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domingo, 4 de maio de 2014

[Novo post] Choro pelos cristãos crucificados, ainda há quem mate em nome de Deus – o Papa em Santa Marta




Thais publicou: "No centro da homilia desta sexta-feira na Missa celebrada pelo Santo Padre na Capela da Casa de Santa Marta, esteve o Evangelho da multiplicação dos pães e dos peixes e a leitura dos Atos dos Apóstolos em que os discípulos de Jesus são flagelados por orde" 




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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra 






Choro pelos cristãos crucificados, ainda há quem mate em nome de Deus – o Papa em Santa Marta


by Thais



No centro da homilia desta sexta-feira na Missa celebrada pelo Santo Padre na Capela da Casa de Santa Marta, esteve o Evangelho da multiplicação dos pães e dos peixes e a leitura dos Atos dos Apóstolos em que os discípulos de Jesus são flagelados por ordem do Sinédrio.



O Papa Francisco desenvolveu a sua meditação utilizando três imagens figurativas, três ícones para descrever a Palavra de Deus neste dia: o primeiro é o amor de Jesus pela gente, a sua atenção aos problemas, o seu acompanhamento manso e humilde; um segundo ícone em que o Santo Padre coloca em relevo os ciúmes das autoridades religiosas da época que não toleravam Jesus e que se deixavam dominar pela inveja; num terceiro ícone o Papa coloca a alegria do testemunho dos que foram flagelados. Neste particular o Santo Padre revelou ter chorado quando viu nos orgãos de comunicação social a notícia de cristãos que foram crucificados em certos países não cristãos. Também hoje – sublinhou o Papa – há tanta gente que em nome de Deus mata e persegue. E hoje em dia, ainda vemos tantos que, como os apóstolos se sentem felizes por serem ultrajados em nome de Jesus, colocando assim em ação o terceiro ícone da alegria do testemunho.



No final da homilia, o Papa Francisco recordou as três imagens retiradas da Palavra de Deus nesta sexta-feira para a reflexão pessoal de cada um de nós:
"Primeiro ícone: Jesus com a gente, o amor, o caminho que Ele nos ensinou, na qual devemos andar. Segundo ícone: a hipocrisia destes dirigentes religiosos, que tinham aprisionado o povo com todos estes mandamentos, com esta legalidade fria, dura e que pagaram para esconderem a verdade. Terceiro ícone: a alegria dos mártires cristãos, a alegria de tantos irmãos e irmãs nossos que na história sentiram esta alegria, este agrado de serem julgados dignos de suportarem ultrajes em nome de Jesus. E hoje há tantos! Pensai que em alguns países, apenas para levar o Evangelho, vais para a prisão. Tu não podes levar uma cruz: fazem-te pagar uma multa. Mas o coração está feliz. Os três ícones: olhemo-los, hoje. É parte da nossa história da salvação." (RS)




Thais | 04/05/2014 às 11:15 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1b7












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[Novo post] Foto da semana…




Thais publicou: " Cristãos que se recusaram a professar a fé muçulmana ou pagar resgate foram crucificados por jihadistas nesta sexta-feira (18) na Síria, denunciou uma freira síria à Rádio Vaticano. De acordo com a irmã Raghid, ex-diretora da escola do patria" 




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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra 






Foto da semana…


by Thais






Cristãos que se recusaram a professar a fé muçulmana ou pagar resgate foram crucificados por jihadistas nesta sexta-feira (18) na Síria, denunciou uma freira síria à Rádio Vaticano.

De acordo com a irmã Raghid, ex-diretora da escola do patriarcado grego-católico de Damasco, e que agora vive na França, "em cidades ou vilas ocupadas por elementos armados, os jihadistas e todos os grupos extremistas muçulmanos oferecem aos cristãos a shahada (a fé muçulmana) ou a morte. Em alguns casos pediram resgate".

— Por ser impossível renunciar à sua fé, sofreram o martírio. E o martírio de uma maneira extremamente desumana, de extrema violência. Em Maalula, por exemplo, crucificaram dois jovens porque eles recusaram a shahada.

Segundo a freira, em outra ocasião, "um jovem foi crucificado em frente a seu pai, que foi morto em seguida".

— Isso aconteceu em Abra, na zona industrial na periferia de Damasco.

