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segunda-feira, 26 de maio de 2014

ORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAIS A Adoração das Quarenta Horas






ORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAIS





A Adoração das Quarenta Horas


Posted: 25 May 2014 01:30 AM PDT





No século XIII nasceu um Movimento Eucarístico

que deu origem à Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento




Rei e Senhor do Universo, merece Jesus Cristo Nosso Senhor, real e verdadeiramente presente na Sagrada Eucaristia, que se Lhe prestem honras públicas, devidas a seus direitos sobre toda a criação.




Entre elas, a piedade católica, sancionada posteriormente por decretos pontifícios, excogitou a Adoração das 40 Horas, em que durante três dias o Santíssimo Sacramento é solenemente exposto, noite e dia, à pública adoração. Neste período, nenhum leigo deve entrar a rezar no presbitério.




Os Romanos Pontífices concederam inúmeras indulgências aos que publicamente façam atos de veneração ao divino Juiz e Rei Soberano, entre elas a de poder ganhar, em cada um dos três dias, uma indulgência plenária, fazendo uma visita a Sua Divina Majestade, tendo-se confessado e comungado, rezando diante do Santíssimo cinco Pater, Ave e Gloria, acrescentando mais um pelas intenções do Romano Pontífice. Outrossim, tantas vezes quantas se faça tal visita, podem-se ganhar quinze anos de indulgência.




A seguir, um resumo da história desta devoção, das principais normas litúrgicas e de algumas normas práticas, adequadas às dificuldades das capelas pequenas, nas quais um só sacerdote estará presente.




História




Na Idade Média (pelo menos desde o século X), difundiu-se em muitos lugares a devoção ao Santo Sepulcro do Salvador. Mantinha-se este erigido desde a Adoração da Cruz, na Sexta-Feira Santa, até a Missa de Ressurreição do Domingo de Páscoa.







O Concílio de Trento reforçou a devoção eucarística ao Corpo de Cristo, Corpus Christi




Durante este tempo (cerca de 40 horas) os fiéis oravam diante dele, recitando ou cantando salmos e outras preces, em memória e reconhecimento da morte e sepultura do Senhor, que também esteve no Sepulcro cerca de 40 horas, segundo fundada opinião,




Ao princípio, punha-se no sepulcro o símbolo de Jesus Cristo: a Cruz. No século XII, depositava-se nele o Crucifixo ou a imagem de Cristo.




Mais tarde, no século XIV, colocou-se em relicário, incrustado no flanco desta imagem, o mesmo Corpo sacramentado de Jesus (com o qual a função adquiria um caráter de viva realidade, que excitava extraordinariamente a devoção dos fiéis).




Por último, colocou-se no Sepulcro — digamos Tabernáculo — unicamente Jesus Sacramentado.




Entretanto, esta devoção não seguiu em todas as partes o mesmo processo.





Já no século X o santo Bispo Ulrico, de Augsburgo, depositava no Sepulcro somente o Santíssimo Sacramento.




E no século XII os habitantes de Zara, metrópole da Dalmácia, também velavam Jesus Sacramentado, encerrado no Sepulcro, desde o entardecer de Quinta-Feira Santa até o meio-dia do Sábado Santo, por antecipar-se para este dia a Missa de Ressurreição, como se faz hoje.




Bastava que esta função — chamada já no século XIII Oratio XL Horarum in Passione Domini — se transferisse para outros dias do ano, para que dela resultasse a atual função das 40 Horas. O traslado fez-se no século XVI.




Em 1527, Antonio Belloto fundou na Igreja do Santo Sepulcro de Milão uma confraria, cujo objetivo precípuo era orar durante quarenta horas diante do Santíssimo posto no sepulcro, nas quatro principais festividades do ano, em memória da morte e sepultura de Jesus, com o fim de impetrar remédio para as grandes calamidades que então afligiam a Cristandade.




 

Dois anos mais tarde, o Pe. Tomás Nietto, OP, começou a propagar em todas as igrejas paroquiais de Milão essa devoção, divulgada em seguida por Santo Antonio Maria Zaccaria, com fruto ainda mais abundante, tanto em Milão como em Vicenza, pelos anos 1530 a 1534; com a particularidade de que este principiou a celebrar as 40 Horas com o Santíssimo Sacramento visivelmente exposto, como se fazia desde o século XIV em muitos lugares, em outras funções de Exposição.




Vale esclarecer que, quando foi introduzida a procissão de Corpus Christi, na segunda metade do século XIII, o Santíssimo era levado num vaso ou cálice cerrado e coberto por um véu.




As custódias ou monstratoria, que através de um cristal deixavam ver o Santíssimo Sacramento, parece que começaram a ser usadas no século XIV, e somente em alguns lugares.




Nos tempos de São Carlos Borromeo (1538-1584), observava-se em Milão um vestígio dessa disciplina antiga, pois, se bem que exposto o Santíssimo dentro de um vaso cilíndrico de cristal rematado em pirâmide, através do qual se podia ver a Sagrada Hóstia, tal vaso se cobria com um largo véu, por reverência à Sua Divina Majestade.




A Exposição do Santíssimo — visível ou velado no cálice — para sua adoração pelos fiéis é uma das principais manifestações do desenvolvimento do culto direto a Jesus na Sagrada Eucaristia, que teve lugar sobretudo a partir do século XIII, influindo não pouco sobre essa iniciativa o combate às heresias contra a presença real de Jesus Cristo no Sacramento, que apareceram a partir do século XI até o século XVI.




Tais heresias, avivando a crença do povo cristão na divina Eucaristia, fizeram sentir a necessidade de render a Nosso Senhor a homenagem que reclamam Sua divindade e Sua bondade no Santíssimo Sacramento.




Claro que contribuíram para estender mais e mais as Exposições, públicas ou privadas, a Festa de Corpus Christi e o exercício das 40 Horas.





Estas manifestações foram o termo feliz da evolução da devoção ao Santo Sepulcro de Nosso Senhor Jesus Cristo. Deus reservava aos tempos modernos esse foco de piedade da Exposição da Sagrada Eucaristia, que sua Providência nos depara com a habitual suavidade de seus traços divinos.




Por fim, o famoso pregador Pe. José de Fermo promoveu, nos anos 1537 e 1538, a instituição da Adoração Perpétua nas igrejas de Milão, pela qual nestas se sucedia, sem interrupção, a celebração das 40 Horas.




Santo Inácio de Loyola, com os seus, levou esta devoção a Roma. Foram também os jesuítas que a introduziram na Alemanha.




Paulo V a aprovou por primeira vez em 1539, e Clemente XI ordenou definitivamente seu rito, estabelecendo-a em Roma, em turno de Adoração Perpétua, mediante a famosa Instrução Clementina, publicada em 1705.




Da capital do orbe católico, estenderam-se as 40 Horas por todo o mundo.








