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sábado, 14 de junho de 2014
quinta-feira, 12 de junho de 2014
CATEDRAIS MEDIEVAIS
CATEDRAIS MEDIEVAIS
Como foram os monges que habitaram o Monte Saint-Michel?
Posted: 11 Jun 2014 02:46 PM PDT
- Vista aérea da abadia e do vilarejo do Mont Saint-Michel, Normandia, França
O Monte Saint Michel impressiona antes de tudo pelo efeito natural que produz sua figura.
Mas há outro fator que não é natural e que é indizível.
Este fator se soma ao lado natural e dá o melhor do Monte de São Miguel Arcanjo. É a graça divina.
E essa graça toca o fundo das almas que se deixam influenciar por ela.
Esse fator sobrenatural está ligado aos monges que ali viveram, à intenção do fundador que construiu aquilo, enfim, a uma série de movimentos de alma muito bons que convergiram para que o Monte Saint-Michel fosse como é.
- Claustro da abadia do Mont Saint-Michel
Eles ali viveram, e a gente intui como foi a vida deles.
E a gente se faz uma certa idéia ‒ intuitiva também ‒, da santidade daqueles homens.
De maneira que se nos fosse dado ver passar apenas a figura de um daqueles homens pelo claustro, a gente se ajoelharia imediatamente.
E a gente olharia de devorar, procurando nele a representação viva de uma realidade quase feérica que há naquele mosteiro e que fala para o fundo da alma.
Plinio Correa de Oliveira, 24/1/87. Sem revisão do autor
[Novo post] EU QUERO E PRECISO NAMORAR
Thais publicou: "Vejo muita gente sozinha, esperando alguém especial para partilhar a vida. Para muitos, esta espera chega a ser incômoda, já que a vida parece ser contrária àqueles que buscam viver corretamente sua afetividade, sem se entregar à primeira promessa de amor"
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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra
EU QUERO E PRECISO NAMORAR
by Thais
Vejo muita gente sozinha, esperando alguém especial para partilhar a vida. Para muitos, esta espera chega a ser incômoda, já que a vida parece ser contrária àqueles que buscam viver corretamente sua afetividade, sem se entregar à primeira promessa de amor que lhe aparece, temendo não encontrar mais ninguém.
De certo, não nascemos para viver sozinhos. Temos uma sede justificável de ter alguém ao nosso lado, que compreenda nossos defeitos e nos ajude a sermos pessoas melhores. Nesta busca, muitos acabam entrando numa onda de desespero, já que o tempo vai passando e nenhuma perspectiva favorável se apresenta. Há os querem e necessitam namorar, mas também compreendem que não é qualquer pessoa que pode satisfazer esta necessidade. Para estes, como viver o tempo de espera com lucidez?
É preciso compreender que, neste mundo de valores tão distorcidos, quem busca ser verdadeiro com os seus sentimentos encontra bem menos opções de relacionamentos que, verdadeiramente, valham a pena. Eles existem, mas nem sempre são encontrados do outro lado da rua. Precisam ser cultivados com afinco, com paciência e sabedoria.
Quem procura alguém para namorar tem pressa. Conselhos do tipo "saiba esperar" nem sempre dão muito resultado. E é bom que seja assim. Se estamos em busca de alguém, é sinal de que acreditamos no poder transformador da afetividade bem vivida. Há namoros que fazem verdadeiros milagres na vida do jovem. Passamos a cuidar melhor de nós, ganhamos mais confiança das pessoas ao nosso redor e aprendemos a partilhar o que temos e quem somos.
"Se estamos em busca de alguém, é sinal de que acreditamos no poder transformador da afetividade bem vivida"
Aos que já estão cansados de esperar ou procurar alguém especial para namorar, penso ser necessário refletir no que agora se segue. Não há qualquer motivo para se considerar menos importante do que as outras pessoas que namoram e são muito felizes. Se elas conseguiram, você também pode e vai conseguir. Ainda que tenha experimentado decepções indescritíveis ao longo da caminhada, só você pode determinar se querer viver a solidão ou continuar com o coração aberto, na esperança de que alguém ocupe este lugar que há muito está reservado.