De acordo com ela, depois dos massacres, os jihadistas "pegaram as cabeças das vítimas e jogaram futebol com elas", e ainda levaram os bebês das mulheres e "os penduraram em árvores com os seus cordões umbilicais".

A Rádio Vaticano publicou esta entrevista nesta Sexta-feira Santa, dia que a Igreja lembra a crucificação de Cristo em Jerusalém.

Enquanto a guerra civil cria espaço para massacres cometidos por todas as partes, a minoria cristã se posciona a favor do regime de Bashar al Assad , temendo justamente os islâmicos.

* * *

O papa Francisco confessou ter chorado ao saber da notícia de que alguns cristãos tinham sido crucificados na Síria nos últimos dias, disse nesta sexta-feira durante a homilia da missa que realiza a cada manhã em sua residência no Vaticano. "Eu chorei quando vi nos meios de comunicação a notícia de que cristãos tinham sido foram crucificados em certo país não cristão", explicou o papa em referência ao acontecimento durante a guerra civil síria.



Site G1 






Thais | 04/05/2014 às 11:13 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1b4












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[catolicos_respondem] O PARTIR DO PÃO Som !

 











  • O PARTIR DO PÃO... 





- "Tomou, então, o pão e, depois de dar graças partiu-o...". (Lc.22,17). 



A Liturgia da Palavra de hoje – 5 de Abril e 2ª-Feira da 3ª Semana da Páscoa – A, volta a falar-nos no milagre da Multiplicação dos pães, como protótipo da Eucaristia, e no significado do Partir do Pão. 

Na sua Epístola aos Romanos, S. Paulo escreveu : 

- "Rogo-vos, pois, irmãos, pela misericórdia de Deus, que ofereçais os vossos corpos como hóstia viva, santa e agradável a Deus; este é o culto racional que Lhe deveis prestar".(Ro.12,1). 

Estas palavras lembram irresistivelmente as palavras de Jesus na Última Ceia : 

- "Isto e o Meu corpo, que vai ser entregue por vós". (Lc.22,19). 

Portanto, quando S. Paulo nos exorta a oferecer os nossos corpos como um sacrifício, é como se dissesse a cada um de nós : 

- Tu, também, faz o que Jesus fez, tu, também, torna-te uma eucaristia para Deus !. Ele ofereceu-Se a Si mesmo a Deus como um sacrifício de suave odor; tu oferece-te a ti mesmo como um sacrifício vivo aceitável a Deus! 

É o próprio Jesus, e não apenas o Apóstolo, que nos exorta a fazer isto. 

Quando Jesus, logo após a instituição da Eucaristia, dissse : -"Fazei isto em Minha memória".(Lc.22,19), não disse apenas "fazei exactamente o que Eu fiz, repeti este mesmo ritual", mas as Suas palavras têm este sentidio: - "fazei essencialmente o que Eu fiz, oferecei os vossos corpos como sacrifício, como vistes que Eu fiz". 

Foi, aliás, isto o que João escreveu : 

- "Dei-vos o exemplo, para que, como Eu vos fiz, façais vós também". (Jo.13,15). 

Mas há ainda algo mais impressionante e mais apaixonante nas palavras de Jesus, como nos relata ainda S. Paulo : 

- "...Como o corpo é um só e tem muitos membros, e todos os membros do corpo, embora sejam muitos, constituem um só corpo, assim também Cristo.".(1 Cor.12,12). 

É como se Jesus nos tivesse dito : 

- "Deixai-Me oferecer ao Pai o Meu "corpo todo"; não deixeis que Eu Me Ofereça só a Mim próprio ! Portanto, completai o que ficou incompleto no meu oferecimento: fazei a minha alegria perfeita !. 

Vamos, pois, considerar o momento da consagração da Eucaristia a uma nova luz, pelo que nós agora sabemos, segundo escreveu Santo Agostinho : 

- "É também o nosso mistério que é celebrado no Altar". 

Para verdadeiramente celebrar a Eucaristia, nós devemos também "fazer" o que Jesus "fez". 

Mas o que é que Jesus fez naquela noite ? 

Acima de tudo Jesus cumpriu ou realizou uma acção : partiu o Pão ! 

Todas os relatos do Novo Testamento a respeito da Instituição da Eucaristia, dão uma especial ênfase a esta acção, de tal maneira que a Eucaristia ficou conhecida primitvamente como "O partir do Pão".(fractio panis). 