(Fonte: Pe. José Vendrell, Pe. Antonino Tenas, Pe. Pedro Farnés, Pe. Joaquín Solans, "Manual Litúrgico" - Subirana, Barcelona, 1955, 2º vol., pp. 351-352, 189-390)











[hagiografia] 26 de Maio - São Felipe Néri, Confessor (+ Roma, 1595)



26 de Maio

São Felipe Néri, Confessor

(+ Roma, 1595)


Nascido em Florença, foi o Apóstolo de Roma, ali tendo fundado a Congregação dos Padres do Oratório, com o objetivo de fazer apostolado entre os católicos leigos da Cidade Eterna. Era conhecido pelo bom humor e pela forma original e vivaz, muito adequada ao público italiano, com que pregava e ensinava. Amigo de vários Papas, nunca quis aceitar a dignidade cardinalícia.

domingo, 25 de maio de 2014

[Novo post] Foto da semana (Visita do Papa á Terra Santa)




Thais publicou: "Jerusalém, domingo, 25 de maio de 2014 – Basílica do Santo Sepulcro: Papa Francisco e o Patriarca cismático Bartolomeu beijam a "Pedra da Unção", onde repousou o Santo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Antes, ambos participaram de uma celebração ecumêni"





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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra








Foto da semana (Visita do Papa á Terra Santa)


by Thais



 

Jerusalém, domingo, 25 de maio de 2014 – Basílica do Santo Sepulcro: Papa Francisco e o Patriarca cismático Bartolomeu beijam a "Pedra da Unção", onde repousou o Santo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Antes, ambos participaram de uma celebração ecumênica juntamente com os Ordinários Católicos da Terra Santa, os Arcebispos copta, siríaco, etiópico e os Bispos anglicano e luterano.

Afirmou o Papa que as divergências não devem nos assustar e paralisar o nosso caminho. Devemos acreditar que, como a pedra do sepulcro foi removida, assim também poderão ser removidos os obstáculos que ainda impedem a nossa plena Comunhão. Esta será uma graça de ressurreição, que, desde já, podemos experimentar. Todas as vezes que temos a coragem de dar e receber o perdão, uns aos outros, fazemos experiência da ressurreição! Todas as vezes que superamos os antigos preconceitos e promovemos novas relações fraternas, recordou o Bispo de Roma, confessamos que Cristo ressuscitou verdadeiramente! Todas as vezes que desejamos a unidade da Igreja, brilha a luz da manhã da Páscoa! E o Papa exortou:

"Desejo renovar o desejo, expresso pelos meus Predecessores, de manter diálogo com todos os irmãos em Cristo, para encontrar uma forma de exercer o ministério próprio do Bispo de Roma, que, em conformidade com a sua missão, possa se abrir a uma nova situação e ser, no contexto atual, um serviço de amor e de comunhão reconhecido por todos".

O Papa Francisco concluiu seu pronunciamento admoestando a colocar de lado as hesitações que herdamos do passado e abrir o nosso coração à ação do Espírito Santo, Espírito de Amor e de Verdade, para juntos caminhar rumo ao dia abençoado da tão desejada plena Comunhão.

Informações: News.va



Thais | 25/05/2014 às 10:40 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cB




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[catolicos_respondem] JESUS ENTREGOU O SEU ESPÍRITO - S0m !





















  • JESUS ENTREGOU O SEU ESPÍRITO







Mas quando vier o Consolador, que vos hei-de enviar da parte do Pai, o Espírito de Verdade, que procede do Pai, Ele testificará por Mim" .




" Nas Tuas mãos entrego o Meu Espírito".





Se nos preguntarmos a nós mesmos porque é que o acontecimento da Cruz não acabou e se não concluiu por si mesmo, tal como acontece com qualquer outro acontecimento da História, mas se torna relevante em cada dia, a resposta final é o Espírito Santo.

Na sua encíclica sobre o Espírito Santo, o Papa Leão XIII escreveu :

- "Cristo completou todo o Seu trabalho, especialmente o Seu sacrifício, através da intervenção do Espírito Santo(præsente Spiritu)".

Durante a Missa, exactamente antes da Comunhão, o celebrante diz :

- "Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, que, por vontade do Pai, cooperando o Espírito Santo, destes vida ao mundo pela Vossa morte..."

Tudo isto é baseado nas palavras da Escritura que dizem :

- "...Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito Santo ofereceu a Si mesmo sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência das obras mortas para servir a Deus vivo".(He.9,14).

Estas palavras dão uma nova luz ao acontecimento da Cruz ; tornam "espiritual" um acontecimento, como trabalho do Espírito Santo.

Foi o Espírito Santo, que é amor, que movimentou as profundidades do coração humano de Cristo a oferecer-Se a Si mesmo ao Pai por nós e o levou a abraçar a Cruz.

Ao Espírito Santo chama-se Espírito "eterno", para significar que não tem fim, como tinham os sacrifícios do Antigo Testamento, mas que será "para sempre".

Graças ao Espírito "eterno", Jesus garantiu-nos uma Redenção "eterna" :

- "Entrou uma só vez no Santo dos Santos...com o Seu próprio sangue, tendo obtido uma redenção eterna".(He,9,12).

O Sacrifício da Cruz terminou precisamente quando Jesus, inclinando a Sua cabeça dsse :

- "Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito".(Lc.23,46).

Foi como uma luz nova que se acendeu para não mais se apagar.

Jesus de Nazaré não ficou mais connosco, porque voltou para o Pai : mas em seu lugar, o Seu Espírito permanece connosco "para sempre".

- "Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Consolador, para estar convosco para sempre".(Jo.14,16).

Os Sacramentos da Igreja, especialmente a Eucaristia, tornaram-se possíveis pelo Espírito de Jesus que vive na Igreja.

Se nós celebrarmos a nossa Missa, como Jesus fez na Cruz "em comunhão com o Espírito Santo" Ele dará uma nova luz à nossa celebração, a qual se tornará um "sacrifício vivo agradável a Deus".

E é assim, e só assim, que a Eucaristia é para nós meio de santifcação, e nós damos a nossa resposta à Presença Real.

E depois disto, estava prestes o Mistério da Ascensão, que ninguém sabia como iria acontecer, embora Jesus tivesse dito muitas vezes que iria para o Pai, de modo que não podiam fazer uma preparação e uma despedida emocionante ao ver Jesus subir e desaparecer nos Céus.

Mas nós, presentemente, estamos mais informados pelos Evangelhos e podemos viver este acontecimento com um verdadeiro espírito de despedida, na certeza de que connosco ficará o Advioado, o Consolador, para estar para sempre connosco..



John


Nascimento















__._,_.___



Enviado por: "John A. Nascimento" <nascimentoja@Shaw.ca>



[Novo post] A Nova Missa e a Fé Católica




Thais publicou: " A Igreja de Cristo foi instituída para uma dupla missão: uma missão de fé e uma missão de evangelização dos homens redimidos pelo sangue do Salvador. A Igreja deve entregar aos homens a fé e a graça: a fé através de seu ensinamento, a graça através do"





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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra








A Nova Missa e a Fé Católica


by Thais



 

A Igreja de Cristo foi instituída para uma dupla missão: uma missão de fé e uma missão de evangelização dos homens redimidos pelo sangue do Salvador. A Igreja deve entregar aos homens a fé e a graça: a fé através de seu ensinamento, a graça através dos sacramentos que lhe confiou Nosso Senhor Jesus Cristo.

