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sexta-feira, 20 de junho de 2014

[Novo post] Papa diz que perseguições religiosas “atentam contra a paz e humilham a dignidade das pessoas”




Thais publicou: "Cidade do Vaticano- (RV) – O Papa Francisco recebeu nesta sexta-feira, 20, na Sala do Concistório, no Vaticano, cerca de 200 participantes do Congresso Internacional sobre Liberdade Religiosa, que acontece em Roma até sábado, 21. Com o tema "A liberdade r"



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Nova publicação em Kerigma, A proclamação da Palavra








Papa diz que perseguições religiosas "atentam contra a paz e humilham a dignidade das pessoas"


by Thais



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Cidade do Vaticano- (RV) – O Papa Francisco recebeu nesta sexta-feira, 20, na Sala do Concistório, no Vaticano, cerca de 200 participantes do Congresso Internacional sobre Liberdade Religiosa, que acontece em Roma até sábado, 21. Com o tema "A liberdade religiosa segundo o direito internacional e o conflito global dos valores", o evento é organizado pela Universidade St. Johns's e pelo Ateneo LUMSA. O encontro conta com a presença, dentre outros especialistas no tema, do relator especial das Nações Unidas para a Liberade Religiosa, Heiner Bielefeldt.
O Papa Francisco, em seu discurso, afirmou que "recentemente, o debate em torno da liberdade religiosa tornou-se muito intenso, interpelando governos e religiões. A Igreja Católica, neste sentido, possui uma longa história de apoio à liberdade religiosa, que culminou na Declaração "Diagnitatis Humanae", do Concílio Ecumênico Vaticano II."


O Pontífice disse ainda que "cada ser humano é um pesquisador da verdade sobre sua própria origem e seu próprio destino. Na sua mente e no seu coração, surgem interrogações e pensamentos que não podem ser represados ou sufocados, enquanto emergem do mais profundo e são inerentes à íntima essência da pessoa. São questões que dependem da liberdade religiosa para se manifestarem plenamente. Buscam iluminar o autêntico significado da existência, sobre o legado que nos conecta ao cosmos e à história, e pretendem penetrar na escuridão que circunda a história humana se tais perguntas não fossem colocadas e permanecessem sem resposta. Diz o Salmista: "Quando vejo o céu, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que fixaste, que é um mortal, para dele te lembrares, e um filho de Adão, que venhas visitá-lo?" (8,4).


Papa Francisco prosseguiu dizendo que "a razão reconhece na liberdade religiosa um direito fundamental do homem, que reflete a sua mais alta dignidade, aquela de poder buscar a verdade e reconhecer nela uma condição indispensável para poder empregar toda sua potencialidade. A liberdade religiosa não é somente aquela de um pensamento ou de um culto privado. É a liberdade de viver segundo os princípios éticos, conseqüência da verdade encontrada, privada ou publicamente. Este é um grande desafio no mundo globalizado que, em nome de um falso conceito de tolerância, termina por perseguir aqueles que defendem a verdade sobre o homem e suas consequências éticas."


Ainda em relação ao tema, o Santo Padre afirmou que "os ordenamentos jurídicos, governamentais ou internacionais são chamados a reconhecer, garantir e proteger a liberdade religiosa, que é um direito intrinsecamente inerente à natureza humana, à sua dignidade de ser livre e também um indicador de uma saudável democracia, e uma das fontes principais da legitimidade do Estado. A liberdade religiosa, referida nas constituições e nas leis, e traduzida em comportamentos coerentes, favorece o desenvolvimento de mútuo respeito entre as diversas confissões e uma sadia colaboração com o Estado e a sociedade política, sem confusão de papeis e sem antagonismos. Ao invés do conflito global dos valores, é possível deste modo, a partir de um núcleo de valores universalmente compartilhados, uma global colaboração em vista do bem comum."


O Papa também disse serem inaceitáveis as perseguições por motivos religiosos: "à luz da razão, confirmada e melhorada, e do progresso civil dos povos, é incompreensível e preocupante que, até hoje, no mundo, permaneçam discriminações e restrições de direitos pelo simples fato de alguém pertencer e professar publicamente uma determinada fé. É inaceitável que ainda existam verdadeiras perseguições por motivos de religião! Isto fere a razão, atenta contra a paz e humilha a dignidade do homem. É para mim motivo de grande dor constatar que os cristãos no mundo são os que mais sofrem tais discriminações. As perseguições contra os cristãos são mesmo mais fortes do que nos primeiros séculos da Igreja e hoje existem mais cristãos mártires que naquela época," conclui o Pontífice.(EF)



Thais | 20/06/2014 às 10:12 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1eh




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quinta-feira, 12 de junho de 2014

[Novo post] EU QUERO E PRECISO NAMORAR




Thais publicou: "Vejo muita gente sozinha, esperando alguém especial para partilhar a vida. Para muitos, esta espera chega a ser incômoda, já que a vida parece ser contrária àqueles que buscam viver corretamente sua afetividade, sem se entregar à primeira promessa de amor"



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EU QUERO E PRECISO NAMORAR


by Thais



Vejo muita gente sozinha, esperando alguém especial para partilhar a vida. Para muitos, esta espera chega a ser incômoda, já que a vida parece ser contrária àqueles que buscam viver corretamente sua afetividade, sem se entregar à primeira promessa de amor que lhe aparece, temendo não encontrar mais ninguém.

De certo, não nascemos para viver sozinhos. Temos uma sede justificável de ter alguém ao nosso lado, que compreenda nossos defeitos e nos ajude a sermos pessoas melhores. Nesta busca, muitos acabam entrando numa onda de desespero, já que o tempo vai passando e nenhuma perspectiva favorável se apresenta. Há os querem e necessitam namorar, mas também compreendem que não é qualquer pessoa que pode satisfazer esta necessidade. Para estes, como viver o tempo de espera com lucidez?