Talvez não tivéssemos ainda compreendido o sentido desta acção. 

Porque é que Jesus "partiu o pão?" 

Seria apenas para poder dar um pedaço dele a cada um dos Apóstolos ? 

Certamente que não. 

Esta acção, primariamente, teve um sentido sacrificial a ser consumado entre Jesus e o Pai, não significando apenas, partilhar, mas também "imolar". 

O Pão era Ele; partindo o Pão, Jesus parte-Se a Si mesmo, no sentido do que disse Isaías do Servo Sofredor : 

- "Foi castigado pelos nossos crimes, esmagado pelas nossas iniquidades, o castigo que nos salvou pesou sobre Ele, foram curados nas Suas chagas".(Is.53,5). 

Uma criatura humana, que é todavia o eterno Filho de Deus, "parte-Se" a Si mesmo perante Deus e isso significa que "obedece até à morte", para reafirmar que os direitos de Deus foram violados pelo pecado, para proclamar que Deus é Deus, e isso diz tudo. 

S. João apresenta-nos também o sentido do prtir do pão, no discurso na sinagoga de Cafarnaum, depois da Multiplicação dos pães e também depois dos discípulos de Emaús, que reconheceram Jesus no partir do pão : 

-"A obra de Deus é esta : que acrediteis n'Aquele que Ele enviou".(Jo.6,29). 

Seria impossível exprimir por palavras a essência do acto interior que acompanha a acção do "partir do Pão". 

Parece desagradável e cruel visto que é o acto supremo de louvor e de ternura, que alguma vez foi feito ou que alguma vez se fará na terra. 

Quando, na consagração, o celebrante toma nas suas mãos a hóstia delicada e frágil e repete as mesmas palavras "partiu o pão...", deve sentir-se envolvido nos mesmos sentimentos que encheram o coração de Jesus na quele momento : como Ele sujeitou completamente a Sua vontade humana ao Pai, ultrapassando toda a resitência e repetindo para si mesmo estas palavras da Escritura : 

- "Não quiseste sacrifício nem oblação, mas preparaste-Me um corpo. Os holocaustos e sacrifícios pelo pecado não Te agradaram. Então Eu disse : Eis que venho – como está escrito de Mim no livro – para fazer, ó Deus, a Tua vontade".(Heb.10,5-7). 

O que Jesus deu aos Seus discípulos para comer é o pão da Sua obediência e o Seu amor ao Pai. 

Cada um de nós, portanto, deve entender que o que Jesus "fez" naquela noite, nós devemos também fazer, acima de tudo, que é "partir-nos a nós mesmos, isto é, colocarmos perante Deus os nossos scarifícios, rebeliões contra nós ou contra os outros, submeter a nossa vontade e dizer "sim" a tudo o que Deus nos pede. 

E se asssim fizermos, estaremos sem dúvida a fazer da Eucaistia um verdadeiro meio de santificação. 

Talvez este significado do "Partir do Pão", nem sempre esteja presente quando vamos comungar, pelo que a Comunhão nem sempre seja para alguns de nós um "Meio de santificação". 

Vamos tentar recolher e sentir o verdadeiro significado do Partir do Pão, ao ritmo de uma vez por semana – Quintas-Feiras – como reflexo da Última Ceia em que Jesus Instituíu a Eucaristia e, pela primeira vez realizou o verdadeiro Partir do Pão. 



John

Nascimento 














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[Novo post] 204. Por que os protestantes não acreditam na santidade?




Thais publicou: " A antropologia protestante, diferentemente da católica, não crê que o homem possa ser santo. E isso se deve a uma discordância substancial nessas duas concepções. Esse confronto, por sua vez, pode ser resumido nas ideias de dois autores: Santa Teresa d'" 




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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra 