Vejo que muitas pessoas, decepcionadas por namoros antigos, acaba criando um muro enorme para novos relacionamentos. Tenha em mente que as decepções fazem parte da vida. Se você errou, perdoe-se. Se alguém foi injusto com você, use da misericórdia e deixe de alimentar a injustiça em seu coração. Um passo importante para quem quer experimentar novos e bons relacionamentos é cuidar para que o passado sombrio não esconda os feixes de luz que o presente nos presenteia.
Você não está só neste processo de espera. Há muitos jovens que compreendem os benefícios favoráveis da paciência do bem cultivar para a boa colheita. Não olhe para sua idade. Não existe idade limite para amar e ser amado. É preciso maturidade e discernimento para compreender que, quando bem vivida, a solidão pode ser uma ponte que nos leva ao encontro do outro. A paciência parece um prato indigesto, mas é melhor do que o desespero e a descrença.
Continue em busca da pessoa que vai tocar seu coração. Jamais se esconda do mundo ou das pessoas. Você não nasceu para viver uma vida mesquinha, mas partilhada. Partilhar significa dividir com os outros aquilo que somos, exatamente do jeito que somos. Quando o amor próprio começar a ser cultivado dentro de você, muitas pessoas vão olhá-lo de maneira diferente. No meio dessas pessoas, quem sabe, apareça alguém especial que tanto você quer.
Autor Paulo Franklin
Thais | 12/06/2014 às 1:58 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1dA
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Você não está só neste processo de espera. Há muitos jovens que compreendem os benefícios favoráveis da paciência do bem cultivar para a boa colheita. Não olhe para sua idade. Não existe idade limite para amar e ser amado. É preciso maturidade e discernimento para compreender que, quando bem vivida, a solidão pode ser uma ponte que nos leva ao encontro do outro. A paciência parece um prato indigesto, mas é melhor do que o desespero e a descrença.
Continue em busca da pessoa que vai tocar seu coração. Jamais se esconda do mundo ou das pessoas. Você não nasceu para viver uma vida mesquinha, mas partilhada. Partilhar significa dividir com os outros aquilo que somos, exatamente do jeito que somos. Quando o amor próprio começar a ser cultivado dentro de você, muitas pessoas vão olhá-lo de maneira diferente. No meio dessas pessoas, quem sabe, apareça alguém especial que tanto você quer.
Autor Paulo Franklin
Thais | 12/06/2014 às 1:58 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1dA
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Lourdes e suas aparições Valor e importância de levar o nome de Lourdes
Lourdes e suas aparições
Valor e importância de levar o nome de Lourdes
Posted: 11 Jun 2014 03:45 PM PDT
- Procissão de padres dominicanos em Lourdes
Muitas mulheres levam o nome de Lourdes. Muitas chamam Maria de Lourdes, e nem sabem bem o que é Lourdes.
Alguém tal vez explicou que é uma gruta onde Nossa Senhora apareceu, onde curas, etc., etc.
Podem ter certa noção desses fatos, mas não tinha deitado a atenção desses fatos. E vivem com esse nome como um menininho que vai, por exemplo, ao Colégio São Luís e não sabe quem foi São Luís.
Outras vezes foi a mãe que deu esse nome e elas estão à vontade porque foi a mãe que deu. Mas não sabem mais nada. Nunca pensaram o que significa o nome Lourdes.
E quando ficam sabendo tomam uma boa surpresa. Lourdes é isso? Mas, por que é que não me falaram antes?
É, aliás, um lindo presente para fazer: contar para Da. Lourdes o que significa o nome de Lourdes!
Muitas vezes essa explicação chega num momento de aflição da hipotética Da. Lourdes. E então a consolação é muito maior.
E o agradecimento também.
Mas, é só isso?
E a alegria de Nossa Senhora vendo que uma alma que tinha o nome de Lourdes e não ligava, se volta para Ela?
