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terça-feira, 29 de abril de 2014

Ciência confirma a Igreja Últimos achados astrofísicos afinam com narração bíblica da Criação




Ciência confirma a Igreja




Últimos achados astrofísicos afinam com narração bíblica da Criação


Posted: 28 Apr 2014 01:30 AM PDT





Clem Pryke, Jamie Bock, Chao-Lin Kuo e John Kovac em conferência de imprensa

no Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics in Cambridge, Massachussets






Anunciada nos EUA uma descoberta que é um marco para a astrofísica





Liderados pelo astrônomo John M. Kovac, pesquisadores do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, da Universidade de Minnesota, do California Institute of Technology, da Universidade de Stanford e do Jet Propulsion Laboratory da NASA anunciaram a descoberta da "primeira evidência direta" daquilo que os cientistas chamam de "inflação cósmica".




A expressão indica a teoria segundo a qual, no segundo imediato ao "Big Bang", o universo expandiu-se a uma velocidade inimaginável. O "Big Bang" (ou "grande explosão") é a teoria que prevalece na ciência a respeito da origem do mundo, embora com muitas variantes segundo os diversos postuladores.




O novo trabalho também forneceria a primeira demonstração da existência das ondas gravitacionais, ondulações do espaço-tempo, previstas por Albert Einstein, mas nunca detectadas.




Os pesquisadores trabalham no Observatório BICEP2 (Background Imaging of Cosmic Extragalactic Polarisation), um radiotelescópio instalado no Polo Sul 







South Pole Telescope, Amundsen-Scott South Pole Station


A descoberta "nos fornece uma janela sobre o universo em seu comecinho", explicou o físico teórico Lawrence Krauss, da Universidade Estadual de Arizona State University, que não está engajado no trabalho. 




Para Krauss, os achados constituem o maior passo da astrofísica nos últimos 25 anos, pois constituiria um dos maiores avanços na compreensão da formação inicial do universo, comentou o "Times of Israel"




Os pesquisadores expuseram sua descoberta em conferência de imprensa no Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics de Cambridge, Massachusetts, informou "The Jerusalem Post".




"Este é o 'smoking gun' da inflação cósmica" – comentou Marc Kamionkowski, físico teórico da Universidade Johns Hopkins.





Para cientista não-católico a descoberta confirma a Criação




A descoberta, entretanto, não teve repercussão só na ciência.




O professor Nathan Aviezer, da Universidade Bar Ilan, de Israel, e autor do livro In the Beginning (No começo), explicou que a descoberta vem em apoio do primeiro versículo do Gênesis, escreveu o "The Jerusalem Post"




Segundo o Prof. Aviezer, a teoria do Big Bang defende que o universo no primeiro instante teve a aparência de uma enorme bola de luz, resultado da Grande Explosão (o Big Bang).




Segundo o Prof. Aviezer, esta teoria cientifica, acrescida das novas descobertas, se encaixa perfeitamente com o Gênesis, que ensina: "Deus disse: 'Faça-se a luz!' E a luz foi feita" (Gen 1:3).








Prof. Nathan Aviezer reage à descoberta: 

isso é o que está no Gênesis


Por sua vez, o escritor e colaborador do "Jerusalem Post", Izzy Greenberg, comentou o fato incontroverso: "Quando nós perguntamos como é que o mundo foi criado, podemos concluir que houve um 'Big Bang' e, portanto, um 'Big Banger' [Deus], pois a ciência não pode dizer o que é que causou o início, por que aconteceu e quando aconteceu".




A Bíblia não é um livro científico, da mesma maneira que os livros científicos não são textos bíblicos ou dogmáticos. Misturar uma coisa com outra é um desserviço. Mas compreender as concordâncias entre um campo e outro é um fator de progresso.




Segundo o Prof. Joseph Silk, da Universidade da Califórnia e autor de recente livro sobre cosmologia moderna, "o Big Bang é a versão moderna da Criação do universo", escreveu "The Times of Israel".




No livro In the Beginning, o Prof. Aviezer cita até o Prêmio Nobel Paul Dirac, da Universidade de Cambridge: "Dirac diz muito claramente que a teoria do Big Bang implica em que 'é certo que o universo começou num momento definido por um ato de Criação', e Dirac é um grande ateu".





Agora não é preciso recorrer à Bíblia para defender a Criação por Deus, disse o Prof. Aviezer. "É um exemplo da divina ironia que levou os cientistas ateus como Dirac e todos os outros a considerarem a verdade do Pentateuco. No momento atual, nós podemos dizer que a Criação é um fato científico".