É preciso compreender que, neste mundo de valores tão distorcidos, quem busca ser verdadeiro com os seus sentimentos encontra bem menos opções de relacionamentos que, verdadeiramente, valham a pena. Eles existem, mas nem sempre são encontrados do outro lado da rua. Precisam ser cultivados com afinco, com paciência e sabedoria.

Quem procura alguém para namorar tem pressa. Conselhos do tipo "saiba esperar" nem sempre dão muito resultado. E é bom que seja assim. Se estamos em busca de alguém, é sinal de que acreditamos no poder transformador da afetividade bem vivida. Há namoros que fazem verdadeiros milagres na vida do jovem. Passamos a cuidar melhor de nós, ganhamos mais confiança das pessoas ao nosso redor e aprendemos a partilhar o que temos e quem somos.


"Se estamos em busca de alguém, é sinal de que acreditamos no poder transformador da afetividade bem vivida"

Aos que já estão cansados de esperar ou procurar alguém especial para namorar, penso ser necessário refletir no que agora se segue. Não há qualquer motivo para se considerar menos importante do que as outras pessoas que namoram e são muito felizes. Se elas conseguiram, você também pode e vai conseguir. Ainda que tenha experimentado decepções indescritíveis ao longo da caminhada, só você pode determinar se querer viver a solidão ou continuar com o coração aberto, na esperança de que alguém ocupe este lugar que há muito está reservado.

  •  
Vejo que muitas pessoas, decepcionadas por namoros antigos, acaba criando um muro enorme para novos relacionamentos. Tenha em mente que as decepções fazem parte da vida. Se você errou, perdoe-se. Se alguém foi injusto com você, use da misericórdia e deixe de alimentar a injustiça em seu coração. Um passo importante para quem quer experimentar novos e bons relacionamentos é cuidar para que o passado sombrio não esconda os feixes de luz que o presente nos presenteia.

Você não está só neste processo de espera. Há muitos jovens que compreendem os benefícios favoráveis da paciência do bem cultivar para a boa colheita. Não olhe para sua idade. Não existe idade limite para amar e ser amado. É preciso maturidade e discernimento para compreender que, quando bem vivida, a solidão pode ser uma ponte que nos leva ao encontro do outro. A paciência parece um prato indigesto, mas é melhor do que o desespero e a descrença.

Continue em busca da pessoa que vai tocar seu coração. Jamais se esconda do mundo ou das pessoas. Você não nasceu para viver uma vida mesquinha, mas partilhada. Partilhar significa dividir com os outros aquilo que somos, exatamente do jeito que somos. Quando o amor próprio começar a ser cultivado dentro de você, muitas pessoas vão olhá-lo de maneira diferente. No meio dessas pessoas, quem sabe, apareça alguém especial que tanto você quer.

Autor Paulo Franklin



Thais | 12/06/2014 às 1:58 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1dA




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quarta-feira, 28 de maio de 2014

[Novo post] CNBB recomenda não reeleger Dilma




Thais publicou: "A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma carta na última segunda-feira na qual pede que os fiéis não votem na candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Leia a carta na íntegra: "Dai a César o que é de César e a Deus o que"



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CNBB recomenda não reeleger Dilma


by Thais



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma carta na última segunda-feira na qual pede que os fiéis não votem na candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.


Leia a carta na íntegra:


"Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus
"Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de "Deus" não seja manipulado ou usurpado por "César" e vice-versa.
"Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir-se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus.
"Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa.
"Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.
"Na condição de Bispo Diocesano, como responsável pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que – por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21).
"Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais "liberações", independentemente do partido a que pertençam.
"Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição.




Dom Luiz Gonzaga Bergonzini



Thais | 28/05/2014 às 11:02 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cD




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domingo, 25 de maio de 2014

[Novo post] Foto da semana (Visita do Papa á Terra Santa)




Thais publicou: "Jerusalém, domingo, 25 de maio de 2014 – Basílica do Santo Sepulcro: Papa Francisco e o Patriarca cismático Bartolomeu beijam a "Pedra da Unção", onde repousou o Santo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Antes, ambos participaram de uma celebração ecumêni"





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Foto da semana (Visita do Papa á Terra Santa)


by Thais



 

Jerusalém, domingo, 25 de maio de 2014 – Basílica do Santo Sepulcro: Papa Francisco e o Patriarca cismático Bartolomeu beijam a "Pedra da Unção", onde repousou o Santo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Antes, ambos participaram de uma celebração ecumênica juntamente com os Ordinários Católicos da Terra Santa, os Arcebispos copta, siríaco, etiópico e os Bispos anglicano e luterano.

Afirmou o Papa que as divergências não devem nos assustar e paralisar o nosso caminho. Devemos acreditar que, como a pedra do sepulcro foi removida, assim também poderão ser removidos os obstáculos que ainda impedem a nossa plena Comunhão. Esta será uma graça de ressurreição, que, desde já, podemos experimentar. Todas as vezes que temos a coragem de dar e receber o perdão, uns aos outros, fazemos experiência da ressurreição! Todas as vezes que superamos os antigos preconceitos e promovemos novas relações fraternas, recordou o Bispo de Roma, confessamos que Cristo ressuscitou verdadeiramente! Todas as vezes que desejamos a unidade da Igreja, brilha a luz da manhã da Páscoa! E o Papa exortou:

"Desejo renovar o desejo, expresso pelos meus Predecessores, de manter diálogo com todos os irmãos em Cristo, para encontrar uma forma de exercer o ministério próprio do Bispo de Roma, que, em conformidade com a sua missão, possa se abrir a uma nova situação e ser, no contexto atual, um serviço de amor e de comunhão reconhecido por todos".