Não irá Nossa Senhora abençoar especialmente essa alma?
- Diante da Gruta de Lourdes aos pés de Nossa Senhora
E não irá a abençoar também e atender os pedidos daquela pessoa que desvendou o valor e o significado do nome Lourdes a quem tinha o nome mas não sabia?
Não terá Ela uma especial dileção para quem fez esse bem a alguém? Que tal vez gemia no fundo da alma e não sabia que levava a solução no próprio nome?
Então contar a história de Santa Bernadete, os problemas pelos que ela passou, o drama de sua família, a pobreza, a doença, a aparição, as incompreensões, os sofrimentos, as consolações, os milagres, tudo o que aconteceu na Gruta. E o que acontece em todas as grutas de Lourdes que há pelo mundo afora.
A gente pede na angústia muita coisa a Nossa Senhora. Ela não vai ficar mais propícia a nosso pedido se fizermos isso com uma alma que ainda não a conhece?
E... se não se chamar Lourdes? O conselho fica valendo igual!!
Acompanhe online o que está acontecendo agora na própria gruta de Lourdes pela Webcam do santuário.
CLIQUE AQUI: WEBCAM (Clássica) (todos os sistemas).
Como ir a Lourdes? veja como ir
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sábado, 7 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
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segunda-feira, 2 de junho de 2014
domingo, 1 de junho de 2014
[catolicos_respondem] LITURGIA DA PALAVRA - ASCENSÃO DO SENHOR - A Som !
É de aconselhar que se leia primeiro toda a Liturgia da Palavra.
SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR - ANO A!
A Liturgia da Palavra da Solenidade da Ascensão do Senhor, nos três Ciclos A,B e C, é um convite para reflectirmos no Destino do Homem Novo.
Completando a obra de reconciliação dos homens com Deus, Jesus começa uma vida nova, junto do Pai.
A Sua peregrinação pela Terra atingiu assim o seu termo de triunfo e de glória.
Com efeito, Aquele que no «madeiro da Cruz», entrega a Sua vida nas mãos do Pai, para a retomar na Ressurreição, entra agora na glória definitiva.
A Ascensão é, portanto, a exaltação suprema de Jesus, a Sua glorificação plena pelo Pai, constituído Senhor e centro da História do Mundo.
Como celebração do triunfo e da vitória de Cristo, a Ascensão celebra, ao mesmo tempo, o triunfo da humanidade que, unida ao sofrimento de Cristo, será também unida à Sua glória.
As duas primeiras Leituras são comuns aos três Ciclos, sendo apenas o Evangelho diferente para cada Ciclo.
Na 1ª Leitura, dos Actos dos Apóstolos, Jesus anuncia que vai enviar o Espírito Santo, no qual os discípulos serão baptizados.
- «Mas quando o Espírito Santo vier sobre vós, recebereis uma força e sereis Minhas testemunhas em Jerusalém».(1ª Leitura).
A Ascensão inaugura o tempo da Igreja, na qual, de futuro, o céu e a terra se vão encontrar.
Na Igreja, embora não vejamos Jesus, fisicamente, temos a possibilidade de viver de Cristo e com Cristo.
Na Igreja de hoje, pelos Seus Apóstolos, testemunhas da Ressurreição, anunciadores do perdão e portadores da força do Espírito, Jesus continua a Sua Obra de Salvação.
A Igreja aclama a obra de Deus como canta o Salmo Responsorial :
- "Deus sobe por entre aclamações, o Senhor, ao som de trombetas".
Na 2ª Leitura, S. Paulo diz aos Efésios, e hoje também a cada um de nós, que Jesus, com a Sua Ascensão, foi plenamente glorificado pelo Pai, que O fez sentar a Sua direita, Lhe deu todo o poder e O constituiu chefe do Novo Povo de Deus e Senhor de todo o Universo.