Sua missão de fé consiste em transmitir aos homens a Revelação, feita ao mundo por Deus, das realidades espirituais e sobrenaturais, assim como sua conservação, através do tempo e dos séculos, sem alterações. A Igreja Católica é, antes de tudo, a fé que não muda; é como - disse São Paulo - "A coluna de verdade", a qual é sempre fiel a si mesma e inflexível testemunha de Deus - atravessa o tempo dentro de um mundo em perpétuas mudanças e contradições.
Através dos séculos, a Igreja Católica ensina e defende sua fé em nome de um só critério: "O que sempre acreditou e ensinou". Todas as heresias, contra as quais a Igreja constantemente enfrentou, foram sempre julgadas e reprovadas em nome da não conformidade com este princípio. O primeiro princípio reflexo da hierarquia na Igreja, e especialmente da romana, foi manter sem mudanças a verdade recebida dos Apóstolos e do Senhor. A doutrina do Santo Sacrifício da Missa pertence a este tesouro de verdade da Igreja. E, se hoje em dia, nesta matéria em particular, aparece uma espécie de ruptura com o passado da Igreja, tal novidade deveria alertar qualquer consciência católica, como nos tempos de grandes heresias nos séculos passados, e provocar universalmente uma confrontação com a fé da Igreja que não muda.

O que é a Missa?

Desde logo, bem sabemos que a Missa antiga não nos foi dada toda pronta. Ela conservou o essencial das celebrações feitas pelos Apóstolos por ordem de Cristo; e se foram aderindo novas orações, louvores e precisões, para explicar melhor o mistério eucarístico e preservá-lo das negações heréticas.
Assim, a Missa foi elaborada progressivamente, em torno a um núcleo primitivo que nos legaram os Apóstolos, testemunhas da instituição de Cristo. Como uma moldura que sustenta uma pedra preciosa ou o tesouro confiado à Igreja, a santa Missa foi pensada, ajustada, ornada como uma música. O melhor foi escolhido, como na construção de uma catedral. Explicitou com arte o que tinha de implícito em seu mistério. Podemos dizer que, como a semente de mostarda, lançou ramos, porém já estava tudo contido na semente.
Esta progressiva elaboração ou explicação foi concluída, quanto ao essencial, na época do Papa São Gregório, no século VI. Só se acrescentou posteriormente alguns complementos secundários. Este trabalho dos primeiros séculos do cristianismo realizou assim uma obra de fé para pôr ao alcance da inteligência humana, a instituição de Cristo, na sua verdade reconhecida.
A Missa é, portanto, a explicitação do mistério eucarístico e sua celebração.

A doutrina católica definida

Diante das negações de Lutero, o Concílio de Trento reafirmou a doutrina intangível da Igreja Católica e a definiu, quanto ao Santo Sacrifício da missa, essencialmente nos três pontos de doutrina seguintes:
1. A presença de Cristo é real na Eucaristia;
2. A Missa é um verdadeiro sacrifício, é substancialmente o sacrifício da cruz, renovado, verdadeiro sacrifício propiciatório ou expiatório em remissão dos pecados, e não unicamente sacrifício de louvor ou de ação de graças;
3. O papel do sacerdote, no oferecimento do Santo Sacrifício da Missa, é essencial e exclusivo: o sacerdote, e só ele, recebeu, por meio do sacramento da Ordem, o poder de consagrar o Corpo e o Sangue de Cristo.
A Missa tradicional milenar, latina e romana, expressa com suma claridade toda a densidade desta doutrina, sem suprimir nada do mistério.

O que ocorre com a Missa nova?

Sabemos que a nova Missa foi imposta ao mundo católico por necessidades ecumênicas porque era o maior obstáculo à unidade com os reformados do século XVI. Em efeito, a Santa Missa tradicional afirma com precisão, sem evasivas, a fé católica que negam os protestantes, nos três pontos essenciais da doutrina da Missa, que são:
- A realidade da presença real;
- A realidade do sacrifício;
- A realidade do poder sacerdotal.
A nova Missa vai simplesmente abafar esta fé católica. Assim, o novo rito introduzido, que se tornou indiferente ao dogma, poderá acomodar-se com uma fé puramente protestante, ou inclusive servir de ponto de encontro ao mundo da unidade ecumênica para uma celebração única, na qual os dogmas discutidos foram velados com prudência, e só foram conservados os gestos, as expressões e as atitudes que podem ser interpretadas segundo a fé de cada um. Pode-se negar a evidência dos fatos? As mudanças trazidas pela Missa nova correspondem precisamente aos pontos de doutrina contestados por Lutero.

A Missa nova e a Presença real

Na Missa nova, a presença real não tem mais o papel central que a antiga liturgia eucarística evidenciava.
Foi eliminada qualquer referência, até mesma indireta, à presença real.
Damo-nos conta com assombro que os gestos e sinais com os quais se expressava de maneira espontânea a fé na presença real foram abolidos ou gravemente alterados.
Mesmo as genuflexões - gestos expressivos da fé católica - foram suprimidas como tais. Apesar de que, por exceção, foi conservada a genuflexão depois da elevação. Por desgraça, devemos observar que se perdeu o seu significado exato de adoração à presença real.



Na Missa tradicional, depois das palavras da consagração, o sacerdote faz imediatamente uma primeira genuflexão, que significa - sem equívoco possível - que Cristo se acha no altar, realmente presente, e isso é a causa das próprias palavras da consagração pronunciadas pelo sacerdote. Após a elevação, o sacerdote faz uma segunda genuflexão: tem o mesmo sentido que a primeira e justapõe uma inexistência. Na Missa nova se suprimiu a primeira genuflexão. Mas, no entanto, se conservou a segunda. Essa é a armadilha para gente mal informada das astúcias do modernismo: com efeito, esta segunda genuflexão, isolada da primeira, pode agora receber uma interpretação protestante. Apesar de que a fé protestante não se acomoda com a presença real física de Cristo na Eucaristia, reconhece, porém, certa presença espiritual do Senhor devida à fé dos crentes. Daí, pois, na nova Missa, o celebrante não adora em seguida a Hóstia que acaba de consagrar, mas em primeiro lugar eleva-a e a apresenta à assembléia dos fiéis, a qual engaja sua fé em Cristo, e esta fé o faz presente de maneira espiritual. Logo, se ajoelha e se adora, o que pode ser feito num sentido inteiramente protestante de uma presença exclusivamente espiritual.

O rito exterior pode assim acomodar-se com uma fé exclusivamente subjetiva, e inclusive com a negação do dogma da Presença real. A genuflexão mantida depois da elevação da Hóstia e do cálice pode agora ser interpretada do modo protestante. Tem agora uma significação que pode adaptar-se à fé de cada um e, por isso, é equívoca. Tal rito não segue sendo a expressão clara da fé católica.



Outras alterações do rito tradicional – mesmo quando são menos graves que as que tocam o coração da Missa - levam todas, porém, a uma diminuição do respeito devido à Sagrada Presença. Nesta ordem, devem ser mencionadas as seguintes supressões, que, isoladas, poderiam parecer menores, contudo, consideradas no seu conjunto, indicam-nos o espírito que prevaleceu nas reformas. Suprimiram-se:
- A purificação dos dedos do sacerdote sobre o cálice e no cálice;
- A obrigação para o sacerdote de manter juntos os dedos que tocaram a hóstia depois da Consagração, para evitar qualquer contato profano;
- A pália que protege o cálice;
- O dourado obrigatório do interior dos vasos sagrados;
- A consagração do altar, se for fixo;
- A pedra sagrada e as relíquias postas no altar, se for móvel;
- As toalhas para o altar, cuja quantidade foi reduzida de três para uma;
- As prescrições para o caso de uma Hóstia consagrada cair no solo.