204. Por que os protestantes não acreditam na santidade?


by Thais





A antropologia protestante, diferentemente da católica, não crê que o homem possa ser santo. E isso se deve a uma discordância substancial nessas duas concepções. Esse confronto, por sua vez, pode ser resumido nas ideias de dois autores: Santa Teresa d'Ávila e Martinho Lutero, ambos do século 16. Em sua obra Castelo Interior , em que se apresenta ao leitor uma comparação da alma humana com um castelo ou, para usar uma expressão do livro, sete moradas, Santa Teresa afirma que, no centro do coração do homem - a sétima morada, por assim dizer -, habita a Santíssima Trindade, cujo brilho de sua luz só é encoberto pelo pecado. A fraqueza humana, escreve Santa Teresa, seria como que um véu a acobertar a grandeza da alma. Martinho Lutero, por outro lado, desenvolve um pensamento mais pessimista. No seu comentário à Carta de São Paulo aos Gálatas, ele descreve o homem como um pecador empedernido. A natureza humana, portanto, seria corrupta até o seu cerne, tendo a fé o papel de justificá-la perante Deus. Resta-nos, então, duas realidades extremamente opostas. A primeira considera o gênero humano como sendo bom e precioso aos olhos de Deus; já a segunda tem para si o homem como um ser ruim, em cuja fé encontra-se a única maneira de justificar-se diante de Deus. 

O ensinamento de Santa Teresa encontra eco em toda a Tradição Católica, embora também seja originário de suas próprias experiências místicas. O livro Castelo Interior, escrito por volta de seus 60 anos de idade, pode ser considerado a grande obra-prima da santa, mormente por apresentar importantes reflexões sobre a realidade da alma humana. Teresa a considera como uma jóia preciosa, e faz isso por dois motivos bem específicos: primeiro, porque o ser humano foi criado "à imagem e semelhança" de Deus; segundo, porque nosso interior seria como que o jardim das delícias de Deus. Ao comentar um trecho do livro de Provérbios, Santa Tereza explica que Deus gosta de habitar na alma dos justos e que, por isso, a Santíssima Trindade faz de nosso coração a sua morada predileta (Cf. 8, 31). Quando pecamos, no entanto, colocamo-nos alheios ao nosso coração, diz Santa Teresa. O castelo - que seria a nossa alma - fica vazio, uma vez que o nosso pecado nos expulsa de nós mesmos. Ocorre uma alienação, o homem perde sua própria identidade, indo morar no fosso do castelo, morada de animais peçonhentos e traiçoeiros - isto é, as nossas más inclinações. Com efeito, para que possamos adentrar ao castelo e atingir a sétima morada, temos de rezar, o que, na linguagem da santa de Ávila, significa relacionar-se amorosamente com Deus. 

A filósofa e irmã carmelita Edith Stein, canonizada em 1998 pelo Papa João Paulo II, como Santa Teresa Benedita da Cruz, certa vez se questionou sobre os escritos de Teresa d'Ávila, argumentando se seria possível que os psicólogos não tivessem acesso à própria alma. Edith Stein não conseguia compreender o raciocínio de Santa Teresa, uma vez que a psicologia tinha justamente o papel de conhecer a alma humana. Até que, finalmente, a futura irmã carmelita compreendeu que, de fato, somente por meio da oração podemos alcançar o conhecimento de nossa identidade. A psicologia não tem condições de compreender todo o mistério da humanidade, pois sua profundidade, embora apresente importantes contribuições para a ciência, não chega à medula do homem. Fica-se somente no fosso do castelo. E esse é o erro tanto da psicanálise quanto da teologia luterana[1]. Se fosse verdadeiramente um místico, Martinho Lutero teria entrado em contato com a profundeza de sua alma, teria compreendido o sol que erradia do Deus que habita nela, teria descoberto a Santíssima Trindade. 

O erro fatal da antropologia de Lutero é não reconhecer que o homem é capaz de amar a Deus, de participar deste mistério. A teologia luterana alcança somente uma parte do nosso ser. E, desprovida da profundidade da mística dos santos, enxerga-o de maneira inexata. Os santos como Santa Teresa d'Ávila, por sua vez, compreendem o íntimo de nosso ser, pois sabem que o que nos afasta de Deus não nos determina. A nossa identidade é precisamente outra. É aquela que se encontra em nosso âmago, no mais profundo da nossa alma: Deus, a Família Trinitária. Os pecados são os animais que tentam nos manter fora do castelo, nas primeiras moradas, impedindo-nos de corresponder à nossa vocação última: a santidade. Lembra-nos o Concílio Vaticano II: "Todos os cristãos são, pois, chamados e obrigados a tender à santidade e perfeição do próprio estado."[2] 

E para que essa perfeita santidade se torne realidade em nossas vidas, é preciso entrar no castelo. 
Referências






Thais | 04/05/2014 às 6:27 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1b1












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[Novo post] 10 conselhos de Bento XVI aos jovens