- "Assim o mostra a eficácia da poderosa força que exerceu em Cristo, ao ressuscitá-l'O dos mortos e ao sentá-l'O à Sua direita, lá nos Céus(...). Pô-l'O acima de todas as coisas como Cabeça da Igreja".(2ª Leitura).
É d'Ele que jorra, continuamente, sobre o imenso Corpo que é a Igreja, a Vida Nova, recebida no Baptismo, para desabrochar, em toda a sua força e beleza no Céu.
O Evangelho deste Ano A é de S. Mateus, que nos diz que, Jesus, revestido de poder divino, aparece, pela última vez, aos Seus discípulos, transmite-lhes o Seu mesmo poder e confia-lhes a missão para a qual os havia chamado.
- «Todo o poder Me foi dado no Céu e na Terra. Ide, pois, fazer discípulos de todas as nações, baptizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinai-lhes a cumprir tudo quanto vos mandei. E Eu estou sempre convosco, até ao fim dos tempos».(Evangelho).
Dando-lhes a certeza de que estará sempre junto deles, ao longo da história, envia-os a percorrer os caminhos do mundo, a fim de levarem todos os homens a conhecerem Jesus Cristo e a viverem segundo o Seu Evangelho.
Repare-se que, mesmo sabendo que alguma vez a sua Igreja poderia não ser inteiramente fiel, Jesus não diz aos seus discípulos que entregará a sua missão, a quaisquer outros, como pretendem algumas seitas religiosas que surgiram mais tarde, com a pretensão de serem as substitutas eleitas por Deus para a Igreja Católica.
Interpretando teologicamente a Ascensão de Jesus, recomendam os anjos aos Apóstolos, que não fiquem a olhar para o céu mas que esperem e preparem a volta gloriosa do Senhor.
Esta é, até ao fim dos tempos, a missão da Igreja, numa caminhada entre o visivel e o invisível, entre a realidade presente e a futura cidade para a qual nos destinamos.
A fórmula do nosso Credo : "Ressuscitou, subiu aos céus, está sentado à direita do Pai:", exprime a fé pessoal da Igreja no destino de Jesus de Nazaré.
Este homem com o qual os Apóstolos "comeram e beberam" durante a sua existência terrena, "tornou-se Senhor", depois da sua morte, porque o Pai o associou definitivamente à sua vida e ao seu poder sobre os homens e sobre o mundo.
- "Todo o poder me foi dado no céu e na terra".
Vivo, depois da sua Paixão, ele está presente entre os seus numa nova dimensão, e anda com eles nos caminhos do mundo, aonde os envia como testemunhas da ressurreição, anunciadores do perdão dos pecados e da vida de filhos de Deus, portadores da força do Espírito, que reúne os homens de todas as nações na única Igreja.
Com a fé e o Baptismo, todos os homens entram na nova dimensão do Ressuscitado, pensam e buscam "as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus", participam, como membros do Corpo de Cristo, da "plenitude daquele que completa inteiramente todas as coisas".
Pensando nesta realidade, podem-se compreender as expressões de entusiasmo dos antigos cristãos, como este de S. Leão Magno :
- "A Ascensão de Cristo é a nossa ascensão; já que o Corpo é convidado a elevar-se até à glória em que o precedeu a Cabeça, vamos cantar a nossa alegria, expandir em acção de graças todo o nosso júbilo. Hoje, não apenas conquistamos o paraíso, mas, em Cristo, penetramos nos mais altos céus".
Só nas promessas de Deus no Proto-Evangelho do Antigo Testamento, e da Palavra de Cristo no Novo Testamento, assenta a garantia do cumprimento do plano da História da Salvação.
...............................
Diz o Catecismo da Igreja Católica :
668. "Cristo morreu e voltou à vida para ser Senhor dos mortos e dos vivos"(Rm.14,9). A ascensão de Cristo aos Céus significa a sua participação, em sua humanidade, no poder e autoridade do próprio Deus. Jesus Cristo é Senhor : Ele possui todo o poder nos Céus e na Terra. Está "acima de todo o principado, poder, virtude e soberania", porque o Pai "tudo submeteu a seus pés" (Ef.1,20-22). Cristo é o Senhor do cosmos e da história. N'Ele, a história do homem, e, até, a Criação inteira encontram a sua "recapitulação"(Ef.1,10), o seu acabamento transcendente.