A estas supressões, que representam uma diminuição do respeito que se deve à presença real, é importante acrescentar as atitudes que se inclinam no mesmo sentido e que foram quase impostas aos fieis:

- A comunhão de pé e quase sempre na mão;

- A ação de graças que - muito curta – se convida a fazer sentado;

- A posição de pé depois da consagração.

Todas essas alterações, agravadas pelo afastamento do sacrário, muitas vezes relegado para um canto do presbitério, convergem na mesma orientação que consiste em manter em silêncio o dogma da presença real. Estas observações se aplicam ao novo Ordo Missae, seja qual for o cânon que se escolha, inclusive se a nova Missa se disser com o 'cânon romano'.

A Missa nova e o Sacrifício Eucarístico

Além do dogma da presença real, o Concílio de Trento definiu a realidade do sacrifício da Missa, que é a renovação do sacrifício do calvário e que nos aplica os seus frutos de salvação para a remissão dos pecados e nossa reconciliação com Deus. Assim, a Missa é um sacrifício. Também é uma comunhão, porém uma comunhão ao sacrifício previamente celebrado: um convite, no qual se come a vítima imolada do sacrifício. Então, a Missa é, em primeiro lugar, um sacrifício e, em segundo lugar, uma comunhão ou comida.
Pois bem, toda a estrutura da nova Missa acentua o aspecto da celebração como comida, em prejuízo do aspecto sacrifical. Isso vai, portanto, mais gravemente no sentido da heresia protestante.


A substituição do altar do sacrifício pela mesa voltada para os fiéis testemunha, por si só, toda uma nova orientação. Pois, se a Missa é uma simples comida, é conforme os costumes reunir-se ao redor de uma mesa, e não interessa para nada um altar erigido frente à cruz do Calvário.
Assim também, a "Liturgia



da Palavra" (que nos convidam também a chamar de "mesa da palavra") foi desenvolvida a ponto de ocupar a maior parte do espaço-tempo da nova celebração e diminui, portanto, na mesma proporção, a atenção devida ao mistério eucarístico e ao seu sacrifício. Essencialmente, cabe destacar a supressão do Ofertório da vítima do sacrifício e sua substituição pela oferenda dos dons. Esta substituição torna-se propriamente grotesca e até parece caricatura, pois significa a oferenda de um pouco de pão e de algumas gotas de vinho, fruto da terra e do trabalho dos homens, que nos atrevemos a apresentar a Deus soberano. Até mesmo os pagãos faziam muito melhor, já que não ofereciam para a divindade migalhas de pão, senão algo mais substancial: um touro ou outro animal, cuja imolação era para eles um verdadeiro sacrifício. Lutero se sublevou de modo patente contra a presença do Ofertório no sacrifício na Missa católica. Não tinha se equivocado em sua perspectiva negadora: só a presença da oferenda da vítima já é a incontestável afirmação de que se trata realmente de um sacrifício, e de um sacrifício expiatório para a remissão dos pecados. O Ofertório da Missa católica era, então, um obstáculo para o ecumenismo. Não duvidaram em caricaturá-lo e aí também agir violentamente contra a fé católica. O antigo Ofertório precisava a oblação do próprio sacrifício de Cristo: "Recebei, Pai santo... esta hóstia imaculada"... (hanc immaculátam hóstiam) "Nós Vos oferecemos, Senhor, o cálice da salvação"... (cálicem salutáris).
Não era nem o pão nem o vinho que se oferecia a Deus, mas já a hóstia imaculada, o cálice da salvação, na perspectiva da consagração que se fará a seguir. Alguns liturgistas, preocupados demais com a letra do rito, pretendiam que se tratasse de uma antecipação. Estavam muito enganados. A intenção da Igreja, expressa através do sacerdote, é efetivamente a de oferecer a própria vítima do sacrifício (e de forma alguma o pão e o vinho). No sacrifício da missa, tudo se realiza no momento exato da consagração, quando o sacerdote atua "in persona Christi" e quando o pão e o vinho são transubstanciados no corpo e no sangue de Cristo. Mas, posto que todas as riquezas espirituais do mistério eucarístico não se podem expressar ao mesmo tempo, a liturgia da Missa as expõe a partir do Ofertório. Logo, não se trata de antecipação, mas de perspectiva.
Na nova Missa, suprimiu-se então o Ofertório da vítima do sacrifício, mas suprimiram-se igualmente os sinais da cruz sobre as oblatas, os quais eram uma constante referência à cruz do Calvário.


Assim, de maneira convergente, a primeira realidade da Missa, a renovação do sacrifício do Calvário, está diminuída nas suas expressões concretas. E isso está inclusive no centro da celebração. Com efeito, as palavras da Consagração no rito inovador são pronunciadas pelo sacerdote em um tom narrativo, como se fosse o relato de um acontecimento passado, e não mais em tom intimativo, como uma consagração feita no momento presente e proferida em nome da pessoa em cujo nome o sacerdote atua. E isso é muito grave. (Nota: Nosso Senhor Jesus Cristo confere ao sacerdote o poder de consagrar "na Pessoa de Cristo". O sacerdote atua in persona Christi, o sacerdote consagra na Pessoa de Cristo).

Qual poderá ser, dentro desta nova perspectiva, a intenção do celebrante? Intenção que, como recorda o Concílio de Trento, é uma das condições para a validez da celebração. Essa intenção já não é mais significada no cerimonial do rito. O sacerdote que celebra pode, sem dúvida alguma, supri-la por sua própria vontade e a Missa poderá ser válida. Porém, o que acontecerá com os sacerdotes inovadores, preocupados antes de tudo pela ruptura com a antiga Tradição? Neste caso a dúvida se torna legítima. E já em nada se poderá distinguir, segundo as aparências e na sua estrutura geral, a nova Missa da ceia protestante.
Dizem-nos que se conservou o Cânon romano. Nas primeiras prescrições do novo rito se lê a possibilidade que se dá ao celebrante de escolher este Cânon ao lado de três outras Orações eucarísticas.

O que significa essa escolha?

O Cânon romano que se conserva já não é o antigo cânon. De fato, foi mutilado de várias maneiras: foi mutilado no próprio ato da consagração, como acabamos de ver; foi mutilado pela supressão dos sinais de cruz repetidos; foi mutilado ao suprimir as genuflexões, expressão da fé na Presença real; e já não está mais pré-significado pelo Ofertório do sacrifício.
Nas versões oficiais em língua vernácula, que são praticamente as únicas usadas em geral, o Cânon foi traduzido de maneira tendenciosa, fazendo desaparecer ainda mais o rigor da expressão da fé católica.
Ademais, perdeu seu caráter próprio de "Cânon", quer dizer, de oração fixa, imutável, como a rocha mesma da fé. Agora é inter-mutável: pode ser substituído, segundo a preocupação ou crença de cada um, por outra oração eucarística. Essa é, manifestamente, a suprema astúcia do ecumenismo inovador.