O Papa Francisco concluiu seu pronunciamento admoestando a colocar de lado as hesitações que herdamos do passado e abrir o nosso coração à ação do Espírito Santo, Espírito de Amor e de Verdade, para juntos caminhar rumo ao dia abençoado da tão desejada plena Comunhão.

Informações: News.va



Thais | 25/05/2014 às 10:40 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cB




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[Novo post] A Nova Missa e a Fé Católica




Thais publicou: " A Igreja de Cristo foi instituída para uma dupla missão: uma missão de fé e uma missão de evangelização dos homens redimidos pelo sangue do Salvador. A Igreja deve entregar aos homens a fé e a graça: a fé através de seu ensinamento, a graça através do"





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A Nova Missa e a Fé Católica


by Thais



 

A Igreja de Cristo foi instituída para uma dupla missão: uma missão de fé e uma missão de evangelização dos homens redimidos pelo sangue do Salvador. A Igreja deve entregar aos homens a fé e a graça: a fé através de seu ensinamento, a graça através dos sacramentos que lhe confiou Nosso Senhor Jesus Cristo.

Sua missão de fé consiste em transmitir aos homens a Revelação, feita ao mundo por Deus, das realidades espirituais e sobrenaturais, assim como sua conservação, através do tempo e dos séculos, sem alterações. A Igreja Católica é, antes de tudo, a fé que não muda; é como - disse São Paulo - "A coluna de verdade", a qual é sempre fiel a si mesma e inflexível testemunha de Deus - atravessa o tempo dentro de um mundo em perpétuas mudanças e contradições.
Através dos séculos, a Igreja Católica ensina e defende sua fé em nome de um só critério: "O que sempre acreditou e ensinou". Todas as heresias, contra as quais a Igreja constantemente enfrentou, foram sempre julgadas e reprovadas em nome da não conformidade com este princípio. O primeiro princípio reflexo da hierarquia na Igreja, e especialmente da romana, foi manter sem mudanças a verdade recebida dos Apóstolos e do Senhor. A doutrina do Santo Sacrifício da Missa pertence a este tesouro de verdade da Igreja. E, se hoje em dia, nesta matéria em particular, aparece uma espécie de ruptura com o passado da Igreja, tal novidade deveria alertar qualquer consciência católica, como nos tempos de grandes heresias nos séculos passados, e provocar universalmente uma confrontação com a fé da Igreja que não muda.

O que é a Missa?

Desde logo, bem sabemos que a Missa antiga não nos foi dada toda pronta. Ela conservou o essencial das celebrações feitas pelos Apóstolos por ordem de Cristo; e se foram aderindo novas orações, louvores e precisões, para explicar melhor o mistério eucarístico e preservá-lo das negações heréticas.
Assim, a Missa foi elaborada progressivamente, em torno a um núcleo primitivo que nos legaram os Apóstolos, testemunhas da instituição de Cristo. Como uma moldura que sustenta uma pedra preciosa ou o tesouro confiado à Igreja, a santa Missa foi pensada, ajustada, ornada como uma música. O melhor foi escolhido, como na construção de uma catedral. Explicitou com arte o que tinha de implícito em seu mistério. Podemos dizer que, como a semente de mostarda, lançou ramos, porém já estava tudo contido na semente.
Esta progressiva elaboração ou explicação foi concluída, quanto ao essencial, na época do Papa São Gregório, no século VI. Só se acrescentou posteriormente alguns complementos secundários. Este trabalho dos primeiros séculos do cristianismo realizou assim uma obra de fé para pôr ao alcance da inteligência humana, a instituição de Cristo, na sua verdade reconhecida.
A Missa é, portanto, a explicitação do mistério eucarístico e sua celebração.

A doutrina católica definida

Diante das negações de Lutero, o Concílio de Trento reafirmou a doutrina intangível da Igreja Católica e a definiu, quanto ao Santo Sacrifício da missa, essencialmente nos três pontos de doutrina seguintes:
1. A presença de Cristo é real na Eucaristia;
2. A Missa é um verdadeiro sacrifício, é substancialmente o sacrifício da cruz, renovado, verdadeiro sacrifício propiciatório ou expiatório em remissão dos pecados, e não unicamente sacrifício de louvor ou de ação de graças;
3. O papel do sacerdote, no oferecimento do Santo Sacrifício da Missa, é essencial e exclusivo: o sacerdote, e só ele, recebeu, por meio do sacramento da Ordem, o poder de consagrar o Corpo e o Sangue de Cristo.
A Missa tradicional milenar, latina e romana, expressa com suma claridade toda a densidade desta doutrina, sem suprimir nada do mistério.

O que ocorre com a Missa nova?

Sabemos que a nova Missa foi imposta ao mundo católico por necessidades ecumênicas porque era o maior obstáculo à unidade com os reformados do século XVI. Em efeito, a Santa Missa tradicional afirma com precisão, sem evasivas, a fé católica que negam os protestantes, nos três pontos essenciais da doutrina da Missa, que são:
- A realidade da presença real;
- A realidade do sacrifício;
- A realidade do poder sacerdotal.
A nova Missa vai simplesmente abafar esta fé católica. Assim, o novo rito introduzido, que se tornou indiferente ao dogma, poderá acomodar-se com uma fé puramente protestante, ou inclusive servir de ponto de encontro ao mundo da unidade ecumênica para uma celebração única, na qual os dogmas discutidos foram velados com prudência, e só foram conservados os gestos, as expressões e as atitudes que podem ser interpretadas segundo a fé de cada um. Pode-se negar a evidência dos fatos? As mudanças trazidas pela Missa nova correspondem precisamente aos pontos de doutrina contestados por Lutero.