O Prof. Aviezer reconhece entrementes que não é finalidade da ciência provar empiricamente a existência de Deus, mas que ele quer apontar como as descobertas científicas concordam com o texto bíblico.





Teólogo medieval antecipou teoria cosmológica atual




Porém, os cientistas que gostam de chamar a Idade Média de "era da escuridão", de "noite medieval" e de outras denominações pouco elogiosas, levaram mais uma surpresa.




O físico Tom McLeish e seus colegas da Universidade de Durham, no Reino Unido, desenvolveram equações a partir do tratado De Luce – Sobre a Luz – escrito pelo teólogo medieval e bispo de Lincoln, D. Roberto Grosseteste (1168 - 1253).







Dom Roberto Grosseteste se antecipou às teorias astrofísicas modernas sobre a origem do Universo


E chegaram à conclusão de que a teoria do Big Bang, uma das principais teorias cosmológicas da atualidade, foi elaborada primevamente por esse mestre medieval. E mais, ela está inspirando os cientistas atuais a melhorarem suas próprias teorias. 




A publicação especializada "The New Scientist" dedicou artigos ao mestre medieval, entre os quais "Medieval multiverse heralded modern cosmic conundrums" , vertido ao português por "Inovação Tecnológica".




O primeiro a retomar a teoria da expansão do universo no século XX foi o sacerdote, físico e astrônomo belga Mons. Georges Lemaître, (1894–1966) professor de Física na Universidade católica de Louvain.




Quando os físicos da Universidade de Durham traduziram do latim o tratado do grande bispo de Lincoln do século XIII, e transformaram suas afirmações em equações matemáticas, descobriram que o teólogo previu a avançada ideia dos multiversos em 1225.





"Nós tentamos traduzir matematicamente o que ele disse em palavras em latim," disse McLeish. "Então você tem um conjunto de equações que podem ser inseridas no computador e resolvidas. Estamos explorando matematicamente um novo tipo de universo, que é o que os teóricos das cordas fazem o tempo todo. Apenas estamos sendo teóricos das cordas medievais."




D. Roberto foi apelidado de Grosseteste pela sua extraordinária capacidade intelectual (Grosse = grande + teste = cabeça). Foi doutor da Escolástica – a mesma escola de Santo Tomás de Aquino e dos grandes mestres medievais – e fundador da escola Franciscana de Oxford.




Ele estudou as obras de Aristóteles, que explicam o movimento das estrelas incorporando a Terra numa série de nove esferas celestes concêntricas.




As coincidências das conclusões de D. Roberto Grosseteste com a teoria cosmológica contemporânea são estarrecedoras, escreveu "The New Scientist". 







"Imagem do universo", Gautier de Metz, ano 1246


No tratado Sobre a Luz, Grosseteste propôs que o universo concêntrico começou com um flash de luz emitido a partir de um ponto minúsculo, formando uma grande esfera. Isto é o que os cientistas hoje estão tentando demostrar empiricamente.




E as similaridades continuam: Grosseteste propõe que a luz e a matéria são intimamente relacionadas – essencialmente acopladas.




Quando o pulso inicial de luz-matéria em expansão alcançou uma densidade mínima, o universo entrou no que ele chamou de um estado perfeito e parou de se expandir. Esta esfera perfeita emitiu então uma forma diferente de luz que ele chamou de lumen, a qual se propagou para dentro varrendo a matéria "imperfeita", comprimindo-a como um floco de algodão.




A região menos densa de luz-matéria que restou pode então chegar ao seu estado perfeito e cristalizar-se em uma nova esfera embutida na primeira, que emitiria então seu próprio lumen. Este processo se repetiu até que restou apenas um núcleo de matéria imperfeita, que por sua vez deu origem à Terra.




O reconhecimento da grandiosidade da ideias do autor medieval pode ser uma forma de reatar os laços dos cientistas acadêmicos modernos com seus mestres, escreveu "Inovação Tecnológica"




Traduzindo em números, a equipe de McLeish descobriu que o modelo resultante produz exatamente o tipo de universo que Grosseteste estava descrevendo: esferas concêntricas que se propagam para dentro.




Ainda há muito a se descobrir, corrigir e acrescentar. Porém, uma coisa parece certa: quanto mais a ciência se aprofunda, mais se aproxima de seus limites, após os quais aparece o Criador em todo seu poder e magnificência.






A Medieval Multiverse: Mathematical Modelling of the 13th Century Universe of Robert Grosseteste, Richard G. Bower, Tom C. B. McLeish, Brian K. Tanner, Hannah E. Smithson, Cecilia Panti, Neil Lewis, Proceedings of the Royal Society A, Vol.: 507, 161-163. DOI: 10.1038/507161a. 