Thais publicou: "1) Conversar com Deus "Algum de vós poderia talvez identificar-se com a descrição que Edith Stein fez da sua própria adolescência, ela, que viveu depois no Carmelo de Colônia: "Tinha perdido consciente e deliberadamente o costume de rezar". Durante estes" 




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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra 






10 conselhos de Bento XVI aos jovens


by Thais



  • 1) Conversar com Deus

"Algum de vós poderia talvez identificar-se com a descrição que Edith Stein fez da sua própria adolescência, ela, que viveu depois no Carmelo de Colônia: "Tinha perdido consciente e deliberadamente o costume de rezar". Durante estes dias (de Jornada Mundial da Juventude) podereis recuperar a experiência vibrante da oração como diálogo com Deus, porque sabemos que nos ama e, a quem, por sua vez, queremos amar".

  • 2) Contar-lhe as penas e alegrias

"Abri o vosso coração a Deus. Deixai-vos surpreender por Cristo. Dai-lhe o 'direito de vos falar' durante estes dias. Abri as portas da vossa liberdade ao seu amor misericordioso. Apresentai as vossas alegrias e as vossas penas a Cristo, deixando que ele ilumine com a sua luz a vossa mente e toque com a sua graça o vosso coração.

  • 3) Não desconfiar de Cristo

"Queridos jovens, a felicidade que buscais, a felicidade que tendes o direito de saborear, tem um nome, um rosto: o de Jesus de Nazaré, oculto na Eucaristia. Só ele dá plenitude de vida à humanidade. Dizei, com Maria, o vosso 'sim' ao Deus que quer entregar-se a vós. Repito-vos hoje o que disse no princípio de meu pontificado: Quem deixa entrar Cristo na sua vida não perde nada, nada, absolutamente nada do que faz a vida livre, bela e grande. Não! Só com esta amizade se abrem de par em par as portas da vida. Só com esta amizade se abrem realmente as grandes potencialidades da condição humana. Só com esta amizade experimentamos o que é belo e o que nos liberta. Estai plenamente convencidos: Cristo não tira nada do que há de formoso e grande em vós, mas leva tudo à perfeição para a glória de Deus, a felicidade dos homens e a salvação do mundo".

  • 4) Estar alegres: querer ser santos

"Para além das vocações de consagração especial, está a vocação própria de todo o batizado: também é esta uma vocação que aponta para um 'alto grau' da vida cristã ordinária, expressa na santidade. Quando encontramos Jesus e acolhemos o seu Evangelho, a vida muda e somos impelidos a comunicar aos outros a experiência própria (…). A Igreja necessita de santos. Todos estamos chamados à santidade, e só os santos podem renovar a humanidade. Convido-vos a que vos esforceis nestes dias por servir sem reservas a Cristo, custe o que custar. O encontro com Jesus Cristo vos permitirá apreciar interiormente a alegria da sua presença viva e vivificante, para testemunhá-la depois no vosso ambiente".

  • 5) Deus: tema de conversa com os amigos

"São tantos os nossos companheiros que ainda não conhecem o amor de Deus, ou procuram encher o coração com sucedâneos insignificantes. Portanto, é urgente ser testemunhos do amor que se contempla em Cristo. Queridos jovens, a Igreja necessita autênticos testemunhos para a nova evangelização: homens e mulheres cuja vida tenha sido transformada pelo encontro com Jesus; homens e mulheres capazes de comunicar esta experiência aos outros".

  • 6) No Domingo, ir à Missa

"Não vos deixeis dissuadir de participar na Eucaristia dominical e ajudai também os outros a descobri-la. Certamente, para que dela emane a alegria que necessitamos, devemos aprender a compreendê-la cada vez mais profundamente, devemos aprender a amá-la. Comprometamo-nos com isso, vale a pena! Descubramos a íntima riqueza da liturgia da Igreja e a sua verdadeira grandeza: não somos os que fazemos uma festa para nós, mas, pelo contrário, é o próprio Deus vivo que prepara uma festa para nós. Com o amor à Eucaristia redescobrireis também o sacramento da Reconciliação, no qual a bondade misericordiosa de Deus permite sempre que a nossa vida comece novamente".