A Missa nova e a Presença real

Na Missa nova, a presença real não tem mais o papel central que a antiga liturgia eucarística evidenciava.
Foi eliminada qualquer referência, até mesma indireta, à presença real.
Damo-nos conta com assombro que os gestos e sinais com os quais se expressava de maneira espontânea a fé na presença real foram abolidos ou gravemente alterados.
Mesmo as genuflexões - gestos expressivos da fé católica - foram suprimidas como tais. Apesar de que, por exceção, foi conservada a genuflexão depois da elevação. Por desgraça, devemos observar que se perdeu o seu significado exato de adoração à presença real.



Na Missa tradicional, depois das palavras da consagração, o sacerdote faz imediatamente uma primeira genuflexão, que significa - sem equívoco possível - que Cristo se acha no altar, realmente presente, e isso é a causa das próprias palavras da consagração pronunciadas pelo sacerdote. Após a elevação, o sacerdote faz uma segunda genuflexão: tem o mesmo sentido que a primeira e justapõe uma inexistência. Na Missa nova se suprimiu a primeira genuflexão. Mas, no entanto, se conservou a segunda. Essa é a armadilha para gente mal informada das astúcias do modernismo: com efeito, esta segunda genuflexão, isolada da primeira, pode agora receber uma interpretação protestante. Apesar de que a fé protestante não se acomoda com a presença real física de Cristo na Eucaristia, reconhece, porém, certa presença espiritual do Senhor devida à fé dos crentes. Daí, pois, na nova Missa, o celebrante não adora em seguida a Hóstia que acaba de consagrar, mas em primeiro lugar eleva-a e a apresenta à assembléia dos fiéis, a qual engaja sua fé em Cristo, e esta fé o faz presente de maneira espiritual. Logo, se ajoelha e se adora, o que pode ser feito num sentido inteiramente protestante de uma presença exclusivamente espiritual.

O rito exterior pode assim acomodar-se com uma fé exclusivamente subjetiva, e inclusive com a negação do dogma da Presença real. A genuflexão mantida depois da elevação da Hóstia e do cálice pode agora ser interpretada do modo protestante. Tem agora uma significação que pode adaptar-se à fé de cada um e, por isso, é equívoca. Tal rito não segue sendo a expressão clara da fé católica.



Outras alterações do rito tradicional – mesmo quando são menos graves que as que tocam o coração da Missa - levam todas, porém, a uma diminuição do respeito devido à Sagrada Presença. Nesta ordem, devem ser mencionadas as seguintes supressões, que, isoladas, poderiam parecer menores, contudo, consideradas no seu conjunto, indicam-nos o espírito que prevaleceu nas reformas. Suprimiram-se:
- A purificação dos dedos do sacerdote sobre o cálice e no cálice;
- A obrigação para o sacerdote de manter juntos os dedos que tocaram a hóstia depois da Consagração, para evitar qualquer contato profano;
- A pália que protege o cálice;
- O dourado obrigatório do interior dos vasos sagrados;
- A consagração do altar, se for fixo;
- A pedra sagrada e as relíquias postas no altar, se for móvel;
- As toalhas para o altar, cuja quantidade foi reduzida de três para uma;
- As prescrições para o caso de uma Hóstia consagrada cair no solo.

A estas supressões, que representam uma diminuição do respeito que se deve à presença real, é importante acrescentar as atitudes que se inclinam no mesmo sentido e que foram quase impostas aos fieis:

- A comunhão de pé e quase sempre na mão;

- A ação de graças que - muito curta – se convida a fazer sentado;

- A posição de pé depois da consagração.

Todas essas alterações, agravadas pelo afastamento do sacrário, muitas vezes relegado para um canto do presbitério, convergem na mesma orientação que consiste em manter em silêncio o dogma da presença real. Estas observações se aplicam ao novo Ordo Missae, seja qual for o cânon que se escolha, inclusive se a nova Missa se disser com o 'cânon romano'.

A Missa nova e o Sacrifício Eucarístico

Além do dogma da presença real, o Concílio de Trento definiu a realidade do sacrifício da Missa, que é a renovação do sacrifício do calvário e que nos aplica os seus frutos de salvação para a remissão dos pecados e nossa reconciliação com Deus. Assim, a Missa é um sacrifício. Também é uma comunhão, porém uma comunhão ao sacrifício previamente celebrado: um convite, no qual se come a vítima imolada do sacrifício. Então, a Missa é, em primeiro lugar, um sacrifício e, em segundo lugar, uma comunhão ou comida.
Pois bem, toda a estrutura da nova Missa acentua o aspecto da celebração como comida, em prejuízo do aspecto sacrifical. Isso vai, portanto, mais gravemente no sentido da heresia protestante.