Oficialmente, o celebrante pode escolher entre três novas "Orações" ("Preces") de substituição. Mas, de fato, fica aberta a porta para qualquer inovação e hoje se tornou impossível fazer a recensão de todas as orações eucarísticas introduzidas e praticadas nas diversas dioceses.

Não nos ocuparemos aqui dessas liturgias "selvagens", não oficiais, mas, contudo, originadas no mesmo vento das reformas ou da revolução em todas as direções. Agora, apenas apresentaremos uma breve análise das três novas Orações eucarísticas, introduzidas com a nova missa.

A 2ª Oração eucarística, apresentada como sendo o "Cânon de São Hipólito", mais antiga que o cânon romano, é na realidade o cânon do anti-Papa Hipólito, composto no momento da sua rebeldia, e antes de morrer mártir, martírio que lhe valeu regressar à unidade da Igreja. Este cânon provavelmente jamais se usou na Igreja pontifical de Roma e só nos chegou através de algumas reminiscências verbais reportadas pela recensão de Hipólito. De nenhuma forma foi mantido pela Tradição da Igreja. Neste cânon, extremamente breve, que contém - além do relato da Santa Ceia - unicamente algumas orações de santificação das oferendas, de ação de graças e de salvação eterna, não se faz nenhuma menção do sacrifício. Na 3ª Oração eucarística, se menciona o sacrifício, porém só no sentido explícito de sacrifício de ação de graças e de louvor. Não se menciona em nada o sacrifício expiatório renovado na realidade presente sacramental, que obtém para nós a remissão dos pecados.

A 4ª Oração eucarística narra os benefícios da redenção operada por Cristo. Mas aqui, de novo, o sacrifício propiciatório – atualmente renovado – não é mais explicitado.
Portanto, nos três novos textos propostos, a doutrina católica do santo sacrifício da Missa, doutrina definida no Concílio de Trento, foi de fato deixada na sombra, e, ao não ser afirmada no ato da celebração da Missa, encontra-se de fato abandonada e acaba sendo negada por preterição ou omissão.

A nova Missa e o papel do sacerdote

A função exclusiva do sacerdote como instrumento de Cristo na oferta do sacrifício é um terceiro ponto de doutrina católica
definida pelo Concílio de Trento. Uma vez alterada a realidade do sacrifício, também a identidade de quem oferece esse sacrifício sofrerá as consequências dessa alteração. E assim, logicamente, esse papel do sacerdote na oferenda do sacrifício desaparece nas novas celebrações. O sacerdote aparece como o presidente da assembleia. Os leigos invadem o santuário e se atribuem as funções clericais, as leituras, a distribuição da comunhão e, às vezes, a pregação. Não nos deixemos surpreender se ainda foram mantidas certas denominações antigas; agora estão facilmente abertas a outro significado. Como já temos observado, manteve-se a palavra "Ofertório", porém não tem mais o sentido de oblação da vítima do sacrifício. Do mesmo modo, a palavra "sacrifício" está ocasionalmente conservada, mas não é mais necessariamente no sentido do sacrifício re-atualizado do Salvador. Pode significar unicamente a ação de graças ou o louvor, segundo a fé do crente.

Conclusão

Na conclusão desta breve análise dos novos ritos só podemos constatar, à luz dos fatos, que a nova Missa foi em sua totalidade concebida e elaborada no sentido ecumênico, que pode adaptar-se às diferentes crenças das diversas igrejas.
É o que os protestantes de Taizé reconheceram de imediato, declarando teologicamente possível que as comunidades protestantes possam agora celebrar a Santa Ceia com as mesmas orações que as da Igreja Católica. Na igreja protestante da Alsácia (região da França vizinha à Alemanha), pronunciaram-se com a mesma opinião: "Agora não há nada na Missa renovada que possa realmente incomodar o cristão evangélico". E em uma famosa revista protestante, podia-se ler: "Nas novas orações eucarísticas católicas foi abandonada a falsa perspectiva de um sacrifício oferecido a Deus".



Já a presença de seis teólogos protestantes, bem habilitados para participar da elaboração dos novos textos, foi uma presença significativa.
Então, esta missa ecumênica já não é mais a expressão da fé católica. Na sua súplica ao Papa Paulo VI, os cardeais Ottaviani e Bacci não temeram fazer a seguinte observação, da qual ninguém, até a data de hoje, pôde contestar o rigor: "O novo rito da Missa representa, seja no seu todo como nos seus detalhes, um impressionante afastamento da teologia Católica da Santa Missa, tal qual essa foi formulada na sessão XXII do Concílio Tridentino".

Max Thurian (da Comunidade de Taizé, um dos seis pastores que participaram na redação do novo rito): "Um dos frutos do Novus Ordo será que talvez as comunidades não Católicas poderão celebrar a santa ceia com as mesmas orações da Igreja Católica. Teologicamente é possível". La Croix, 30/05/1969.

Siegevalt (professor na Faculdade protestante de Strasburgo): "Agora, na missa renovada, não há nada que possa perturbar o cristão evangélico". Le Monde, 22/11/1969.

Jean Guitton (amigo de Paulo VI): "A intenção de Paulo VI era reformar a liturgia católica de forma que se aproximasse o máximo da liturgia protestante, à ceia do Senhor dos protestantes. Fez todo o possível para distanciar a Missa católica do Concílio de Trento". Entrevista radiofônica ao programa "Icilumière 101" de 13/12/1993.

Cônego René Marie Berthod




Thais | 25/05/2014 às 8:28 pm | Tags: Abusos, Abusos Liturgicos, liturgia | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cy




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[hagiografia] 25 de Maio - São Gregório VII, Papa e Confessor (+ Salerno, 1085)






25 de Maio

São Gregório VII, Papa e Confessor

(+ Salerno, 1085)


Para ler a História completa:

http://www.lepanto.com.br/catolicismo/vida-de-santos/sao-gregorio-vii/


É sem dúvida um dos maiores Papas de toda a História da Igreja. Nascido numa família pobre, foi monge beneditino e fez um estágio no famoso Mosteiro de Cluny, do qual era Abade Santo Hugo. Foi colaborador do Papa São Leão IX e mais tarde ascendeu ao trono pontifício, no qual desenvolveu um grande plano de reformas, para revigorar o fervor e a disciplina da Igreja e para defendê-la contra as ingerências do poder civil. Enfrentou com grande coragem e firmeza o imperador alemão Henrique IV e sofreu perseguições, não sendo poupado pela calúnia. Morreu fora de Roma, pronunciando a célebre frase: "Amei a justiça e odiei a iniqüidade; por isso morro no exílio".



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sábado, 24 de maio de 2014

[catolicos_respondem] HISTÓRIA DA SALVAÇÃO - 6o DOMINGO DA PÁSCOA - A Som !
























HISTÓRIA DA SALVAÇÃO



(015) -6º DOMINGO DA PÁSCOA - A



GUARDAI OS MANDAMENTOS



 

É esta a voz da Igreja através da Liturgia da Palavra de hoje – 6º Domingo da Páscoa - A, para nos lembrar que Deus, desde o princípio, manifestou-se a Si mesmo aos nossos primeiros pais.