History: A medieval multiverse ; Tom C. B. McLeish, Richard G. Bower, Brian K. Tanner, Hannah E. Smithson, Cecilia Panti, Neil Lewis, Giles E. M. Gasper, Nature Vol.: 507, 161-163. DOI: 10.1038/507161a













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[hagiografia] 29 de Abril - Santa Catarina de Sena, Virgem e Doutora da Igreja (+ Itália, 1380)

 



29 de Abril
Santa Catarina de Sena, Virgem e Doutora da Igreja
(+ Itália, 1380)
Para ler a história completa:
http://www.lepanto.com.br/catolicismo/vida-de-santos/santa-catarina-de-siena/
Era leiga, pertencia à Ordem Terceira de São Domingos, recebeu graças místicas extraordinárias e formou numerosos discípulos. É considerada a maior glória da espiritualidade dominicana. Embora mística e contemplativa, exerceu influência enorme na vida política e social de seu tempo, tendo trabalhado para o retorno do Papado de Avinhão para Roma. Deixou numerosos escritos e faleceu com apenas 33 anos.


segunda-feira, 28 de abril de 2014

(248) Padre Paulo Ricardo

(248) Padre Paulo Ricardo

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(99) Antonio Fugii

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ORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAIS




ORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAIS





O milagre de Tolbiac e a conversão da França


Posted: 27 Apr 2014 01:30 AM PDT





A battalha de Tolbiac Vitral da catedral de Laon


No ano 496, Clóvis I, rei dos Francos, devia enfrentar uma confederação de tribos dos alamanos dirigidos não se sabe ao certo por quem.




Antes mesmo da guerra, Clóvis foi visitar o túmulo de São Martinho de Tours, onde fez a promessa de que se faria católico se ganhasse a guerra.




O local da batalha é conhecido como "Tolbiac", ou "Tulpiacum", nome que se refere mais provavelmente a Zülpich, na Renânia do Norte – Vestefália, Alemanha.




Pouco se sabe do desenvolvimento da batalha, salvo que Clóvis viu seus guerreiros caírem um depois do outro e a derrota cada vez mais próxima.




No momento da degringolada geral, em prantos e com o remorso no coração, o rei bradou ao Deus de sua mulher, Santa Clotilde.




São Gregório, Bispo de Tours (538 – 594) e o maior historiador daquela época, registrou da seguinte forma a oração de Clóvis no capítulo II, 30-31, de sua História dos Francos:


"Ó Jesus Cristo, Vós que Clotilde me disse serdes filho do Deus Vivo, Vós que enviais vosso auxílio àqueles que estão em perigo, e concedeis a vitória aos que confiam em Vós, eu procuro a glorificação de vossa devoção com vossa assistência: se Vós me concederdes a vitória sobre estes inimigos, e se eu experimentar os milagres que o povo que cultua vosso nome diz ter acontecido, Eu crerei em Vós, e eu serei batizado em vosso nome. 







Clóvis no desespero invoca o Deus de Santa Clotilde

Paul-Joseph Blanc (1846-1904), Panteon, Paris


"Mais ainda, eu invoquei meus deuses, e estou vendo que eles falharam na hora de me ajudar, fato que me faz acreditar que eles não têm poderes, que eles não vêm em ajuda daqueles que os servem. É a Vós que brado novamente, eu quero acreditar em Vós, mas só se eu for salvo de meus adversários."




Tendo dito estas palavras, os alamanos começaram a fugir. E quando viram seu chefe cair morto, submeteram-se a Clóvis, dizendo:





"Não permitais que o povo siga morrendo, nos vos rogamos; nós agora somos vossos". Clóvis mandou parar o combate e exortou os derrotados a se retirarem em paz e disse à rainha que ele teve o mérito de obter a vitória invocando o nome de Cristo. Isto aconteceu no ano décimo quinto de seu reinado".




São Gregório de Tours foi o primeiro a descrever esta batalha, fazendo um paralelismo direto com a conversão do imperador romano Constantino, o Grande, antes da batalha de Ponte Mílvia (312).





O santo historiador acrescenta que a rainha consultou São Remígio, Bispo de Reims, para ir ver Clóvis secretamente e apressá-lo a entrar no reino da salvação. E o bispo foi secretamente e começou a instá-lo a acreditar no Deus verdadeiro, criador do Céu e da Terra, e a deixar de adorar ídolos incapazes de se ajudarem a eles próprios, e tanto menos aos outros.