A substituição do altar do sacrifício pela mesa voltada para os fiéis testemunha, por si só, toda uma nova orientação. Pois, se a Missa é uma simples comida, é conforme os costumes reunir-se ao redor de uma mesa, e não interessa para nada um altar erigido frente à cruz do Calvário.
Assim também, a "Liturgia



da Palavra" (que nos convidam também a chamar de "mesa da palavra") foi desenvolvida a ponto de ocupar a maior parte do espaço-tempo da nova celebração e diminui, portanto, na mesma proporção, a atenção devida ao mistério eucarístico e ao seu sacrifício. Essencialmente, cabe destacar a supressão do Ofertório da vítima do sacrifício e sua substituição pela oferenda dos dons. Esta substituição torna-se propriamente grotesca e até parece caricatura, pois significa a oferenda de um pouco de pão e de algumas gotas de vinho, fruto da terra e do trabalho dos homens, que nos atrevemos a apresentar a Deus soberano. Até mesmo os pagãos faziam muito melhor, já que não ofereciam para a divindade migalhas de pão, senão algo mais substancial: um touro ou outro animal, cuja imolação era para eles um verdadeiro sacrifício. Lutero se sublevou de modo patente contra a presença do Ofertório no sacrifício na Missa católica. Não tinha se equivocado em sua perspectiva negadora: só a presença da oferenda da vítima já é a incontestável afirmação de que se trata realmente de um sacrifício, e de um sacrifício expiatório para a remissão dos pecados. O Ofertório da Missa católica era, então, um obstáculo para o ecumenismo. Não duvidaram em caricaturá-lo e aí também agir violentamente contra a fé católica. O antigo Ofertório precisava a oblação do próprio sacrifício de Cristo: "Recebei, Pai santo... esta hóstia imaculada"... (hanc immaculátam hóstiam) "Nós Vos oferecemos, Senhor, o cálice da salvação"... (cálicem salutáris).
Não era nem o pão nem o vinho que se oferecia a Deus, mas já a hóstia imaculada, o cálice da salvação, na perspectiva da consagração que se fará a seguir. Alguns liturgistas, preocupados demais com a letra do rito, pretendiam que se tratasse de uma antecipação. Estavam muito enganados. A intenção da Igreja, expressa através do sacerdote, é efetivamente a de oferecer a própria vítima do sacrifício (e de forma alguma o pão e o vinho). No sacrifício da missa, tudo se realiza no momento exato da consagração, quando o sacerdote atua "in persona Christi" e quando o pão e o vinho são transubstanciados no corpo e no sangue de Cristo. Mas, posto que todas as riquezas espirituais do mistério eucarístico não se podem expressar ao mesmo tempo, a liturgia da Missa as expõe a partir do Ofertório. Logo, não se trata de antecipação, mas de perspectiva.
Na nova Missa, suprimiu-se então o Ofertório da vítima do sacrifício, mas suprimiram-se igualmente os sinais da cruz sobre as oblatas, os quais eram uma constante referência à cruz do Calvário.


Assim, de maneira convergente, a primeira realidade da Missa, a renovação do sacrifício do Calvário, está diminuída nas suas expressões concretas. E isso está inclusive no centro da celebração. Com efeito, as palavras da Consagração no rito inovador são pronunciadas pelo sacerdote em um tom narrativo, como se fosse o relato de um acontecimento passado, e não mais em tom intimativo, como uma consagração feita no momento presente e proferida em nome da pessoa em cujo nome o sacerdote atua. E isso é muito grave. (Nota: Nosso Senhor Jesus Cristo confere ao sacerdote o poder de consagrar "na Pessoa de Cristo". O sacerdote atua in persona Christi, o sacerdote consagra na Pessoa de Cristo).

Qual poderá ser, dentro desta nova perspectiva, a intenção do celebrante? Intenção que, como recorda o Concílio de Trento, é uma das condições para a validez da celebração. Essa intenção já não é mais significada no cerimonial do rito. O sacerdote que celebra pode, sem dúvida alguma, supri-la por sua própria vontade e a Missa poderá ser válida. Porém, o que acontecerá com os sacerdotes inovadores, preocupados antes de tudo pela ruptura com a antiga Tradição? Neste caso a dúvida se torna legítima. E já em nada se poderá distinguir, segundo as aparências e na sua estrutura geral, a nova Missa da ceia protestante.
Dizem-nos que se conservou o Cânon romano. Nas primeiras prescrições do novo rito se lê a possibilidade que se dá ao celebrante de escolher este Cânon ao lado de três outras Orações eucarísticas.

O que significa essa escolha?

O Cânon romano que se conserva já não é o antigo cânon. De fato, foi mutilado de várias maneiras: foi mutilado no próprio ato da consagração, como acabamos de ver; foi mutilado pela supressão dos sinais de cruz repetidos; foi mutilado ao suprimir as genuflexões, expressão da fé na Presença real; e já não está mais pré-significado pelo Ofertório do sacrifício.
Nas versões oficiais em língua vernácula, que são praticamente as únicas usadas em geral, o Cânon foi traduzido de maneira tendenciosa, fazendo desaparecer ainda mais o rigor da expressão da fé católica.
Ademais, perdeu seu caráter próprio de "Cânon", quer dizer, de oração fixa, imutável, como a rocha mesma da fé. Agora é inter-mutável: pode ser substituído, segundo a preocupação ou crença de cada um, por outra oração eucarística. Essa é, manifestamente, a suprema astúcia do ecumenismo inovador.


Oficialmente, o celebrante pode escolher entre três novas "Orações" ("Preces") de substituição. Mas, de fato, fica aberta a porta para qualquer inovação e hoje se tornou impossível fazer a recensão de todas as orações eucarísticas introduzidas e praticadas nas diversas dioceses.

Não nos ocuparemos aqui dessas liturgias "selvagens", não oficiais, mas, contudo, originadas no mesmo vento das reformas ou da revolução em todas as direções. Agora, apenas apresentaremos uma breve análise das três novas Orações eucarísticas, introduzidas com a nova missa.