E após a sua queda, Deus prometeu-lhes a Redenção, como esperança de salvação quando disse à serpente :

- "Farei reinar a inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Ela esmagar-te-á a cabeça, ao tentares mordê-la no calcanhar". (Gen.3,15).

E a partir daquele momento, Deus tomou incessantemente cuidado da raça humana, com o Seu Concurso Divino, no sentido de lhe garantir a salvação :





- "Àqueles que com perseverança no bem procuram a glória, a honra e a incorrupção, dar-lhes-á a vida eterna". (Rom.2,7).

No devido tempo chamou Abraão para fazer dele o pai dum grande povo :

- "Farei de ti um grande povo, abençoar-te-ei, engrandecerei o teu nome e serás uma fonte de bênçãos". (Gen. 12,2).

Depois dos patriarcas, instruiu o seu povo por meio de Moisés e dos profetas, para que O reconhecessem como único Deus vivo e verdadeiro, pai previdente e juiz justo, e para que esperassem o Salvador prometido; assim preparou Deus através dos tempos com o Seu Concurso Divino, o caminho do Evangelho. (cf. DV 3).

Depois Deus enviou seu Filho, o Verbo eterno, que ilumina todos os homens, para habitar entre os homens e manifestar-lhes a vida íntima de Deus, o qual, por palavras e obras, sinais e milagres, e sobretudo com a sua morte e gloriosa ressurreição, completou totalmente e confirmou a divina revelação, isto é, o plano de Deus para a nossa salvação.

Cristo fundou a sua Igreja, confiando aos seus Apóstolos a missão de transmitir a divina revelação, mandou que pregassem a todos, como fonte de toda a verdade salutar e de toda a disciplina de costumes, o Evangelho prometido antes pelos profetas e por Ele cumprido e promulgado pessoalmente, comunicando-lhes assim os dons divinos.

Os Apóstolos, transmitindo o que eles mesmos receberam, advertem os fiéis a que observem as tradições que tinham aprendido quer por palavras quer por escrito e a que lutem pela fé recebida duma vez para sempre.

A tradição apostólica progride na Igreja sob a assistência do Espírito Santo.

-"Se Me amardes, guardareis os Meus mandamentos. E Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará outo Consolador para estar convosco para sempre, o Espírito de verdade que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas que vós conheceis porque habita convosco e está em vós".(Jo.14,15-17).

As afirmações dos Santos Padres testemunham a presença vivificadora da Tradição, cujas riquezas entram na prática e na vida da Igreja crente e orante.

A sagrada Tradição e a Sagrada Escritura estão intimamente unidas e compenetradas entre si, porque derivam da mesma fonte divina e fazem como que uma coisa só e tendem ao mesmo fim.

Constituem um só depósito da sagrada palavra de Deus, confiado à Igreja.

O encargo de interpretar autenticamente a palavra de Deus, escrita ou contida na Tradição, foi confiado só ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade é exercida em nome de Jesus Cristo.

Além da Constituição Dogmática do Concílio Vaticano II sobre a Revelação Divina - Dei Verbum - o Catecismo da Igreja Católica trata da Revelação no seu Capítulo Segundo - Deus ao encontro do homem.

Pois é neste encontro de Deus com o homem que se devem guardar os Mandamentos, que ainda são os mesmos que Deus gravou em letras de fogo no cimo do Monte Sinai a Moisés e que com base nessas leis, a Igreja catalogou os Dez Mandamentos desta forma :

1)- Adorar a Deus e amá-Lo sobre todas as coisas.

2)- Não invocar o santo nome de Deus em vão.

3)- Santificar os domingos e Festas de Guarda.

4) Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).

5)- Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo).

6)- Guardar castidade nas palavras e nas obras.

7)- Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).

8)- Não levantar falsos testemunhos (nem de qualquer outro modo faltar à verdade ou difamar o próximo).

9)- Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos.

10)- Não cobiçar as coisas alheias.

Estes dez Mandamentos encerram-se em dois que são :

* Amar a Deus sobre todas as coisas,

* E ao próximo como a nós mesmos.

Linda mensagem, sempre actual para os nossos tempos.



John Nascimento


[hagiografia] 24 de Maio Nossa Senhora Auxiliadora









24 de Maio

Nossa Senhora Auxiliadora


Invocação acrescentada à Ladainha Lauretana pelo Papa São Pio V, em ação de graças pela miraculosa vitória das armas cristãs em Lepanto, no ano de 1571.


Para conhecer a Batalha de Lepanto, acesse:

http://www.lepanto.com.br/historia/cronologia-da-batalha-de-lepanto/


Leia também uma excelente conferência promovida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sobre o tema:

http://www.lepanto.com.br/catolicismo/aparicoes-de-nossa-senhora/nossa-senhora-auxilio-dos-cristaos/



sexta-feira, 23 de maio de 2014

[catolicos_respondem] IGREJA PERSEGUIDA E RENOVADA Som !























  • IGREJA PERSEGUIDA E RENOVADA





Na Liturgia da Palavra de hoje – 24 de Maio – A, anunciado por S. João, Jesus, fez uma importantíssima revelação e recomendação aos Seus mais íntimos discípulos, os responsáveis pela Sua Igeja, a que se resolveu chamar :O ódio do mundo,.

E depois de falar do aborrecimento do mundo, disse :

-"Se a Mim Me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a Minha Palavra, também giardarão a vossa. Mas tudo isto vos farão por causa do Meu nome, por não reconhecerem Aquele que Me enviou".(Jo.15,30-31).

Nós hoje sabemos que, desde os tempos Apostólicos, sempre a Igreja foi perseguida e muitos dos fiéis cristãos, foram martirizados em Nome de Jesus.

E as perseguições continuaram através dos tempos, sempre em moldes diferentes, conforme as mentalidades religiosas que se foram formando, como também não deixaram de continuar a existir os fiéis cristãos a crescer e a darem a sua vida pelo Nome de Jesus, de tal modo que, mesmo nas mais diversas perseguições, a Igreja apesar das suas limitações humanas, sempre tem mostrado ao Mundo que Jesus tem cumprido a Sua promessa de estar com Ela até ao fim do mundo.

Esta é a nossa fé e a nossa força humana e divina.

E por causa disso, a Igreja sempre actual e actuante, não deixa de se renovar constantemente, acompanhando o progresso social, religioso e político e usando todos os meios técnicos mais apurados.

E assim, muitas coisas se têm mudado na Igreja e isto pode causar alguns reparos por parte de cristãos menos esclarecidos.

A primeira razão é uma necessidade positiva de uma atitude de esperança perante o revolucionário desenvolvimento que nós constatamos à nossa volta.

Parece claro que a Humanidade está sempre a caminhar para uma nova era : é a vida da terra num desenvolvimento social, político, económico e, naturalmente, religioso, absolutamente drástico e cada vez mais rápido e contrastante.

Em todos os tempos da história houve confusões, falsos conceitos sobre o viver humano, tentativas de esperança, esforços frustrados e uma série enorme de conflitos na tentativa de encontrar um futuro melhor para a Humanidade.

Não nos deve surpreender que os Cristãos - isto é, a Igreja Católica - partilhe das perturbações e dos sofrimentos da sociedade.

Seria causa de alarme se a Igreja - que somos nós todos - ficasse impávida e serena, sem se deixar envolver no desenvolvimento que, muitas vezes até nasce dos próprios problemas com que nos debatemos.