  • 7) Demonstrar que Deus não é triste

"Quem descobriu Cristo deve levar os outros para ele. Uma grande alegria não se pode guardar para si mesmo. É necessário transmiti-la. Em numerosas partes do mundo existe hoje um estranho esquecimento de Deus. Parece que tudo anda igualmente sem ele. Mas ao mesmo tempo existe também um sentimento de frustração, de insatisfação de tudo e de todos. Dá vontade de exclamar: Não é possível que a vida seja assim! Verdadeiramente não".

  • 8) Conhecer a fé

"Ajudai os homens a descobrir a verdadeira estrela que nos indica o caminho: Jesus Cristo. Tratemos, nós mesmos, de conhecê-lo cada vez melhor para poder conduzir também os outros, de modo convincente, a ele. Por isso é tão importante o amor à Sagrada Escritura e, em consequência, conhecer a fé da Igreja que nos mostra o sentido da Escritura".

  • 9) Ajudar: ser útil

"Se pensarmos e vivermos inseridos na comunhão com Cristo, os nossos olhos se abrem. Não nos conformaremos mais em viver preocupados somente conosco mesmo, mas veremos como e onde somos necessários. Vivendo e atuando assim dar-nos-emos conta rapidamente que é muito mais belo ser úteis e estar à disposição dos outros do que preocupar-nos somente com as comodidades que nos são oferecidas. Eu sei que vós, como jovens, aspirais a coisas grandes, que quereis comprometer-vos com um mundo melhor. Demonstrai-o aos homens, demonstrai-o ao mundo, que espera exatamente este testemunho dos discípulos de Jesus Cristo. Um mundo que, sobretudo mediante o vosso amor, poderá descobrir a estrela que seguimos como crentes".

  • 10) Ler a Bíblia

"O segredo para ter um 'coração que entenda' é edificar um coração capaz de escutar. Isto é possível meditando sem cessar a palavra de Deus e permanecendo enraizados nela, mediante o esforço de conhecê-la sempre melhor. Queridos jovens, exorto-vos a adquirir intimidade com a Bíblia, a tê-la à mão, para que seja para vós como uma bússola que indica o caminho a seguir. Lendo-a, aprendereis a conhecer Cristo. São Jerônimo observa a este respeito: 'O desconhecimento das Escrituras é o desconhecimento de Cristo'".

Fonte: opusdei.org.br





Thais | 04/05/2014 às 12:31 am | Tags: Biblia, conselho, Juventude | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1aY












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[Novo post] Evitem ser “cristãos morcegos”, pede Papa em homilia




Thais publicou: "Da Redação, com Rádio Vaticano Há cristãos que têm medo da alegria da Ressurreição que Jesus quer doar, e a vida deles parece um funeral. Mas Cristo ressuscitou e está sempre presente! Esta foi a reflexão central do Papa Francisco, na Missa celebrada, ne" 




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Evitem ser "cristãos morcegos", pede Papa em homilia


by Thais



Da Redação, com Rádio Vaticano

Há cristãos que têm medo da alegria da Ressurreição que Jesus quer doar, e a vida deles parece um funeral. Mas Cristo ressuscitou e está sempre presente! Esta foi a reflexão central do Papa Francisco, na Missa celebrada, nesta quinta-feira, 24, na Casa Santa Marta.

O Evangelho de hoje conta a aparição de Cristo ressuscitado aos discípulos. Francisco explicou que Jesus queria conduzi-los à alegria da Ressurreição, mas os discípulos não acreditavam, porque estavam chocados e cheios de medo, pensando terem visto um fantasma.

"Esta é uma doença dos cristãos. Temos medo da alegria. É melhor pensar: 'sim, sim, Deus existe, mas está lá; Jesus ressuscitado está lá'. Um pouco de distância. Temos medo da proximidade de Jesus, porque isso nos dá alegria. E assim se explicam tantos cristãos de funerais, não? A vida deles parece um funeral contínuo".

Segundo o Papa, essas pessoas preferem a tristeza, não a alegria. Deixam-se conduzir melhor nas sombras e não na luz. Nesse sentido, ele comparou esse tipo de cristãos aos morcegos. "Como aqueles animais que somente conseguem sair à noite, mas à luz do dia não, não veem nada. Com um pouco de senso de humor, podemos dizer que há cristãos morcegos, que preferem as sombras à luz da presença do Senhor".

O Papa destacou que Cristo, com Sua Ressurreição, traz a alegria de ser cristão, de segui-Lo, de andar pelos caminhos das bem-aventuranças. Muitas vezes, ressaltou Francisco, tem-se medo dessa alegria, há cristãos que foram derrotados na cruz, mas a vida cristã deve ser um diálogo com Jesus.