A 2ª Oração eucarística, apresentada como sendo o "Cânon de São Hipólito", mais antiga que o cânon romano, é na realidade o cânon do anti-Papa Hipólito, composto no momento da sua rebeldia, e antes de morrer mártir, martírio que lhe valeu regressar à unidade da Igreja. Este cânon provavelmente jamais se usou na Igreja pontifical de Roma e só nos chegou através de algumas reminiscências verbais reportadas pela recensão de Hipólito. De nenhuma forma foi mantido pela Tradição da Igreja. Neste cânon, extremamente breve, que contém - além do relato da Santa Ceia - unicamente algumas orações de santificação das oferendas, de ação de graças e de salvação eterna, não se faz nenhuma menção do sacrifício. Na 3ª Oração eucarística, se menciona o sacrifício, porém só no sentido explícito de sacrifício de ação de graças e de louvor. Não se menciona em nada o sacrifício expiatório renovado na realidade presente sacramental, que obtém para nós a remissão dos pecados.

A 4ª Oração eucarística narra os benefícios da redenção operada por Cristo. Mas aqui, de novo, o sacrifício propiciatório – atualmente renovado – não é mais explicitado.
Portanto, nos três novos textos propostos, a doutrina católica do santo sacrifício da Missa, doutrina definida no Concílio de Trento, foi de fato deixada na sombra, e, ao não ser afirmada no ato da celebração da Missa, encontra-se de fato abandonada e acaba sendo negada por preterição ou omissão.

A nova Missa e o papel do sacerdote

A função exclusiva do sacerdote como instrumento de Cristo na oferta do sacrifício é um terceiro ponto de doutrina católica
definida pelo Concílio de Trento. Uma vez alterada a realidade do sacrifício, também a identidade de quem oferece esse sacrifício sofrerá as consequências dessa alteração. E assim, logicamente, esse papel do sacerdote na oferenda do sacrifício desaparece nas novas celebrações. O sacerdote aparece como o presidente da assembleia. Os leigos invadem o santuário e se atribuem as funções clericais, as leituras, a distribuição da comunhão e, às vezes, a pregação. Não nos deixemos surpreender se ainda foram mantidas certas denominações antigas; agora estão facilmente abertas a outro significado. Como já temos observado, manteve-se a palavra "Ofertório", porém não tem mais o sentido de oblação da vítima do sacrifício. Do mesmo modo, a palavra "sacrifício" está ocasionalmente conservada, mas não é mais necessariamente no sentido do sacrifício re-atualizado do Salvador. Pode significar unicamente a ação de graças ou o louvor, segundo a fé do crente.

Conclusão

Na conclusão desta breve análise dos novos ritos só podemos constatar, à luz dos fatos, que a nova Missa foi em sua totalidade concebida e elaborada no sentido ecumênico, que pode adaptar-se às diferentes crenças das diversas igrejas.
É o que os protestantes de Taizé reconheceram de imediato, declarando teologicamente possível que as comunidades protestantes possam agora celebrar a Santa Ceia com as mesmas orações que as da Igreja Católica. Na igreja protestante da Alsácia (região da França vizinha à Alemanha), pronunciaram-se com a mesma opinião: "Agora não há nada na Missa renovada que possa realmente incomodar o cristão evangélico". E em uma famosa revista protestante, podia-se ler: "Nas novas orações eucarísticas católicas foi abandonada a falsa perspectiva de um sacrifício oferecido a Deus".



Já a presença de seis teólogos protestantes, bem habilitados para participar da elaboração dos novos textos, foi uma presença significativa.
Então, esta missa ecumênica já não é mais a expressão da fé católica. Na sua súplica ao Papa Paulo VI, os cardeais Ottaviani e Bacci não temeram fazer a seguinte observação, da qual ninguém, até a data de hoje, pôde contestar o rigor: "O novo rito da Missa representa, seja no seu todo como nos seus detalhes, um impressionante afastamento da teologia Católica da Santa Missa, tal qual essa foi formulada na sessão XXII do Concílio Tridentino".

Max Thurian (da Comunidade de Taizé, um dos seis pastores que participaram na redação do novo rito): "Um dos frutos do Novus Ordo será que talvez as comunidades não Católicas poderão celebrar a santa ceia com as mesmas orações da Igreja Católica. Teologicamente é possível". La Croix, 30/05/1969.

Siegevalt (professor na Faculdade protestante de Strasburgo): "Agora, na missa renovada, não há nada que possa perturbar o cristão evangélico". Le Monde, 22/11/1969.

Jean Guitton (amigo de Paulo VI): "A intenção de Paulo VI era reformar a liturgia católica de forma que se aproximasse o máximo da liturgia protestante, à ceia do Senhor dos protestantes. Fez todo o possível para distanciar a Missa católica do Concílio de Trento". Entrevista radiofônica ao programa "Icilumière 101" de 13/12/1993.

Cônego René Marie Berthod




Thais | 25/05/2014 às 8:28 pm | Tags: Abusos, Abusos Liturgicos, liturgia | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cy




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sexta-feira, 23 de maio de 2014

[Novo post] Na véspera de viagem à Terra Santa, Papa reza diante de Nossa Senhora




Thais publicou: "Na véspera de sua viagem à Terra Santa, o Papa Francisco visitou na manhã desta sexta-feira a Basílica de Santa Maria Maior. Segundo informa o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, o Papa foi à Basílica, em caráter privado, para"



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Na véspera de viagem à Terra Santa, Papa reza diante de Nossa Senhora


by Thais



Na véspera de sua viagem à Terra Santa, o Papa Francisco visitou na manhã desta sexta-feira a Basílica de Santa Maria Maior.

Segundo informa o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, o Papa foi à Basílica, em caráter privado, para rezar e confiar a Nossa Senhora a iminente viagem a Amã, Belém e Jerusalém.