O batismo de Clóvis, por São Remígio, Reims, França


Porém, o rei respondeu: "Eu vos ouço comprazido, santíssimo padre; mas fica uma coisa: o povo que me segue não consegue abandonar seus deuses; mas eu irei até eles e falarei, transmitindo vossas palavras".




Clóvis reuniu-se com seus seguidores, porém antes que ele conseguisse falar, o poder de Deus se antecipou e todo o povo bradava conjuntamente: "Ó piedoso rei, nós rejeitamos nossos deuses mortais, e nós estamos prontos a seguir o Deus imortal que prega Remígio".




Isto foi relatado ao bispo, que ficou grandemente regozijado e mandou preparar a pia batismal. As praças ficaram recobertas com toldos feitos de tapeçarias, as igrejas foram adornadas com cortinas brancas, o batistério foi ordenadamente arranjado, o aroma do incenso se espraiava, as velas odoríferas ardiam brilhantemente, e todo o prédio do batistério ficou cheio de uma fragrância divina; e o Senhor concedeu uma tal graça aos que ali estavam, que eles começaram a achar que se encontravam em meio aos perfumes do paraíso. E o rei foi o primeiro a pedir para ser batizado pelo bispo. Foi assim que um novo Constantino se aproximou da pia batismal". 







Santa Clotilde


Clóvis – ou Chlodovechus em latim – foi o primeiro rei dos Francos, pois conseguiu a obediência de todas as tribos francas.




Fundador da dinastia merovíngia, que reinou durante duas décadas, ele inaugurou a história da França na pia batismal.




Quando jovem, Clóvis chegou a ser comandante da província militar romana Belgica Secunda.




Porém, ele se voltou contra os chefes romanos, e na batalha de Soissons (486) pôs fim ao domínio do Império Romano fora da Itália.




Posteriormente derrotou os turíngios, aliou-se aos ostrogodos, e após vencer os alamanos, instalou sua capital em Paris, onde fundou a abadia dedicada aos Santos Pedro e Paulo, no Quartier Latin.




Guerreou depois contra o reino dos borguinhões, derrotou os visigodos, expulsando-os para sempre da Gália, e conquistou a Aquitânia.




Ele codificou a lei sálica franca incluindo grandes partes do Direito Romano, pelo que o código ficou conhecido como "Código Romano".




Clóvis e sua mulher Santa Clotilde foram enterrados na Abadia de Santa Genoveva, em Paris.




Posteriormente os restos dos dois foram transferidos para a Abadia de Saint-Denis, túmulo dos reis da França, onde hoje repousam.












(141) Lúcia Karoena Queiroz

(141) Lúcia Karoena Queiroz

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(111) Augusto César Ribeiro Vieira

[hagiografia] 28 de Abril - São Luís Maria Grignion de Montfort, Confessor (+ França, 1716)

 



28 de Abril
São Luís Maria Grignion de Montfort, Confessor
(+ França, 1716)
Leia a história do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem em:
http://www.lepanto.com.br/catolicismo/devocoes-catolicas/a-verdadeira-devocao-mariana-ou-a-escravidao-de-amor-a-nossa-senhora/
Grande doutor marial dos tempos modernos, combateu arduamente a influência jansenista nos meios católicos, pregou no noroeste da França -- precisamente na região em que, 80 anos depois, os camponeses se levantaram de armas na mão contra a Revolução Francesa -- e fundou a Companhia de Maria e a Congregação das Filhas da Sabedoria. Vivia abrasado no amor de Deus e de sua Santa Mãe, e aspirava ardentemente, como demonstram seus escritos, pelo advento de uma época em que Nossa Senhora fosse efetivamente obedecida como Rainha. Sua obra mais célebre é o "Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem", em que ensina a Escravidão por amor à Santíssima Virgem como meio mais seguro de servir a seu Divino Filho.



domingo, 27 de abril de 2014

[Novo post] Íntegra da homilia do Papa Francisco na canonização de São João Paulo II e São João XXIII




Thais publicou: "VATICANO, 27 Abr. 14 / 09:00 am (ACI/EWTN Noticias).- Em uma cerimônia sem precedentes na história da Igreja, o Papa Francisco declarou santos a São João Paulo II e São João XXIII durante uma missa concelebrada por mais de mil pastores entre cardeais, bis" 




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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra 






Íntegra da homilia do Papa Francisco na canonização de São João Paulo II e São João XXIII


by Thais



VATICANO, 27 Abr. 14 / 09:00 am (ACI/EWTN Noticias).- Em uma cerimônia sem precedentes na história da Igreja, o Papa Francisco declarou santos a São João Paulo II e São João XXIII durante uma missa concelebrada por mais de mil pastores entre cardeais, bispos e sacerdotes, incluindo o Pontífice Emérito Bento XVI.