669. Como Senhor, Cristo é também a cabeça da Igreja, que é o seu corpo. Elevado aos Céus e glorificado, tendo assim cumprido plenamente a sua missão, continua na Terra por meio da Igreja. A redenção é a fonte da autoridade que, por virtude do Espírito Santo, Cristo exerce sobre a Igreja. "A Igreja, ou seja, o Reino de Cristo está presente já em mistério", "germen e princípio deste mesmo Reino da Terra" (LG 3,5).
Jesus promete enviar o Espírito Santo. Antes de subir aos Céus.
__._,_.___
Enviado por: "John A. Nascimento" <nascimentoja@Shaw.ca>
sábado, 31 de maio de 2014
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quinta-feira, 29 de maio de 2014
CATEDRAIS MEDIEVAIS Rochedos de Nossa Senhora e São Miguel: escalada rumo ao sublime. Le Puy en Velay
CATEDRAIS MEDIEVAIS
Rochedos de Nossa Senhora e São Miguel: escalada rumo ao sublime. Le Puy en Velay
Posted: 28 May 2014 01:30 AM PDT

Le Puy-en-Velay:
capela de São Miguel da Agulha
Na França, tão rica em lugares extraordinários, Le Puy-en-Velay é um dos mais impressionantes, sem ser dos mais conhecidos.
A pequena cidade de 20 mil habitantes, situada numa bacia povoada de rochedos de origem vulcânica.
Ela fica no extremo sudeste da região do Auvergne, é marcada pela fé, pela História e pela beleza natural.
Ela tira seu nome de uma montanha, penha (este é o significado de "puy") –– o Puy d'Anis, hoje conhecido como Rochedo Corneille — em cujo pico os católicos erigiram gigantesca estátua de Nossa Senhora da França, dominando toda a cidade.
Na Idade Média, Le Puy-en-Velay chamou-se Le Puy Notre-Dame ou Puy Sainte-Marie.
Juntamente com Chartres, Le Puy-en-Velay abriga um dos mais antigos santuários votados ao culto marial na Gália celto-romana.
Aparições da Virgem Santíssima e curas miraculosas fizeram do lugar um centro de peregrinação.

Nossa Senhora do Puy, ou Nossa Senhora da Penha,
também conhecida como a Virgem Negra.
Na catedral de Le-Puy-du Velay.
Já no século III seus habitantes abraçavam a fé cristã, e o Anuário Pontifício registra a presença ali de uma diocese desde essa remota época.
Na Idade Média, tornou-se um dos principais pontos de partida do "caminho de Santiago", para os peregrinos que iam a Santiago de Compostela.
O mais célebre bispo de Puy foi certamente Adhemar de Monteil, nomeado em 1087.
Ardoroso adepto da reforma da Igreja, empreendida por São Gregório VII, ele desempenhou papel essencial na preparação da primeira Cruzada.
Essa primeira Cruzada foi convocada pelo Papa Urbano II em Clermont, capital do Auvergne (na mesma região onde fica o santuário de Nossa Senhora do Puy), em 1095.
Conhecedor da Terra Santa, que visitara como peregrino, Adhemar de Monteil foi escolhido pelo Papa como seu legado na direção da Cruzada, enquanto o comando militar foi confiado ao Conde de Toulouse, Raymond de Saint-Gilles.

Le Puy-en-Velay: Nossa Senhora da França
no alto de um pináculo vulcânico
Quando as divergências se manifestaram entre os barões que chefiavam os principais exércitos, o legado pontifício foi a única autoridade capaz de impor-se a todos, por sua virtude e sua habilidade diplomática.
Morreu em 1098, durante o cerco de Antioquia.