Depois da oração, que durou 15 minutos, o Pontífice ofereceu um maço de flores a Nossa Senhora.

Logo após a sua eleição como sucessor de Pedro, e em outras oportunidades, Francisco visitou a Basílica de Santa Maria Maior, que fica no centro de Roma, para orar diante do ícone de Maria "Salus Populi romani" (protetora do povo romano).

Por ocasião desta viagem, a partir desta sexta-feira, 23 de maio, estão suspensas as Missas matutinas que o Papa Francisco celebra na capela de sua residência, na Casa Santa Marta.

A próxima missa está programa para sexta-feira, 30 de maio.

As missas às 7h da manhã que o Papa celebra pessoalmente, fazendo breves homilias sobre as leituras do dia, representam uma das novidades mais relevantes do seu pontificado. Trata-se de um magistério "diário", através do qual Francisco alcança milhares de católicos, que aguardam diariamente suas reflexões.

As homilias são breves e são fruto da reflexão do Pontífice, que não segue um "roteiro" ao momento de pronunciá-las. O que chega ao público é uma síntese do que foi dito, e não o pronunciamento integral – elaborada diariamente pela Rádio Vaticano e publicada pelo jornal L'Osservatore Romano.

As reflexões estão agora disponíveis em dois livros, intitulados "Homilias da manhã". O primeiro volume reúne as homilias de 22 de março a 6 de julho de 2013. O segundo as de 2 de setembro de 2013 a 31 de janeiro de 2014.

As Edições CNBB publicaram em português o primeiro volume.

Fonte: Rádio Vaticano



Thais | 23/05/2014 às 12:16 pm | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cv




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[Novo post] Sudão: mulher cristã grávida é condenada à morte por apostasia




Thais publicou: "Um mulher sudanesa de 27 anos e grávida de oito meses foi condenada à morte por ter se convertido do islã ao cristianismo depois de se casar com um cristão do Sudão do Sul. Além disso, Meriam Yehya Ibrahim foi açoitada pelo delito de adultério, já que o s"



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Sudão: mulher cristã grávida é condenada à morte por apostasia


by Thais



Um mulher sudanesa de 27 anos e grávida de oito meses foi condenada à morte por ter se convertido do islã ao cristianismo depois de se casar com um cristão do Sudão do Sul. Além disso, Meriam Yehya Ibrahim foi açoitada pelo delito de adultério, já que o seu casamento com um cristão não é considerado válido pela lei islâmica.



Segundo a agência AFP, o juiz que a condenou teria declarado à mulher: "Nós demos três dias para você se retratar, mas você insiste em não retornar ao islã. Por isso, eu a sentencio ao enforcamento". A sentença de morte, no entanto, não seria executada até que a mulher se recuperasse do parto. Segundo alguns meios de comunicação locais, a execução poderia ser adiada para até dois anos depois do nascimento do bebê.

Atualmente, Meriam Yehya Ibrahim está presa com seu primeiro filho, que tem 20 meses. Em 11 de maio, um tribunal de Cartum a condenou à morte por apostasia e aos açoites por adultério.

A mulher não retornou ao islã depois de receber a ordem de fazê-lo em até três dias. De acordo com a Anistia Internacional, ela foi presa e acusada de adultério em agosto de 2013 depois que um parente a denunciou por adultério com base no fato de ela ter se casado com um cristão.

O tribunal acrescentou a acusação de apostasia em fevereiro de 2014, quando Meriam afirmou ser cristã e não muçulmana. Ela afirma ter sido educada como cristã ortodoxa, a religião de sua madre, porque o pai, muçulmano, esteve ausente durante a sua infância.

O código penal do país contempla, no artigo 146, um máximo de 100 chicotadas por adultério. O artigo 126 prevê a pena de morte para as negativas de renunciar à fé cristã.

A Anistia Internacional declara que "considerar o adultério e a apostasia como delitos de natureza penal é contrário ao direito internacional e aos direitos humanos. O Sudão faz parte do pacto internacional sobre direitos civis e políticos". Para a Anistia Internacional, Meriam Ibrahim "é uma prisioneira de consciência, condenada apenas por causa da religião que escolheu e deve ser libertada imediatamente e sem condições".

Ontem à noite, em Roma, as luzes do Coliseu se apagaram para dar destaque às velas das pessoas que se reuniram no milenar monumento para pedir pelos cristãos perseguidos. Marco Impagliazzo, presidente da Comunidade de Santo Egídio, explicou à Rádio Vaticano que, "lamentavelmente, são muitos os lugares onde esse tipo de liberdade religiosa não é reconhecido, assim como nem sequer o direito à conversão. Nós nos dirigimos aos nossos irmãos muçulmanos e pedimos à parte mais iluminada dentre eles, que é a grande maioria, para trabalhar junto conosco a fim de garantir a todos esse direito fundamental, pelo qual a Igreja vem padecendo muito".



Zenit







Thais | 23/05/2014 às 9:09 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cl




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[Novo post] Oração de São Pio de Pietrelcina, após a Comunhão




Thais publicou: "Fica comigo, Senhor, pois preciso da tua presença para não te esquecer. Sabes quão facilmente posso te abandonar. Fica comigo, Senhor, porque sou fraco e preciso da tua força para não cair. Fica comigo, Senhor, porque és minha vida, e sem ti perco"



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Oração de São Pio de Pietrelcina, após a Comunhão


by Thais



Fica comigo, Senhor, pois preciso da tua presença para não te esquecer. Sabes quão facilmente posso te abandonar.

Fica comigo, Senhor, porque sou fraco e preciso da tua força para não cair.


Fica comigo, Senhor, porque és minha vida, e sem ti perco o fervor.