Esta é a íntegra da homilia que pronunciou o Papa Francisco:

No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que João Paulo II quis dedicar à Divina Misericórdia, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado.

Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria. Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20, 28).

Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: 'pelas suas chagas, fostes curados' (1 Ped 2, 24; cf. Is 53, 5).

São João XXIII e São João Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado transpassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d'Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo.

Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte, neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria.

Nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante» (1 Ped 1, 3.8). A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e de que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão.

Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade dos crentes, em Jerusalém, de que nos falam os Atos dos Apóstolos (cf. 2, 42-47). É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor, a misericórdia, com simplicidade e fraternidade.

E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhe deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado. Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito.

Neste serviço ao Povo de Deus, João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu.

Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama".




Thais | 27/04/2014 às 11:19 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1aK












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[Novo post] Papa Francisco: “João XXIII e João Paulo II não tiveram vergonha da carne de Cristo”.




Thais publicou: "idade do Vaticano (RV) - Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco presidiu neste Domingo da Misericórdia na Oitava de Páscoa, 27 de abril, a missa de canonização dos Papas João XXIII e João Paulo II, na Praça São Pedro.A praça, a Via da Conciliação e de" 




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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra 






Papa Francisco: “João XXIII e João Paulo II não tiveram vergonha da carne de Cristo”.


by Thais



idade do Vaticano (RV) - Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco presidiu neste Domingo da Misericórdia na Oitava de Páscoa, 27 de abril, a missa de canonização dos Papas João XXIII e João Paulo II, na Praça São Pedro.

A praça, a Via da Conciliação e demais ruas adjacentes ao Vaticano estavam lotadas de peregrinos que vieram de várias partes do mundo para participar desse evento histórico para a Igreja Católica. Muitos fiéis dormiram em sacos de dormir espalhados pelas ruas e quando a Praça São Pedro foi aberta às 5h30 locais eles entraram para dentro da praça e esperaram o horário da celebração. 

Vários fiéis participaram de vigílias de orações realizadas nas igrejas de Roma. Muitos passaram a noite em claro, cantando, rezando, fazendo adoração eucarística e se confessando. Muitos peregrinos acompanharam a missa de canonização de João XXIII e João Paulo II através de telões espalhados em vários pontos do centro da capital italiana. Segundo o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, pelo menos 800 mil pessoas participaram, em Roma, da missa de canonização de João XXIII e João Paulo II. Mais de 500 cinemas de 20 países do mundo transmitiram ao vivo a cerimônia na Praça São Pedro.

O Papa emérito Bento XVI concelebrou com o Papa Francisco a missa de canonização de João XXIII e João Paulo II. Ao entrar no adro da Basílica de São Pedro, pouco antes da cerimônia, Bento XVI foi aplaudido pelos fiéis. Os peregrinos aplaudiram também o Papa Francisco quando foi ao encontro do Papa emérito para saudá-lo com um abraço.

Durante a cerimônia, o Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, acompanhado pelos postuladores de João XXIII e João Paulo II pediu ao Papa Francisco para que os beatos fossem inscritos no "álbum dos Santos". 

O Santo Padre logo depois proclamou oficialmente a santidade dos dois Papas sob os aplausos dos presentes, proferindo a seguinte fórmula de canonização:

"Em honra da Santíssima Trindade, para a exaltação da fé católica e incremento da vida cristã, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e a nossa, após ter longamente refletido, invocado várias vezes o auxílio divino e escutado o parecer de nossos irmãos no episcopado, declaramos e definimos como Santos os Beatos João XXIII e João Paulo II, inscrevemo-los no Álbum dos Santos e estabelecemos que em toda a Igreja eles sejam devotamente honrados entre os Santos. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo."

Os relicários dos dois novos santos foram colocados junto ao altar, com as respectivas relíquias - uma ampola com o sangue de João Paulo II, a mesma da beatificação em 2011, e um fragmento da pele de João XXIII, recolhido na exumação, no ano 2000. 

A celebração prosseguiu com a Liturgia da Palavra. O Evangelho Segundo São João foi lido em latim e grego, para reiterar que nenhuma língua é estranha ao amor de Deus, assim como ninguém era um estranho para o coração de Angelo Roncalli e de Karol Wojtyla. 

"No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que João Paulo II quis dedicar à Divina Misericórdia, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado. Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria", disse o Papa Francisco no início de sua homilia. 

"Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!». Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: «pelas suas chagas, fostes curados»", disse ainda o Santo Padre.

"São João XXIII e São João Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado traspassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d'Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão, porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, de sua misericórdia, à Igreja e ao mundo. Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria", frisou ainda o Papa Francisco.

Segundo o pontífice, "nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante». A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até a náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão". 

"Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade de fiéis, em Jerusalém, da qual nos falam os Atos dos Apóstolos. É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor e a misericórdia, com simplicidade e fraternidade."

"E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhes deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado. Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito", sublinhou Francisco.

"Neste serviço ao Povo de Deus, São João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos vivendo um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu", destacou o Santo Padre.

"Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama", concluiu o Papa Francisco. 

Participaram da celebração de canonização de João XXIII e João Paulo II mais de 120 delegações provenientes de vários países, 24 chefes de Estado e monarcas, e 10 chefes de Governo. Também estiveram presentes 26 mil voluntários e 10 mil policiais. Foram disponibilizadas 77 ambulâncias, muitas das quais da Cruz Vermelha Italiana.
(MJ)




Thais | 27/04/2014 às 8:06 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1aI












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[Novo post] O que significa o Sinal da Cruz?




Thais publicou: "Um sacramental para todos os momentos de sua vida O Verbo se fez carne para salvar-nos, reconciliando-nos com Deus: "Foi Ele que nos amou e enviou-nos seu Filho como vitima de expiação por nossos pecados" (1Jo 4,10). "O Pai enviou seu Filho como o Salv" 




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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra 






O que significa o Sinal da Cruz?


by Thais



Um sacramental para todos os momentos de sua vida

O Verbo se fez carne para salvar-nos, reconciliando-nos com Deus: "Foi Ele que nos amou e enviou-nos seu Filho como vitima de expiação por nossos pecados" (1Jo 4,10). "O Pai enviou seu Filho como o Salvador do mundo" (1Jo 4,14). "Este apareceu para tirar os pecados" (1Jo 3,5). (CIC §457)

E, achado em figura de homem, humilhou-se e foi obediente ate a morte, e morte de cruz! (Fl 2,5-8).

O sangue de Cristo foi derramado em nome de toda a humanidade sem exceção, até por aqueles que não o reconhecem como Filho de Deus, para nos purificar, lavar todos os nossos pecados. Este ato de total entrega teve o seu ápice em uma cruz de madeira.

A cruz (cruce, em latim) era motivo de vergonha, pois apenas os piores bandidos, a escória da sociedade, eram pregados no madeiro. Eles eram obrigados a carregar a pesada cruz em que seriam mortos; mas a cruz de Cristo era a mais pesada de todas elas, porque além de seu peso normal ela estava sobrecarregada com o peso dos pecados de toda a humanidade.

Cristo mudou o simbolismo da cruz

Após a sua morte violenta, a cruz passou a ser o símbolo da vitória de Deus sobre o mal. Logo a cruz passou a ser o sinal do cristão. É com este sinal que nós bradamos ao mundo que somos filhos de Deus. Onde se vê uma cruz sabe-se que ali há Cristo.

A Enciclopédia Britânica chama a cruz de "o principal símbolo da religião cristã". Num julgamento em tribunal na Grécia, a Igreja Ortodoxa Grega chegou a afirmar que aqueles que rejeitam a "Santa Cruz" não são cristãos. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cruz)

Segundo a tradição, o sinal-da-cruz remonta ao tempo dos Apóstolos. Alguns afirmam que o próprio Cristo, durante a sua gloriosa Ascensão, abençoou os discípulos com este símbolo de sua Paixão Redentora. Os Apóstolos e demais discípulos teriam, por conseguinte, propagado esta devoção em suas missões. (http://www.eradomilagre.com)

O cristão deve adotar o costume de fazer sempre o sinal da cruz antes de iniciar alguma atividade para confirmar que Deus está sempre a lhe acompanhar. Com isto invoca-se a presença divina em nosso meio, seja nos momentos de lazer, de trabalho, de dificuldades, de oração, da refeição, enfim, em todos os momentos de nossa vida.