* * *
Almas com sensibilidade notam ainda hoje em Puy –– nesta França infelizmente cada vez mais laica e distante da Religião de seus maiores –– os sinais de predileção providencial e de proteção particular de Maria Santíssima.
Às vezes parece notar-se a bênção divina na própria paisagem.
A primeira impressão religiosa é realçada pela própria configuração topográfica, que o senso católico dos habitantes transformou em homenagem a seus padroeiros celestes.

A catedral de Le Puy-en-Velay,
fica no topo de outro pináculo vulcânico
À distância, o olhar distingue três pináculos que falam por si.
Primeiro, a imensa estátua de Nossa Senhora de França, que mede 16 metros de altura e pesa 110 toneladas.
Fundida em 1860 com o bronze de 213 canhões conquistados como troféus na tomada de Sebastopol, durante a guerra da Criméia, ela figura como símbolo apropriado da realeza de Maria sobre a cidade.
O segundo pináculo corresponde ao campanário da bela catedral, que abriga a Virgem Negra do Puy, trazida do Oriente por Luís VII ou São Luís IX.
Edificada em austero e recolhido estilo românico, ela revela influência bizantina e oriental.
O afluxo de fiéis e de peregrinos exigiu sua ampliação no século XII, e no século XIX foi objeto de importantes restaurações.
Seu rico tesouro abriga preciosas jóias e obras de arte.

Le Puy en Velay: capela de São Miguel Arcanjo

Le Puy en Velay:
capela de São Miguel Arcanjo
Finalmente o menos alto, mas não menos sublime, Rochedo de São Miguel ou St-Michel d'Aiguille, coroado por uma encantadora e secular capela votiva em homenagem ao Arcanjo, patrono da França.
* * *
A milenar chaminé de pedra bruta, originária das fúrias de um antigo vulcão, brota da planície e sobe de um só lance a uma altura de 82 metros, para servir de pedestal à secular capela românica ali construída, não se sabe como, em honra de São Miguel.
A ela pode-se subir através de 268 degraus. Jóia de arquitetura, revela o gênio de arquitetos que souberam aproveitar todos os espaços de uma simples ponta de rochedo para ali erigir e combinar com maestria a arte e a técnica.

Le Puy-en-Velay: capela de São Miguel da Agulha
Os especialistas ressaltam seu portal oriental, sua graciosa decoração de arabescos, seus mosaicos de pedras negras, cinzentas e brancas, seu complicado sistema de abóbadas.
Tudo tão original e tão belo, que se diria inspirado. Em todo caso, fruto do espírito autenticamente cristão.
O edifício atual remonta ao século XI, mas o perfume sobrenatural que em seu interior se respira parece transportar-nos ao ambiente de uma gruta dos primeiros ermitãos do Cristianismo.
O silêncio e o isolamento que ali imperam convidam o visitante ao convívio com o Arcanjo ou com o próprio Deus.
* * *

Panorâmica do conjunto
Tais maravilhas falam de homens profundamente imbuídos de espírito católico, de almas que praticavam a virtude, e por isso transmitiam o espírito de Cristo em todas as suas obras, dando um sentido sobrenatural à vida humana.
O panorama que descrevemos muito sumariamente fala de hierarquia, de um lado; de uma procura do sublime e do Céu, de outro.No mais alto está o reinado dos Corações de Jesus e de Maria, simbolizado pela estátua de Nossa Senhora com o Menino Jesus.
Em segundo lugar a Igreja, que representa a autoridade de Cristo na Terra.
Em terceiro lugar, um Arcanjo celeste, que representa também os santos, nossos intercessores junto a Deus, nossos aliados nas batalhas da vida terrena, difícil e incerta.
Todos os píncaros apontam para o céu, mas o Rochedo de São Miguel o faz com particular audácia.Aí se conjugam a força da pedra e a leveza da arte.
A linda capela no alto bem simboliza a Jerusalém celeste, de beleza atraente e sublime, que devemos atingir galgando escarpados caminhos.
É o convite para a luta, para as santas ousadias, para o heroísmo, a fim de alcançar o tão elevado prêmio da felicidade eterna, prometido a todos que combaterem o bom combate.