Apesar dos sofrimentos e das suas consequências, a renovação da Igreja é um factor positivo que incrivelmente a envolve, restaura e também a rejuvenesce, dando-lhe uma realidade perfeitamente actual e humana.

A Igreja que é o Povo de Deus, sem mudar a sua doutrina, pode todavia actualizar as maneiras de a ensinar, usando os meios ao seu alcance de harmonia com os progressos da vida, para benefício dos seus membros.

Assim, pode haver mudanças renovadoras na disciplina, bem como na liturgia e na pastoral.

O Concílio Vaticano II publicou um Decreto sobre o Ecumenismo e outro sobre os Meios de comunicação social, que nos mostram como a Igreja constantemente tenta a sua renovação.

O Decreto sobre o Ecumenismo diz :

- Toda a renovação da Igreja consiste essencialmente numa maior fidelidade à própria vocação. Esta é, sem dúvida, a razão do movimento para a unidade. A Igreja peregrina é chamada por Cristo a essa reforma perene. Como instituição humana e terrena, a Igreja necessita perpetuamente desta reforma. Assim, se em vista das circunstâncias das coisas e dos tempos houve deficiências, quer na moral, quer na disciplina eclesiástica, quer também no modo de ensinar a doutrina - modo que deve cuidadosamente distinguir-se do próprio depósito da fé - tudo seja recta e devidamente restaurado no momento oportuno.(UR 6).

E quanto ao uso dos Meios de Comunicação social, diz o Decreto :

- À Igreja, pois, compete o direito nativo de usar e de possuir toda a espécie destes meios, enquanto são necessários ou úteis à educação cristã e a toda a sua obra de salvação das almas. (IM 3).

Todos os membros do Povo de Deus, que é a Igreja, devem tentar ser suficientemente compreensivos e humildes para aceitarem as normas de renovação que constantemente se vão verificando, fazendo um voto de confiança no saber e poder dos que nos governam, o Magistério da Igreja.



John




Nascimento









__._,_.___



Enviado por: "John A. Nascimento" <nascimentoja@Shaw.ca>



[Novo post] Na véspera de viagem à Terra Santa, Papa reza diante de Nossa Senhora




Thais publicou: "Na véspera de sua viagem à Terra Santa, o Papa Francisco visitou na manhã desta sexta-feira a Basílica de Santa Maria Maior. Segundo informa o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, o Papa foi à Basílica, em caráter privado, para"



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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra








Na véspera de viagem à Terra Santa, Papa reza diante de Nossa Senhora


by Thais



Na véspera de sua viagem à Terra Santa, o Papa Francisco visitou na manhã desta sexta-feira a Basílica de Santa Maria Maior.

Segundo informa o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, o Papa foi à Basílica, em caráter privado, para rezar e confiar a Nossa Senhora a iminente viagem a Amã, Belém e Jerusalém.

Depois da oração, que durou 15 minutos, o Pontífice ofereceu um maço de flores a Nossa Senhora.

Logo após a sua eleição como sucessor de Pedro, e em outras oportunidades, Francisco visitou a Basílica de Santa Maria Maior, que fica no centro de Roma, para orar diante do ícone de Maria "Salus Populi romani" (protetora do povo romano).

Por ocasião desta viagem, a partir desta sexta-feira, 23 de maio, estão suspensas as Missas matutinas que o Papa Francisco celebra na capela de sua residência, na Casa Santa Marta.

A próxima missa está programa para sexta-feira, 30 de maio.

As missas às 7h da manhã que o Papa celebra pessoalmente, fazendo breves homilias sobre as leituras do dia, representam uma das novidades mais relevantes do seu pontificado. Trata-se de um magistério "diário", através do qual Francisco alcança milhares de católicos, que aguardam diariamente suas reflexões.

As homilias são breves e são fruto da reflexão do Pontífice, que não segue um "roteiro" ao momento de pronunciá-las. O que chega ao público é uma síntese do que foi dito, e não o pronunciamento integral – elaborada diariamente pela Rádio Vaticano e publicada pelo jornal L'Osservatore Romano.

As reflexões estão agora disponíveis em dois livros, intitulados "Homilias da manhã". O primeiro volume reúne as homilias de 22 de março a 6 de julho de 2013. O segundo as de 2 de setembro de 2013 a 31 de janeiro de 2014.

As Edições CNBB publicaram em português o primeiro volume.

Fonte: Rádio Vaticano



Thais | 23/05/2014 às 12:16 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cv




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[Novo post] Sudão: mulher cristã grávida é condenada à morte por apostasia




Thais publicou: "Um mulher sudanesa de 27 anos e grávida de oito meses foi condenada à morte por ter se convertido do islã ao cristianismo depois de se casar com um cristão do Sudão do Sul. Além disso, Meriam Yehya Ibrahim foi açoitada pelo delito de adultério, já que o s"



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Sudão: mulher cristã grávida é condenada à morte por apostasia


by Thais



Um mulher sudanesa de 27 anos e grávida de oito meses foi condenada à morte por ter se convertido do islã ao cristianismo depois de se casar com um cristão do Sudão do Sul. Além disso, Meriam Yehya Ibrahim foi açoitada pelo delito de adultério, já que o seu casamento com um cristão não é considerado válido pela lei islâmica.



Segundo a agência AFP, o juiz que a condenou teria declarado à mulher: "Nós demos três dias para você se retratar, mas você insiste em não retornar ao islã. Por isso, eu a sentencio ao enforcamento". A sentença de morte, no entanto, não seria executada até que a mulher se recuperasse do parto. Segundo alguns meios de comunicação locais, a execução poderia ser adiada para até dois anos depois do nascimento do bebê.

Atualmente, Meriam Yehya Ibrahim está presa com seu primeiro filho, que tem 20 meses. Em 11 de maio, um tribunal de Cartum a condenou à morte por apostasia e aos açoites por adultério.

A mulher não retornou ao islã depois de receber a ordem de fazê-lo em até três dias. De acordo com a Anistia Internacional, ela foi presa e acusada de adultério em agosto de 2013 depois que um parente a denunciou por adultério com base no fato de ela ter se casado com um cristão.

O tribunal acrescentou a acusação de apostasia em fevereiro de 2014, quando Meriam afirmou ser cristã e não muçulmana. Ela afirma ter sido educada como cristã ortodoxa, a religião de sua madre, porque o pai, muçulmano, esteve ausente durante a sua infância.

O código penal do país contempla, no artigo 146, um máximo de 100 chicotadas por adultério. O artigo 126 prevê a pena de morte para as negativas de renunciar à fé cristã.

A Anistia Internacional declara que "considerar o adultério e a apostasia como delitos de natureza penal é contrário ao direito internacional e aos direitos humanos. O Sudão faz parte do pacto internacional sobre direitos civis e políticos". Para a Anistia Internacional, Meriam Ibrahim "é uma prisioneira de consciência, condenada apenas por causa da religião que escolheu e deve ser libertada imediatamente e sem condições".