O cristão começa seu dia, suas orações e suas ações com o sinal-da-cruz, "em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo. Amém". O batizado dedica a jornada à glória de Deus e invoca a graça do Salvador, que lhe possibilita agir no Espírito como filho do Pai. O sinal-da-cruz nos fortifica nas tentações e nas dificuldades. (CIC §2157)

No século II, Tertuliano, o primeiro escritor cristão de língua latina, exortava: "Para todas as nossas ações, quando entramos ou saímos, quando nos vestimos ou tomamos banho, estando à mesa ou acendendo as velas, quando vamos dormir ou nos sentar, no início de nossas obras, façamos o sinal-da-cruz". (Pe Eduardo Delazeri)

Ao fazermos o sinal da cruz professamos a nossa fé na Santíssima Trindade. Ao sermos batizados o fazemos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Pode-se fazer o sinal da cruz em si mesmo como uma forma de oração, de purificação, ou fazê-lo ao abençoar o filho, com um sinal da cruz em sua testa, por exemplo. Com isto trazemos a presença divina para nossos entes amados. Também, assim, o fazem os sacerdotes sobre os devotos ou sobre os objetos abençoando-os.

O Sinal da Cruz bem feito é riquíssimo em significado. Por Ele expressamos três verdades ou dogmas fundamentais da nossa fé: o Dogma da Santíssima Trindade, da Encarnação e da Morte de Jesus Cristo. Quando se diz: "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo", você está proclamando o Mistério da Santíssima Trindade. Quando você leva à testa a mão direita, dizendo: "Em nome do Pai" e desce com a mão na vertical e toca na altura do estômago continuando: "e do Filho", você está indicando o mistério da Encarnação: o Filho de Deus desceu ao seio da virgem Maria. Depois, levando a mão direita para o ombro esquerdo completando a cruz tocando o ombro direito, está se indicando a morte de Jesus na Cruz.( http://www.movimentoliturgico.com.br)

Devemos fazer o sinal da cruz de forma correta, com respeito, e não de qualquer jeito, como se estivéssemos espantando moscas ou nos abanando.

Ao fazer este sinal devemos estar conscientes de que este gesto nos une a Deus, é um ato de fé e de amor. Este mesmo gesto que foi realizado no dia de nosso batismo nos deixa uma marca indelével de pertença a Cristo. Portanto deve ser feita com respeito.

Como fazer corretamente o sinal da cruz?

(Sinal da Cruz na testa) Pelo Sinal da Santa Cruz

(Sinal da Cruz na boca) Livrai-nos Deus Nosso Senhor

(Sinal da cruz no Peito) dos nossos inimigos

(Sinal da Cruz) Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém.

O sinal da cruz é feito da seguinte forma: com a mão direita, levando-a da testa ao peito e do ombro esquerdo ao direito, pronunciando-se, ao mesmo tempo: "Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém." Com o polegar direito, fazer um pequeno sinal da cruz na TESTA, outro na BOCA e outro no PEITO, enquanto se pronuncia: "Pelo sinal da santa cruz, livrai-nos Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos".

O inimigo pode estar dentro de nossas cabeças, incutindo maus pensamentos. Podem ser pensamentos de luxúria, de desejo de vingança, de egoísmos, de realizar o mal. Muitas vezes não conseguimos dominar nossos próprios pensamentos. O mal pode sair de nossa boca com palavras ásperas, ditas em um momento de tensão. Muitas são as oportunidades em que deveríamos calar, mas proferimos palavras que depois nos arrependemos. E, por fim, devemos em nossos corações cultivar o bem, encher nossos corações com coisas boas, próprias de Cristo. Só podemos dar aquilo que temos em nossos corações: se ele está cheio de coisas ruins, praticaremos coisas más; se ele está repleto de bons sentimentos, seremos praticantes de boas ações. Lembram do ditado: quem semeia ventos, colhe tempestades. Se praticamos boas ações, coisas boas nos aconteceram.

Completemos o sinal da cruz:

(†) Pelo sinal da Santa Cruz,

(†) livrai-nos Deus, nosso Senhor,

(†) dos nossos inimigos,

(†) em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

Com este Sinal, que é o sinal do cristão, nós pedimos proteção contra os nossos inimigos.

São inimigos aqueles que atentem contra a nossa pessoa, para nos causar tanto males físicos, quanto espirituais. O Sinal da Cruz, feito antes de iniciarmos as nossas orações, nos predispõe a bem rezar.