W. Gabriel da Silva
quarta-feira, 28 de maio de 2014
[catolicos_respondem] PARTIR DO PÃO - (04) A EUCARISTIA E A SS. TRINDADE Som !
(04) A EUCARISTIA E A SS. TRINDADE?
. - Toda a SS.Trindade e não apenas Jesus toma parte no sacrifício donde provém a Eucaristia?
Isto ajuda a esclarecer alguma ideia errada que nós possamos ter a respeito do Pai.
Uma certa cultura moderna procura, insensta e sacrilegamente, transferir para Deus Pai alguns preconceitos usados na psicoanálise para o pai natural.
Assim, nós imaginamos o Pai, insensível no céu, enquanto o Filho morre na Cruz, o Pai que está apenas preparado para aceitar o sacrifício do Sangue de seu Filho; o Pai que aceita mas que nada dá em troca, que pede o sangue de seu Filho como resgate, que não faz mais do que instimular-nos com recentimento e medo.
Mas isto é uma representação errada.
S. Paulo diz-nos :
- " Ele, que não poupou o próprio Filho, mas O entregou por todos nós, como não havia de nos dar também, com Ele, todas as coisas ?
Nesta expressão "todas as coisas" está a chave de tudo.
Se o Pai se alegra com o sacrifício de seu Filho, é porque isto Lhe restitui todas as coisas, e porque isto torna possível para Ele realizar o Seu maior desejo que é o de que "todos os homens sejam salvos"(1 Tim.2,4).
O Pai ama Jesus com infinito amor porque Jesus Se sacrificou por nós, não apenas, deixai-me dizer, que simplesmente Se sacrificou, mas que Se sacrificou "por nós".
Além disso, Deus é sempre o Deus que deseja "misericórdia e não sacrifício", como disse o profeta Oseias(6,6), e se Lhe agrada o sacrifício de seu Filho é porque Ele lhe permitiu que usasse de "misericórdia" para com o mundo.
O Pai não é, portanto, apenas quem recebe o sacrifício de seu Filho, mas também quem dá o seu Filho em sacrifício - faz o sacrifíco de nos dar o seu Filho.
Se, como diz S. Paulo, Jesus se oferece a Si mesmo a Deus "por nós", é verdade que o sacraifício foi oferecido a Deus mas Deus não beneficiou dele.
Nós é que beneficiamos e é isto que distingue o sacrifício cristão dos outros sacrifícios.
Nós não podemos falar de "extensão" , a respeito do acontecimento da Cruz donde provém a Eucaristia : nunca seremos capazes de dizer o suficiente a respeito dos tesouros que ela contém.
Há neste acontecimento uma força e um poder suficientes para operarem a salvação da história de que o mundo depende.
Referindo-Se a este momento, Jesus disse:
- "Vim lançar fogo sobre a terra; e que quero Eu senão que ele já se tenha ateado ?" (Lc.14,29).
Na verdade, "tudo se cumpriu" na Cruz; nada maior se poderia pensar ou fazer; foi nela que todas as fontes divinas e humanas se consumaram; todo o mal foi conquistado desde as suas raízes; obteve-se a salvação e toda glória foi dada à SS. Trindade.
Todo o nosso louvor e adoração prestados à Presença Real da Eucaristia são, pois, extensivos a toda a SS. Trindade.
Toda a Santíssima Trindade está presente na Eucaristia que nós recebemos na Comunhão e o Partir do Pão é a nossa partilha com Deus e com os irmãos, que nos ajuda no caminho da nossa santificação.
John
Nascimento
__._,_.___
Enviado por: "John A. Nascimento" <nascimentoja@Shaw.ca>
[catolicos_respondem] PARTIR DO PÃO - (04) A EUCARISTIA E A SS. TRINDADE Som !
(04) A EUCARISTIA E A SS. TRINDADE?
. - Toda a SS.Trindade e não apenas Jesus toma parte no sacrifício donde provém a Eucaristia?