Fica comigo, Senhor, porque és minha luz, e sem ti reina a escuridão.

Fica comigo, Senhor, para me mostrar tua vontade.

Fica comigo, Senhor, para que ouça tua voz e te siga.

Fica comigo, Senhor, pois desejo amar-te e permanecer sempre em tua companhia.

Fica comigo, Senhor, se queres que te seja fiel.

Fica comigo, Senhor, porque, por mais pobre que seja minha alma, quero que se transforme num lugar de consolação para ti, um ninho de amor.

Fica comigo, Jesus, pois se faz tarde e o dia chega ao fim; a vida passa, e a morte, o julgamento e a eternidade se aproximam. Preciso de ti para renovar minhas energias e não parar no caminho.

Está ficando tarde, a morte avança e eu tenho medo da escuridão, das tentações, da falta de fé, da cruz, das tristezas. Oh, quanto preciso de ti, meu Jesus, nesta noite de exílio.

Fica comigo nesta noite, Jesus, pois ao longo da vida, com todos os seus perigos, eu preciso de ti.

Faze, Senhor, que te reconheça como te reconheceram teus discípulos ao partir do pão, a fim de que a Comunhão Eucarística seja a luz a dissipar a escuridão, a força a me sustentar, a única alegria do meu coração.

Fica comigo, Senhor, porque na hora da morte quero estar unido a ti, se não pela Comunhão, ao menos pela graça e pelo amor.

Fica comigo, Jesus. Não peço consolações divinas, porque não as mereço, mas apenas o presente da tua presença, ah, isso sim te suplico!

Fica comigo, Senhor, pois é só a ti que procuro, teu amor, tua graça, tua vontade, teu coração, teu Espírito, porque te amo, e a única recompensa que te peço é poder amar-te sempre mais.

Como este amor resoluto desejo amar-te de todo o coração enquanto estiver na terra, para continuar a te amar perfeitamente por toda a eternidade. Amém.

Santo Padre Pio.



Thais | 23/05/2014 às 9:26 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cp




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[Novo post] As riquezas do Vaticano




Thais publicou: "A alegação de que o Vaticano - a Igreja Católica, por conseguinte - tem muito ouro e dinheiro, e que deveria, portanto, ajudar os pobres, é muitíssimo utilizada por seus detratores. Mas, de onde vem essa ideia? Num passeio pelo Vaticano é possível realme"



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As riquezas do Vaticano


by Thais



A alegação de que o Vaticano - a Igreja Católica, por conseguinte - tem muito ouro e dinheiro, e que deveria, portanto, ajudar os pobres, é muitíssimo utilizada por seus detratores. Mas, de onde vem essa ideia?

Num passeio pelo Vaticano é possível realmente acreditar na falsa acusação de que a Igreja é riquíssima, pois, de fato, ali se vêem muitas obras de arte. Trata-se de um patrimônio acumulado ao longo de dois mil anos de história e que não pode ser comercializado. Faz parte do acervo da Humanidade e, para sua manutenção, requer grandes recursos também, tais como funcionários, tecnologia adequada etc. Este é um ponto a ser considerado.

A Igreja Católica, enquanto instituição jurídica, é descentralizada, ou seja, cada diocese é responsável pela arrecadação financeira, bem como tem autonomia para dispor desses haveres da forma como bem entender.

Essas dioceses muitas vezes têm um orçamento bem maior que o do Vaticano. E em muitas ocasiões são chamadas a socorrê-lo financeiramente, como foi o caso noticiado pela Folha de São Paulo, no dia 10 de julho de 2010 [01].

Apesar disso, é notória a intensidade da atividade caritativa da Igreja Católica Apóstólica Romana. Numa rápida pesquisa é possível verificar que ela é a entidade que mais faz caridade no mundo. Por meio de seus hospitais, creches, fundações, leprosários, escolas... Muitos homens e mulheres foram canonizados justamente pela doação aos pobres e pela criação de mecanismos para diminuir o sofrimento dos menos favorecidos.

A Igreja sempre cuidou dos desamparados, das viúvas, dos rejeitados. Suas instituições sempre acolheram, alimentaram e educaram aqueles que mais precisavam. Mesmo em tempos de dificuldade. A História comprova esta afirmação.

Todos os anos, por ocasião da festa de São Pedro e de São Paulo, o mundo dispõe com generosidade de doações para o chamado Óbulo de São Pedro, que é apenas uma das maneiras encontradas pelo Papa para arrecadar fundos para ajudar os pobres e necessitados do mundo todo.

A Igreja sempre possuiu muito dinheito, mas sempre o empregou para o bem da humanidade, isso é inegável. Ela sabe cuidar dos dons e as riquezas de Deus e as administra com generosidade. E depende de cada um de nós para continuar a ter recursos para fazer o bem a quem precisa sempre. Sejamos generosos também.

Referência:
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/764981-vaticano-apresenta-deficit-orcamentario-pelo-terceiro-ano-consecutivo.shtml



Via Christo Nihil Praeponere



Thais | 23/05/2014 às 9:30 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p3yA87-1cs




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Mariae, Mediatricis omnium gratiarum adoratio Divini Infantis incumbentes nobis impetrent penetrationem omnia plena sunt.
Et dimisi explicabunt perspectivae, et psallam tibi caeli et universis animantibus quae Regina: Gloria in altissimis Deo, et in terra pax hominibus bonae voluntatis.

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Et signum magnum apparuit in cælo: Mulier amicta sole, et luna sub pedibus eius et in capite eius corona stellarum duodecim.


Et peperit filium masculum, qui recturus erat omnes gentes in virga ferrea. Filius eius ad Deum et ad thronum eius et raptus.

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