Ontem à noite, em Roma, as luzes do Coliseu se apagaram para dar destaque às velas das pessoas que se reuniram no milenar monumento para pedir pelos cristãos perseguidos. Marco Impagliazzo, presidente da Comunidade de Santo Egídio, explicou à Rádio Vaticano que, "lamentavelmente, são muitos os lugares onde esse tipo de liberdade religiosa não é reconhecido, assim como nem sequer o direito à conversão. Nós nos dirigimos aos nossos irmãos muçulmanos e pedimos à parte mais iluminada dentre eles, que é a grande maioria, para trabalhar junto conosco a fim de garantir a todos esse direito fundamental, pelo qual a Igreja vem padecendo muito".



Zenit







Thais | 23/05/2014 às 9:09 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cl




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[Novo post] Oração de São Pio de Pietrelcina, após a Comunhão




Thais publicou: "Fica comigo, Senhor, pois preciso da tua presença para não te esquecer. Sabes quão facilmente posso te abandonar. Fica comigo, Senhor, porque sou fraco e preciso da tua força para não cair. Fica comigo, Senhor, porque és minha vida, e sem ti perco"



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Oração de São Pio de Pietrelcina, após a Comunhão


by Thais



Fica comigo, Senhor, pois preciso da tua presença para não te esquecer. Sabes quão facilmente posso te abandonar.

Fica comigo, Senhor, porque sou fraco e preciso da tua força para não cair.


Fica comigo, Senhor, porque és minha vida, e sem ti perco o fervor.

Fica comigo, Senhor, porque és minha luz, e sem ti reina a escuridão.

Fica comigo, Senhor, para me mostrar tua vontade.

Fica comigo, Senhor, para que ouça tua voz e te siga.

Fica comigo, Senhor, pois desejo amar-te e permanecer sempre em tua companhia.

Fica comigo, Senhor, se queres que te seja fiel.

Fica comigo, Senhor, porque, por mais pobre que seja minha alma, quero que se transforme num lugar de consolação para ti, um ninho de amor.

Fica comigo, Jesus, pois se faz tarde e o dia chega ao fim; a vida passa, e a morte, o julgamento e a eternidade se aproximam. Preciso de ti para renovar minhas energias e não parar no caminho.

Está ficando tarde, a morte avança e eu tenho medo da escuridão, das tentações, da falta de fé, da cruz, das tristezas. Oh, quanto preciso de ti, meu Jesus, nesta noite de exílio.

Fica comigo nesta noite, Jesus, pois ao longo da vida, com todos os seus perigos, eu preciso de ti.

Faze, Senhor, que te reconheça como te reconheceram teus discípulos ao partir do pão, a fim de que a Comunhão Eucarística seja a luz a dissipar a escuridão, a força a me sustentar, a única alegria do meu coração.

Fica comigo, Senhor, porque na hora da morte quero estar unido a ti, se não pela Comunhão, ao menos pela graça e pelo amor.

Fica comigo, Jesus. Não peço consolações divinas, porque não as mereço, mas apenas o presente da tua presença, ah, isso sim te suplico!

Fica comigo, Senhor, pois é só a ti que procuro, teu amor, tua graça, tua vontade, teu coração, teu Espírito, porque te amo, e a única recompensa que te peço é poder amar-te sempre mais.

Como este amor resoluto desejo amar-te de todo o coração enquanto estiver na terra, para continuar a te amar perfeitamente por toda a eternidade. Amém.

Santo Padre Pio.



Thais | 23/05/2014 às 9:26 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cp




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[Novo post] As riquezas do Vaticano




Thais publicou: "A alegação de que o Vaticano - a Igreja Católica, por conseguinte - tem muito ouro e dinheiro, e que deveria, portanto, ajudar os pobres, é muitíssimo utilizada por seus detratores. Mas, de onde vem essa ideia? Num passeio pelo Vaticano é possível realme"



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As riquezas do Vaticano


by Thais



A alegação de que o Vaticano - a Igreja Católica, por conseguinte - tem muito ouro e dinheiro, e que deveria, portanto, ajudar os pobres, é muitíssimo utilizada por seus detratores. Mas, de onde vem essa ideia?

Num passeio pelo Vaticano é possível realmente acreditar na falsa acusação de que a Igreja é riquíssima, pois, de fato, ali se vêem muitas obras de arte. Trata-se de um patrimônio acumulado ao longo de dois mil anos de história e que não pode ser comercializado. Faz parte do acervo da Humanidade e, para sua manutenção, requer grandes recursos também, tais como funcionários, tecnologia adequada etc. Este é um ponto a ser considerado.

A Igreja Católica, enquanto instituição jurídica, é descentralizada, ou seja, cada diocese é responsável pela arrecadação financeira, bem como tem autonomia para dispor desses haveres da forma como bem entender.

Essas dioceses muitas vezes têm um orçamento bem maior que o do Vaticano. E em muitas ocasiões são chamadas a socorrê-lo financeiramente, como foi o caso noticiado pela Folha de São Paulo, no dia 10 de julho de 2010 [01].

Apesar disso, é notória a intensidade da atividade caritativa da Igreja Católica Apóstólica Romana. Numa rápida pesquisa é possível verificar que ela é a entidade que mais faz caridade no mundo. Por meio de seus hospitais, creches, fundações, leprosários, escolas... Muitos homens e mulheres foram canonizados justamente pela doação aos pobres e pela criação de mecanismos para diminuir o sofrimento dos menos favorecidos.

A Igreja sempre cuidou dos desamparados, das viúvas, dos rejeitados. Suas instituições sempre acolheram, alimentaram e educaram aqueles que mais precisavam. Mesmo em tempos de dificuldade. A História comprova esta afirmação.

Todos os anos, por ocasião da festa de São Pedro e de São Paulo, o mundo dispõe com generosidade de doações para o chamado Óbulo de São Pedro, que é apenas uma das maneiras encontradas pelo Papa para arrecadar fundos para ajudar os pobres e necessitados do mundo todo.

A Igreja sempre possuiu muito dinheito, mas sempre o empregou para o bem da humanidade, isso é inegável. Ela sabe cuidar dos dons e as riquezas de Deus e as administra com generosidade. E depende de cada um de nós para continuar a ter recursos para fazer o bem a quem precisa sempre. Sejamos generosos também.

Referência:
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/764981-vaticano-apresenta-deficit-orcamentario-pelo-terceiro-ano-consecutivo.shtml



Via Christo Nihil Praeponere



Thais | 23/05/2014 às 9:30 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cs




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Emocionante! Deus é perfeito!




Quis homo bonae voluntatis donut authenticum non ab homine, sed ab eo qui misericors. Cessationem omnium pax includit accipiat vester pugnat contra Diabolum crebri sociis gloriosa, idest mundi et carnis.
Mariae, Mediatricis omnium gratiarum adoratio Divini Infantis incumbentes nobis impetrent penetrationem omnia plena sunt.
Et dimisi explicabunt perspectivae, et psallam tibi caeli et universis animantibus quae Regina: Gloria in altissimis Deo, et in terra pax hominibus bonae voluntatis.

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Et signum magnum apparuit in cælo: Mulier amicta sole, et luna sub pedibus eius et in capite eius corona stellarum duodecim.


Et peperit filium masculum, qui recturus erat omnes gentes in virga ferrea. Filius eius ad Deum et ad thronum eius et raptus.

Augusto de Piabetá - Blog Católico