"Peçamos ao Senhor que faça com todos nós aquilo que fez com os discípulos, que tinham medo da alegria: abra a nossa mente e nos faça entender que Ele é uma realidade viva, Ele tem corpo e Ele está conosco. Deus nos acompanha. Ele venceu. Peçamos ao Senhor a graça de não ter medo da alegria".




Thais | 04/05/2014 às 12:20 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1aW












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[Novo post] Credo de Santo Atanásio




Thais publicou: " Este credo, apesar do nome, foi divulgado por Santo Ambrósio, foi incluído na liturgia, é autêntica profissão de fé e é totalmente reconhecido pela Igreja Católica. 1. Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica. 2. Porque aquele " 




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Credo de Santo Atanásio


by Thais



Este credo, apesar do nome, foi divulgado por Santo Ambrósio, foi incluído na liturgia, é autêntica profissão de fé e é totalmente reconhecido pela Igreja Católica.

  • 1. Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica.
  • 2. Porque aquele que não a professar, integral e inviolavelmente, perecerá sem dúvida por toda a eternidade.
  • 3. A fé católica consiste em adorar um só Deus em três Pessoas e três Pessoas em um só Deus.
  • 4. Sem confundir as Pessoas nem separar a substância.
  • 5. Porque uma so é a Pessoa do Pai, outra a do Filho, outra a do Espírito Santo.
  • 6. Mas uma só é a divindade do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, igual a glória, coeterna a majestade.
  • 7. Tal como é o Pai, tal é o Filho, tal é o Espírito Santo.
  • 8. O Pai é incriado, o Filho é incriado, o Espírito Santo é incriado.
  • 9. O Pai é imenso, o Filho é imenso, o Espírito Santo é imenso.
  • 10. O Pai é eterno, o Filho é eterno, o Espírito Santo é eterno.
  • 11. E contudo não são três eternos, mas um só eterno.
  • 12. Assim como não são três incriados, nem três imensos, mas um só incriado e um só imenso.
  • 13. Da mesma maneira, o Pai é onipotente, o Filho é onipotente, o Espírito Santo é onipotente.
  • 14. E contudo não são três onipotentes, mas um só onipotente.
  • 15. Assim o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus.
  • 16. E contudo não são três deuses, mas um só Deus.
  • 17. Do mesmo modo, o Pai é Senhor, o Filho é Senhor, o Espírito Santo é Senhor.
  • 18. E contudo não são três senhores, mas um só Senhor.
  • 19. Porque, assim como a verdade cristã nos manda confessar que cada uma das Pessoas é Deus e Senhor, do mesmo modo a religião católica nos proíbe dizer que são três deuses ou senhores.
  • 20. O Pai não foi feito, nem gerado, nem criado por ninguém.
  • 21. O Filho procede do Pai; não foi feito, nem criado, mas gerado.
  • 22. O Espírito Santo não foi feito, nem criado, nem gerado, mas procede do Pai e do Filho.
  • 23. Não há, pois, senão um só Pai, e não três Pais; um só Filho, e não três Filhos; um só Espírito Santo, e não três Espíritos Santos.
  • 24. E nesta Trindade não há nem mais antigo nem menos antigo, nem maior nem menor, mas as três Pessoas são coeternas e iguais entre si.
  • 25. De sorte que, como se disse acima, em tudo se deve adorar a unidade na Trindade e a Trindade na unidade.
  • 26. Quem, pois, quiser salvar-se, deve pensar assim a respeito da Trindade.
  • 27. Mas, para alcancar a salvacão, é necessário ainda crer firmemente na Encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo.
  • 28. A pureza da nossa fé consiste, pois, em crer ainda e confessar que Nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, é Deus e homem.
  • 29. É Deus, gerado na substância do Pai desde toda a eternidade; é homem porque nasceu, no tempo, da substância da sua Mãe.
  • 30. Deus perfeito e homem perfeito, com alma racional e carne humana.
  • 31. Igual ao Pai segundo a divindade; menor que o Pai segundo a humanidade.
  • 32. E embora seja Deus e homem, contudo não são dois, mas um só Cristo.
  • 33. É um, não porque a divindade se tenha convertido em humanidade, mas porque Deus assumiu a humanidade.
  • 34. Um, finalmente, não por confusão de substâncias, mas pela unidade da Pessoa.
  • 35. Porque, assim como a alma racional e o corpo formam um só homem, assim também a divindade e a humanidade formam um só Cristo.
  • 36. Ele sofreu a morte por nossa salvação, desceu aos infernos e ao terceiro dia ressuscitou dos mortos.
  • 37. Subiu aos Ceus e está sentado a direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.
  • 38. E quando vier, todos os homens ressuscitarão com os seus corpos, para prestar conta dos seus atos.
  • 39. E os que tiverem praticado o bem irão para a vida eterna, e os maus para o fogo eterno.
  • 40. Esta é a fé católica, e quem não a professar fiel e firmemente não se poderá salvar".