Isto ajuda a esclarecer alguma ideia errada que nós possamos ter a respeito do Pai.
Uma certa cultura moderna procura, insensta e sacrilegamente, transferir para Deus Pai alguns preconceitos usados na psicoanálise para o pai natural.
Assim, nós imaginamos o Pai, insensível no céu, enquanto o Filho morre na Cruz, o Pai que está apenas preparado para aceitar o sacrifício do Sangue de seu Filho; o Pai que aceita mas que nada dá em troca, que pede o sangue de seu Filho como resgate, que não faz mais do que instimular-nos com recentimento e medo.
Mas isto é uma representação errada.
S. Paulo diz-nos :
- " Ele, que não poupou o próprio Filho, mas O entregou por todos nós, como não havia de nos dar também, com Ele, todas as coisas ?
Nesta expressão "todas as coisas" está a chave de tudo.
Se o Pai se alegra com o sacrifício de seu Filho, é porque isto Lhe restitui todas as coisas, e porque isto torna possível para Ele realizar o Seu maior desejo que é o de que "todos os homens sejam salvos"(1 Tim.2,4).
O Pai ama Jesus com infinito amor porque Jesus Se sacrificou por nós, não apenas, deixai-me dizer, que simplesmente Se sacrificou, mas que Se sacrificou "por nós".
Além disso, Deus é sempre o Deus que deseja "misericórdia e não sacrifício", como disse o profeta Oseias(6,6), e se Lhe agrada o sacrifício de seu Filho é porque Ele lhe permitiu que usasse de "misericórdia" para com o mundo.
O Pai não é, portanto, apenas quem recebe o sacrifício de seu Filho, mas também quem dá o seu Filho em sacrifício - faz o sacrifíco de nos dar o seu Filho.
Se, como diz S. Paulo, Jesus se oferece a Si mesmo a Deus "por nós", é verdade que o sacraifício foi oferecido a Deus mas Deus não beneficiou dele.
Nós é que beneficiamos e é isto que distingue o sacrifício cristão dos outros sacrifícios.
Nós não podemos falar de "extensão" , a respeito do acontecimento da Cruz donde provém a Eucaristia : nunca seremos capazes de dizer o suficiente a respeito dos tesouros que ela contém.
Há neste acontecimento uma força e um poder suficientes para operarem a salvação da história de que o mundo depende.
Referindo-Se a este momento, Jesus disse:
- "Vim lançar fogo sobre a terra; e que quero Eu senão que ele já se tenha ateado ?" (Lc.14,29).
Na verdade, "tudo se cumpriu" na Cruz; nada maior se poderia pensar ou fazer; foi nela que todas as fontes divinas e humanas se consumaram; todo o mal foi conquistado desde as suas raízes; obteve-se a salvação e toda glória foi dada à SS. Trindade.
Todo o nosso louvor e adoração prestados à Presença Real da Eucaristia são, pois, extensivos a toda a SS. Trindade.
Toda a Santíssima Trindade está presente na Eucaristia que nós recebemos na Comunhão e o Partir do Pão é a nossa partilha com Deus e com os irmãos, que nos ajuda no caminho da nossa santificação.
John
Nascimento
__._,_.___
Enviado por: "John A. Nascimento" <nascimentoja@Shaw.ca>
[Novo post] CNBB recomenda não reeleger Dilma
Thais publicou: "A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma carta na última segunda-feira na qual pede que os fiéis não votem na candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Leia a carta na íntegra: "Dai a César o que é de César e a Deus o que"
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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra
CNBB recomenda não reeleger Dilma
by Thais
Leia a carta na íntegra:
"Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus
"Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de "Deus" não seja manipulado ou usurpado por "César" e vice-versa.
"Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir-se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus.
"Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa.
"Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.
"Na condição de Bispo Diocesano, como responsável pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que – por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21).
"Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais "liberações", independentemente do partido a que pertençam.
"Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição.
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Thais | 28/05/2014 às 11:02 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cD
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