Analisando o sinal da cruz

† Pelo sinal da Santa Cruz: ao traçarmos a primeira cruz em nossa testa com o polegar direito, nós estamos pedindo a Deus que proteja a nossa mente dos maus pensamentos e nos leve a ter pensamentos puros e nobres, que nos livre das ideologias malsãs e das heresias, mantendo a nossa inteligência alerta contra todos os embustes e ciladas do demônio;

† Livrai-nos Deus, Nosso Senhor: com esta segunda cruz sobre os lábios, estamos pedindo para que de nossa boca só saiam palavras de louvor: louvor a Deus, louvor aos seus Santos e aos seus Anjos; de agradecimento a Deus, pois tudo o que somos e temos são frutos da Sua misericórdia e do Seu amor e não dos nossos méritos; que as nossas palavras jamais sejam ditas para ofender o nosso irmão. Pedimos também que nos livre da gula, do excesso de apego a coisas inferiores, como, também, preservar nossa língua de toda a maldade e toda a mentira. A língua é uma arma de dois gumes, pois com ela você pode ferir, humilhar, difamar, envergonhar, esmagar, caluniar e matar. Mas com a língua você pode também, ensinar, orientar, animar, consolar, pacificar, abençoar e salvar. Outra passagem relacionada ao assunto é o Salmo que diz: "O justo meditará a sabedoria e sua língua falará segundo a justiça; a lei do Senhor está no seu coração". Ai esta a síntese de uma vida cristã, marcada pelo sinal da cruz. ("Justiça", na Sagrada Escritura, é sinônimo de santidade).

† Dos nossos inimigos: esta terceira cruz tem como objetivo proteger o nosso coração contra os maus sentimentos: contra o ódio, a vaidade, a inveja, a luxúria e outros vícios; fazer dele uma fonte inesgotável de amor a Deus, a nós mesmos e ao nosso próximo; um coração doce, como o de Maria e manso e humilde como o de Jesus, nos levando a ter um coração regido pela lei do Senhor, lei que Santo Agostinho tenta resumir nesta frase: "Ama e faze o que quiseres". Mas cuidado, muitos falam de amor, inclusive os que confundem amor com luxúria, liberdade com libertinagem, paz com acomodação, equilíbrio com mediocridade. Se somos cristãos, procuremos "as coisas do alto". E guardemos puro o nosso coração, "pois dele vêm as fontes da vida". E, então, a nossa capacidade de amar será dilatada. E veremos como é bom ser bom.

Na Missa

Fazer o sinal da Cruz ao entrar na igreja;

Fazer o sinal da Cruz junto com o sacerdote no momento da Acolhida;

Quando houver o Rito da Aspersão, fazer o sinal da Cruz quando o padre aspergir água em sua direção;

Na Liturgia da Palavra, leitura do Evangelho: "Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo ..." Na proclamação do Evangelho, aquele que proclama faz uma cruz com o polegar no livro dos evangelhos e três cruzes sobre si, na testa, na boca e no peito. A assembleia também faz as três cruzes sobre si. A cruz na testa lembra que o Evangelho deve ser entendido, estudado, conhecido; a cruz nos lábios lembra que o Evangelho deve ser proclamado, anunciado (missão de todo cristão); e a cruz no peito, à altura do coração, nos indica que o Evangelho, acima de tudo, deve ser vivido, pregado e testemunhado. Não é necessário fazer o quarto sinal da cruz no final;

Fazer o sinal da Cruz durante a bênção final, quando o sacerdote invocar a Trindade;
Fazer o sinal da Cruz ao sair da igreja, pra lembrar a nossa missão cristã de anunciar o Evangelho a toda criatura.

Não Tema

Qualquer que seja a sua dor ou problema, lembre-se que Jesus sofreu uma dor muito, mas muito maior e não desistiu, porque sabia que Deus estava com ele. Jó também não desistiu. Carregue a sua cruz, se ela te foi dada foi porque você podia carregá-la.

Jesus nos diz: "Vinde a Mim, vós todos que estais aflitos sob o fardo, e Eu vos aliviarei"



Via http://papocatolico.blogspot.com.br/2012/01/o-que-significa-o-sinal-da-cruz.html




Thais | 27/04/2014 às 12:20 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1aC












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(154) Evangelho Do Dia

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Quis homo bonae voluntatis donut authenticum non ab homine, sed ab eo qui misericors. Cessationem omnium pax includit accipiat vester pugnat contra Diabolum crebri sociis gloriosa, idest mundi et carnis.
Mariae, Mediatricis omnium gratiarum adoratio Divini Infantis incumbentes nobis impetrent penetrationem omnia plena sunt.
Et dimisi explicabunt perspectivae, et psallam tibi caeli et universis animantibus quae Regina: Gloria in altissimis Deo, et in terra pax hominibus bonae voluntatis.

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Et signum magnum apparuit in cælo: Mulier amicta sole, et luna sub pedibus eius et in capite eius corona stellarum duodecim.


Et peperit filium masculum, qui recturus erat omnes gentes in virga ferrea. Filius eius ad Deum et ad thronum eius et raptus.

Augusto de Piabetá - Blog Católico