Thais | 04/05/2014 às 12:05 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1aU












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[hagiografia] 4 de Maio - São Floriano, Mártir (+ Caríntia, 304)

 



4 de Maio
São Floriano, Mártir
(+ Caríntia, 304)
Oficial veterano do exército imperial, foi martirizado na Caríntia, atual Áustria, no tempo de Diocleciano, porque o descobriram visitando na prisão cristãos ali detidos. Foi afogado num rio.



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[catolicos_respondem] HISTÓRIA DA SALVAÇÃO 3o DOMINGO DA PÁSCOA - A Som !

 














  • HISTÓRIA DA SALVAÇÃO 




(007) SEMPRE CONNOSCO ... 





(3º Domingo da Páscoa – A) 




A Ressurreição de Jesus inaugura um novo modo da sua presença connosco ! 

É pela Ressurreição que Jesus se torna plenamente «Emanuel», ou seja «Deus connosco». 

Esta proximidade, porém, é doutra natureza, diferente daquela que até aí os seus discípulos tinham com Ele. 

Uma presença para a qual eles não estavam preparados : 

«Os seus olhos estavam impedidos de O reconhecerem». 

É isto que assinala S. Lucas a propósito dos Discípulos de Emaús, que a Liturgia da Palavra evoca hoje outra vez. 

Porquê ? 

Porque, doravante, a sua presença não está mais circunscrita a um lugar e a um tempo. 

A sua presença adensa-se e universaliza-se ao mesmo tempo. 

«Onde dois ou três estiverem reunidos em Seu nome, Ele aí estará no meio deles». 

Foi a vivência que estes dois discípulos tiveram. 

Não O tendo reconhecido enquanto caminhava com eles, sentiram o efeito da sua presença ao «partir do pão». 

Reconheceram-n'O também na Palavra, quando Ele lhes «explicou em todas as Escrituras o que Lhe dizia respeito. 

Mas então Ele já se tinha retirado. 

É pela fé que nos abrimos a esta Presença Nova, presença íntima e densa, sempre a fazer apelo à Comunidade, lugar por excelência desta verificação crente, Comunidade ela própria sacramento da Presença celebrada e partilhada na Palavra e no Pão Eucarístico. 

A presença de Jesus no meio de nós, faz com que escute os nossos desabafos como aconteceu com os discípulos de Emaús, e que tem por nós quando nos vê fatigados e abatidos, como ovelhas sem pastor. 

Deus reage em função do que vê e escuta a nosso respeito e move-se para vir ao nosso encontro e estar presente junto de nós. 

Uma Presença connosco, sem a qual não podemos fazer parte do Plano da História da Salvação. 



John

Nascimento 

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Emocionante! Deus é perfeito!




Quis homo bonae voluntatis donut authenticum non ab homine, sed ab eo qui misericors. Cessationem omnium pax includit accipiat vester pugnat contra Diabolum crebri sociis gloriosa, idest mundi et carnis.
Mariae, Mediatricis omnium gratiarum adoratio Divini Infantis incumbentes nobis impetrent penetrationem omnia plena sunt.
Et dimisi explicabunt perspectivae, et psallam tibi caeli et universis animantibus quae Regina: Gloria in altissimis Deo, et in terra pax hominibus bonae voluntatis.

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Et signum magnum apparuit in cælo: Mulier amicta sole, et luna sub pedibus eius et in capite eius corona stellarum duodecim.


Et peperit filium masculum, qui recturus erat omnes gentes in virga ferrea. Filius eius ad Deum et ad thronum eius et raptus.

Augusto de Piabetá - Blog Católico