de Ourense foi mandada construir por um rei suevo, povo que ocupava o norte da península ibérica. 




O nome do rei era Carriarico, quem, tendo enfermado seu filho, pediu a intercessão de São Martinho de Tours e foi ouvido. SOBRE SÃO MARTINHO DE TOURS VEJA MAIS CLICANDO AQUI




Em agradecimento, o rei mandou construir um templo no lugar onde se encontra agora a catedral.




Séculos depois vieram os muçulmanos que em alguma de suas incursões destruíram o velho e venerado templo. 




Em substituição se decidiu levantar a atual catedral em estilo românico, cuja construção se estendeu durante os séculos XII e XIII. A planta da catedral desenha uma cruz latina com três naves. 




A construção começou em 1160 e em 1188 foi consagrado o altar- mor, retomando-se as Missas. A catedral foi terminada no século XIII.




A entrada da catedral se faz pelo Pórtico do Paraíso, o qual lembra o Pórtico da Glória da Catedral de Santiago de Compostela, também na Galícia.




Este Pórtico, ricamente colorido, nos recorda que a catedral é a porta do Céu, ao qual nos conduz se formos sensíveis aos apelos da graça divina que batem em nossas almas.




O esplendor das cores, a alegria profunda e sincera dos santos e dos anjos esculpidos, a ordem rigorosa, mas jeitosa, hierárquica e proporcionada das figuras nos anunciam o gáudio eterno dos bem-aventurados na Corte Celeste. 







Catedral San Martiño de Ourense, fachada


E também nos dão uma lição de como deve ser o feitio de alma dos católicos e do bom ordenamento nas suas relações nesta Terra, na ordem temporal e, especialmente, na Igreja




Trata-se de um dos melhores conjuntos escultóricos das catedrais galegas.




Entre 1499 e 1505, Rodrigo de Badajoz mandou construir uma grande torre no ponto em que se cruzam os dois corpos da catedral para formar uma cruz. 




A catedral tem também duas capelas de excepcional valor e originalidade. A mais importante é a do Santo Cristo. Nela se venera um Crucificado com uma força de expressão tão intensa que se chega a dizer que nele a barba cresce.




O ouro brilhando sobre cores escuras, a capela de pequena altura e quase sem janelas, como é costume no estilo românico, convidam a uma intimidade intensa com o Redentor.




A piedade que inspira esta imagem sempre atraiu a devoção dos que ali concorrem a implorar suas graças em meio às dificuldades, doenças e privações. 




No Museu Catedralício se conserva o "Tesouro de São Rosendo" cuja principal relíquia é o Báculo de São Rosendo. Este santo monge beneditino foi famoso pelo seu caráter paternal e sua solicitação para com os débeis e desvalidos. 




Nascido em berço de alta nobreza, foi árbitro político nas lutas entre os reis galegos. Ele assumiu o governo de uma terra agitada pela rebelião e a conspiração. Liderou a nobreza galega na sua luta contra a invasão dos pagãos normandos de Gunderedo (968).




E foi bispo de Santiago de Compostela até se retirar no convento beneditino de Celanova, onde faleceu santamente no ano de 977.
















sexta-feira, 4 de abril de 2014

CATEDRAIS MEDIEVAIS A SAINTE CHAPELLE de PARIS e o sonho da catedral de cristal




CATEDRAIS MEDIEVAIS





A SAINTE CHAPELLE de PARIS e o sonho da catedral de cristal


Posted: 02 Apr 2014 01:30 AM PDT






Em algumas construções góticas começa a aparecer um sonho.




É o sonho é de abolir o granito e transformar tudo em cristal.




Esse sonho germina na Sainte-Chapelle de Paris.




A Sainte-Chapelle conserva de pedra apenas o necessário para suportar o teto e servir de encaixe para os vitrais.




Mas o espírito que concebeu a Sainte Chapelle se pudesse fazer um edifício todo de cristal, sentir-se-ia realizado.




A alma do homem medieval era como uma arca com uma porção de tesouros.




Ela ia tirando tesouro por tesouro.




Os medievais tinham na sua alma profundamente católica, muitos tesouros e riquezas em muitos sentidos.




Eles foram lentamente manifestando essas riquezas de maneira que quando chegaram ao fim do gótico, a gente se pergunta: o que mais faltava?




Dir-se-ia que eles tinham atingido a perfeição de alma profunda e verdadeiramente católica.











Plinio Corrêa de Oliveira, 11-2-1970. Texto sem revisão do autor.








Video: A Sainte Chapelle e o sonho da catedral de cristal





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quinta-feira, 20 de março de 2014

CATEDRAIS MEDIEVAIS




CATEDRAIS MEDIEVAIS





Peregrinando dentro de um vitral


Posted: 19 Mar 2014 01:30 AM PDT





Rosácea lateral da catedral de Chartres, França


Imaginemos um vitral em forma circular, ou seja, uma rosácea. Um mundo de cores diferentes. 




Dentro do conjunto de cores, poder-se-ia fazer um passeio: ora "entrar" no céu cor de anil, ora no dourado absoluto, depois no verde total ou no vermelho bem rubro. 




Os olhos "entram" em vários pedacinhos de céu, olham daqui, de lá e de acolá. 




Em determinado momento, surge a maior alegria: a visão do conjunto.




Ao cabo de algum tempo, não sou mais eu que estou olhando para a rosácea, mas é ela que está como que olhando para mim. 




Um imenso olhar de "alguém" que contém todos os estados de espírito correlatos com aquelas várias cores e que no seu conjunto me analisa.




Analisa não tal aspecto ou tal outro de minha psicologia, mas a mim como um todo, composto de proporções desiguais e irrepetíveis. 




Nunca houve antes, nem haverá depois, um outro igual a cada um de nós. 




Se eu olho em torno de mim e vejo outras pessoas também contemplando o vitral, noto como elas são diferentes de mim e para cada uma delas o vitral diz coisas diferentes. 




Percebo a variedade inesgotável de interpretações que a alma humana, olhando para a rosácea, pode estabelecer, a ponto de se sentir compreendida por ela.




Gosto muito de ver fotografias de vitrais medievais. Aquelas que retratam aspectos isolados deles não dão, a meu ver, o melhor do vitral. 




O melhor é quando a rosácea inteira projeta sua luz para nós.




Por quê?




Por causa da própria natureza da alma humana. Somos tais que podemos ter aspectos de alma lindos. 




Entretanto, o mais belo não é nenhum deles.




O mais bonito é contemplar a alma humana enquanto criatura em que Deus vai formando, com aspectos vários, uma imagem d'Ele dentro da coleção quase incontável dos homens. 




Desde o primeiro homem até o último, cada um ocupa um lugar sem o qual a coleção ficaria incompleta.




Como um vitral que recebeu uma pedrada e nesse ponto aparece um buraco. 




Assim, analisando cada homem no seu conjunto, notamos uma porção de elementos individualmente lindos; mas o mais belo é, se cada um se santificar, observar no seu todo a plenitude de sua personalidade.








(Autor: Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, excertos da conferência proferida em 26/10/1980. Sem revisão do autor).


















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Et peperit filium masculum, qui recturus erat omnes gentes in virga ferrea. Filius eius ad Deum et ad thronum eius et raptus.

Augusto de Piabetá - Blog Católico